Sergipe

Dez cidades e mais de 50 sindicatos de diversas categorias aderiram à mobilização

Redação (*) |
Centro de Aracaju (SE) vazio, com a adesão dos trabalhadores à Greve Geral. Márcio Garcez

A capital de Sergipe, Aracaju, amanheceu nesta sexta-feira (30) com os terminais de ônibus vazios após os trabalhadores rodoviários, motoristas e cobradores decidirem cruzar os braços e se unirem às demais categorias que participaram da greve por direitos contra as reformas trabalhista e da previdência. 

Militantes da Frente Brasil Popular, centrais sindicais e os movimentos populares também ocuparam os portões das empresas de ônibus da capital. Desse modo, os rodoviários decidiram não sair das garagens e os ônibus deixaram de circular na cidade.

Em todo o estado, mais de 50 sindicatos de diversas categorias aderiram à greve. Além disso, mais de 30 escritórios de advocacia de Sergipe também se somaram às manifestações. Assim, nesta sexta, os serviços de transporte público, comércio, bancos, dentre outros, paralisaram suas atividades.

Herick Argôlo, militante da Frente Brasil Popular, faz uma avaliação do ato: “Não houve um ônibus sequer circulando aqui em Aracaju e também os comerciários fecharam as portas, o grande comércio não funcionou aqui na capital, portanto o ato foi vitoriosíssimo e houve aqui uma verdadeira prova de que a Frente Brasil Popular se enraizou em todo o estado, pois todas as regiões construíram atos e em todas houve sindicatos aderindo à greve geral”.

Durante o dia também houve trancamento de pelo menos 20 pontos em ruas, avenidas e estradas, conforme anunciaram as entidades que compõem a Frente Brasil Popular do estado. Atos foram realizados em pelo menos 10 municípios do estado.

(*) com informações do site Expressão Sergipana