Tânia Mandarino: Procurador-geral da Venezuela convoca juristas e feministas do mundo todo. VÍDEO

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Por Tânia Mandarino*

No vídeo acima, a fala do Procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, durante o grande Encontro Nacional de Juristas que aconteceu na sexta-feira, 16 de janeiro, no Teatro Teresa Carreño, em Caracas. 

O evento foi acompanhado por juristas de todo o mundo através de videoconferência.

Saab traça uma linha histórica desde a vitória de Hugo Chávez em 1998, comparando a situação atual com intervenções militares passadas no Iraque e na Líbia, as quais descreve como tentativas de potências imperiais de saquear recursos naturais.

Defesa da Institucionalidade: Ressalta que a Venezuela manteve sua estrutura democrática e que a Constituição de 1999 é um modelo de vanguarda para os direitos humanos e soberania, ao contrário da constituição anterior que ele define como “letra morta”.

Imunidade e Direito Internacional: Argumenta que Nicolás Maduro possui imunidade pessoal absoluta como chefe de Estado e que seu processo é ilegal perante o Direito Internacional Público e Humanitário.

Apelo à Resistência: Define Maduro e Cilia Flores como símbolos globais de resistência contra o fascismo e o imperialismo, convocando os juristas a se unirem em uma frente internacional para exigir a liberdade imediata de ambos.

Feministas: Tarek lembrou que o feminismo no mundo tem que defender as mulheres venezuelanas e pedir a libertação de Cilia Flores. “Onde está o feminismo no mundo?”, perguntou. 

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Publicação de: Viomundo

Lunes Senes

Colaborador Convidado

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