Gustavo Guerreiro: A ONU sem tom, sem voz
Por Gustavo Guerreiro*, especial para o Viomundo
Há momentos na história em que a política internacional, geralmente árida e pautada pelo cálculo geopolítico dos orçamentos militares e das guerras comerciais, resolve se permitir um átimo de poesia.
Em setembro de 2003, no salão nobre da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), vivemos um desses raros instantes de suspensão …
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