Fim do martírio de Márcia Lucena, Ricardo Coutinho e Amanda Rodrigues. VÍDEOS

Por Conceição Lemes

No Viomundo, já abordamos várias vezes o tema lawfare

Uma delas foi na videocoluna da feminista e professora Márcia Lucena, publicada em 25 de abril de 2023. Assista-a no topo.

Lawfare, Márcia ensina, vem da junção de duas palavras em inglês: law (lei, direito) e warfare (guerra).

Lawfare, portanto, é a lei usada como arma de guerra.

Nela, diferentemente da guerra convencional, não há tiros disparados, prédios destruídos e sangue derramado.

Porém, mesmo sem derramar uma gota de sangue, o lawfare mata pessoas, destrói nações, instituições, alerta-nos Márcia no vídeo acima, onde ela mostra o modus operandi dos bandidos que se fazem passar por mocinhos, as consequências.

No Brasil, há vários casos de lawfare.

Certamente, o mais conhecido é o do presidente Lula.

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Mas há outros emblemáticos.

O de Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil, é um deles.

Outro é o de Ricardo Coutinho, governador da Paraíba entre 2011 e 2018.

Ele foi o alvo principal da operação filhote da Lava Jato – a Calvário, desencadeada em dezembro de 2019.

Mas, para ”mostrar” que havia uma organização criminosa liderada por Coutinho, era necessário incluir outros ”inimigos” para dar verossimilhança à história.

A Calvário escolheu, então, vários a dedo.

Entre eles, Márcia Lucena, que era prefeita de Conde (PB), e Amanda Rodrigues, ex-secretária de Finanças da Paraíba.

Pois nessa sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, o calvário de Márcia Lucena, Ricardo Coutinho e Amanda Rodrigues teve fim.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), trancou o processo contra os três originário da Paraíba. 

Trancar é mais do que anular. Significa que nunca deveria ter existido, pois não há prova alguma de crime. 

A própria Márcia explica no vídeo abaixo.

OPINIÃO: Depois de anos de massacre público, STF decreta a morte da Operação Calvário por falta de provas

Publicação de: Viomundo

Lunes Senes

Colaborador Convidado

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