
Hoje [29/8] foi dia de estar no território, ouvir suas demandas e construir caminhos com as pessoas, e não apenas para as pessoas. A saúde como direito de todos orienta a atuação do GT Saúde da Rede BrCidades – Núcleo Goiás. Fotos: Gepets/UFG
Por Cristiane Lemos
Depois do resultado do primeiro turno, é hora de sair do luto para a luta.
Eu estava pensando: tenho tanta coisa importante para falar… por onde começar? Até que, de repente, vejo um post no Facebook e penso: opa, é disso que eu vou falar.
Porque de SUS eu entendo. E estou vendo muita gente que depende do SUS — ou que tem pai, mãe, filhos e familiares que dependem dele — ainda sem dimensão do seu processo histórico, do que foi necessário conquistar e do quanto ele pode ser ameaçado por escolhas políticas.
Eu sei que o SUS não é perfeito. Justamente por isso participo de um movimento que luta pela sua defesa, pelo seu fortalecimento e por um SUS 100% público, universal e de qualidade.
Também tenho críticas ao governo Lula em vários aspectos. Meu apoio não é acrítico. Mas, quando comparo os dois projetos, especialmente o que representam para o SUS e para as políticas sociais, para mim não há dúvida: o governo Lula é, de longe, melhor que o governo Bolsonaro.
Por isso, neste segundo turno, defender o SUS também passa pelo voto.
Eu vou de Lula 13.
Do luto à luta. Pelo SUS, pela vida e pelos direitos sociais.
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*Cristiane Lemos é professora e pesquisadora da Universidade Federal de Goiás (UFG), onde coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Trabalho e Saúde (Gepets)
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Publicação de: Viomundo
