Andrew Giuliani, chefe da força-tarefa da Casa Branca junto à Fifa, defendeu na sexta-feira (17) o direito à liberdade de expressão da seleção argentina após a polêmica da faixa com os dizeres “As Malvinas são Argentinas” na semifinal da Copa do Mundo.
Em entrevista à imprensa local, Giuliani disse que os argentinos fizeram a manifestação política porque estavam nos Estados Unidos. Ele citou a Primeira Emenda da Constituição americana, que protege a liberdade de expressão no país.
Ao mesmo tempo, Giuliani apoiou os pedidos de entidades que querem uma investigação da Fifa sobre o caso. Na quinta-feira (16), o governo das Ilhas Malvinas divulgou nota repudiando a atitude dos jogadores e pediu sanções aos atletas da Argentina.
O texto do governo das ilhas afirmou que o time “decidiu manchar o resultado da semifinal” e lembrou a atuação da Argentina na região em 1982. A nota também disse que não quer as ilhas e sua população usadas como “futebol político”.
A Fifa ainda não havia informado, até a publicação desta versão, se abriria investigação formal sobre o episódio.
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