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Raquel Dodge faz campanha para Lula e Haddad

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, cumpre roteiro previsto e, esbaforida, pede a impugnação da candidatura Lula em tempo recorde. Com isso, reforça as denúncias do PT sobre complô das autoridades contra o ex-,presidente.

A cúpula do PT avalia que a postura da PGR (Procuradoria-Geral da República) em relação ao registro da candidatura de Lula reforça o discurso de que o ex-presidente é perseguido pela Justiça, e deve servir de combustível para a estratégia do partido.

Com aval de Lula, a ordem dentro do PT é manter o enfrentamento com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para fortalecer a tese de perseguição contra o ex-presidente.

Na opinião de dirigentes petistas, isso será fundamental para a transferência de parte do eleitorado de Lula para Fernando Haddad, hoje candidato a vice e seu provável substituto na urna.

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Tribunal de Contas barra privataria de Doria

O Tribunal de Contas do Município de São Paulo suspendeu a concessão do complexo do Pacaembu, que teria os envelopes abertos e a empresa vencedora revelada nesta quinta-feira (16). A gestão Bruno Covas (PSDB) contava com a desestatização como a primeira do grande pacote anunciado pela gestão tucana, iniciada por João Doria (PSDB).

Doria é candidato ao governo do estado e contava com a concessão do Pacaembu como primeiro grande triunfo de seu programa, sobre o qual poderia capitalizar durante sua campanha.

A suspensão da concessão pelo tribunal não tem prazo definido para ser concluída, o que significa que pode ficar para apenas depois das eleições.?

A suspensão é o episódio mais agudo de relação tensa que a prefeitura e o TCM têm mantido desde o início da passagem de Doria pela gestão municipal. O projeto de concessão dos cemitérios foi barrado por sete meses, em sua fase inicial, entre 2017 e 2018. A privatização do Anhembi e o projeto de revitalização de pontes das marginais também foram alvos de questionamentos dos conselheiros do órgão.

?Covas tentou colocar panos quentes no relacionamento desde que virou prefeito, em abril, mas tem sofrido tanto quanto o antecessor com as decisões do TCM. Em junho, a poucos dias do anúncio das empresas vencedoras da licitação de ônibus na cidade, o conselheiro Edson Simões decidiu suspender o processo. Ele encontrou 51 irregularidades e 20 inconformidades no edital, e apresentou 19 recomendações.

Pelo planejamento de Doria, já deveriam estar nas mãos da iniciativa privada pelo menos o primeiro pacote de parques, que inclui o Ibirapuera, os cemitérios e o Anhembi.

Além de dificuldades na Câmara e no Tribunal de Contas do Município, a prefeitura atribui o atraso ao que chama de “judicialização excessiva” e ao calendário eleitoral, diz Wilson Poit, secretário de Desestatização e Parcerias.

No caso dos parques, o governador Márcio França (PSB), rival de Doria nas eleições, negou em julho a cessão de áreas do Ibirapuera que pertencem ao estado, alegando não ter sido consultado.

Com isso, Covas teve que reformular o pacote, deixando só o Ibirapuera (excluindo áreas estaduais) e o parque Lajeado (zona leste), sem outros quatro que também ficariam sob responsabilidade privada.

No começo do mês, a Justiça decidiu que os prédios do Anhembi não podem ser demolidos, o que não impede a privatização diretamente, mas pode inviabilizá-la —dificilmente haveria interessados nessas condições.

“A judicialização excessiva, o calendário eleitoral e o desconhecimento do que é desestatização, concessão e privatização colaboram para atrasar, mas sou otimista e acho que conseguiremos realizar [o pacote prometido por Doria]”, disse Poit à Folha na terça-feira (14). Para ele, é possível ter dez editais de concessão abertos até o final de 2018, incluindo o terminal de ônibus Princesa Isabel e os parques.

O PROJETO DE REFORMA

A gestão Covas diz que a reforma deverá seguir os parâmetros definidos em projeto aprovado pela prefeitura e por órgãos de preservação do patrimônio municipal e estadual (Conpresp e Condephaat). Ele foi elaborado por consórcio do qual participa empresa do ex-jogador Raí.

A intervenção mais radical é a derrubada do tobogã para a construção de um edifício translúcido, reduzindo a capacidade do estádio de 40.199 para 26.824 pessoas.

Esse edifício multiuso deve ter sua vocação definida pelo consórcio ganhador. Possibilidades que já chegaram à mesa da prefeitura envolvem a criação de hotel, restaurantes, escritórios para empresas de inovação (uma espécie de incubadora) e uma faculdade.

No subsolo do edifício deve ser construído um estacionamento com 650 vagas. O piso térreo funcionaria como uma passagem entre o estádio e o centro esportivo, dissolvendo a barreira imposta pelo tobogã —que, para a empresa, teria “baixa qualidade arquitetônica”, deturparia o conceito original do estádio (foi construído depois) e ofereceria uma visão ruim do campo.

Além disso, há a intenção de instalação de coberturas nas arquibancadas laterais (leste e oeste) e a completa reforma das instalações hidráulica e elétrica —no ano passado, diversas partidas de futebol no estádio foram interrompidas devido a quedas de energia.

O edital abrange o estádio e o clube e não engloba o Museu do Futebol, que pertence ao governo do estado, nem a praça Charles Miller.

“Nossa visão para o futuro do complexo do Pacaembu é ancorada em três pilares: primeiro, transformar o Pacaembu em Parque Urbano Esportivo, aberto para a população todos os dias da semana. Segundo, restaurar o estádio, respeitando as diretrizes do tombamento, mas adaptando as normas atuais de segurança e conforto. Terceiro, criar um espaço para hospedar empresas da economia criativa e um mercado gastronômico”, diz Paulo Velasco, empresário que é sócio de Raí.

Segundo a prefeitura, está garantido no edital que nada mudará para aqueles que frequentam o clube, que continuará aberto gratuitamente para a população que desfruta das piscinas e quadras. Atualmente, basta fazer um cadastro na secretaria do clube para ter acesso a ele.

O valor mínimo de outorga que deve ser pago pelas interessadas é de R$ 37 milhões. O vencedor será o consórcio que oferecer o maior valor. A prefeitura projeta R$ 500 milhões em ganhos ao município em mais de três décadas, incluindo outorga, investimentos e novos impostos.

Em 2017, segundo a gestão Covas, houve gastos de R$ 8,3 milhões, contra receita de R$ 2,3 milhões do Pacaembu.

OUTROS ITENS NA LISTA DE PRIVATIZAÇÕES DE COVAS

106 parques:

Modelo Concessão
Período de concessão 35 anos
Custo anual R$ 180 milhões
Em que fase está Suspenso para mudanças no edital, a ser lançado no 2º sem. de 2018. Primeiro pacote deve apenas incluir Ibirapuera e Lajeado.
O que a prefeitura quer Conceder parques cobiçados com desvalorizados, para que estes sejam revitalizados

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A Band censurou Lula! Veja aqui o debate com Manu e Haddad

Hoje, às 22h, a TV Bandeirantes transmitirá o primeiro debate entre os presidenciáveis. A emissora vetou a participação de Haddad, como você da chapa. Leia, a seguir, a carta do presidente Lula sobre o assunto e, logo abaixo, a transmissão do debate paralelo, que Lula e Manuela D’ávila farão para mostrar ao público as propostas do candidato que lidera as pesquisas e que, por isso, está sequestrado em Curitiba.

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Curitiba, 09 de agosto de 2018.

“A decisão de me excluir do debate entre os presidenciáveis, promovido pela Band, viola o direito do povo brasileiro e também dos outros candidatos de discutir as propostas da minha candidatura e até de me criticarem olhando na minha frente, e eu tendo o direito de responder.

A candidatura que lidera as pesquisas é impedida de debater com as demais suas propostas e ideias defendidas por milhões de brasileiros. Viola também a liberdade de imprensa, impedindo que um veículo de comunicação cumpra seu dever de informar, e proibindo o público de exercer seu direito de ser informado. O nome disso é censura. Sou candidato porque não cometi nenhum crime e tenho compromisso com este povo que, em 2010, ao final de meu mandato, concedeu-me o maior índice de aprovação de um presidente na história deste país, com 87% de avaliação positiva. O Brasil precisa debater seu futuro de forma democrática. Ter eleições onde o povo, que já viveu dias melhores em um passado recente, possa escolher que caminho quer para o país, com a participação de todas as forças políticas da nação.

Luiz Inácio LULA da Silva

 

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Assista ao debate com Manu e Haddad ao vivo:

 

 

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Golpe gera fila quilométrica de desempregados em SP

O Vale do Anhangabaú, na região central de São Paulo, amanheceu mais movimentado do que de costume nesta segunda-feira (16). Retrato do desemprego que atingia 13,2 milhões de brasileiros no trimestre encerrado em maio.

A multidão se aglomerou desde cedo nas imediações do Secsp (Sindicato dos Comerciários de São Paulo) em busca de uma das 1.800 vagas formais oferecidas em mutirão realizado pela entidade em parceria com empresas.

O volume de interessados pegou a organização de surpresa. Segundo o sindicato, os primeiros candidatos chegaram já no fim da noite de domingo (15).

Letícia dos Santos Silva, 33, e o marido, Welligton, entraram na fila às 5 horas. Ambos estão desempregados há cerca de dois meses e têm quatro filhos para sustentar. “Estamos aqui porque temos aluguel para pagar”, diz Letícia.

Ela estava de olho em vagas de operadora de caixa, área em que já trabalhou, e ele, de estoquista.

Além de fazer frente à situação do desemprego no país, a iniciativa do Secsp é uma tentativa de atrair filiados após a reforma trabalhista, em vigor desde novembro, tornar o imposto sindical facultativo e derrubar a arrecadação dos sindicatos.

“É uma resposta pela valorização do movimento sindical e um caminho para aperfeiçoarmos a relação com as empresas. Agora, com o predomínio do negociado sobre o legislado, vamos ter que amadurecer as negociações coletivas”, diz Ricardo Patah, presidente do sindicato e da UGT (União Geral dos Trabalhadores), central à qual o Secsp é filiado

O sindicato negocia também com as empresas uma oferta adicional de 500 vagas para a próxima semana.

A mudança na dinâmica do processo deixou os candidatos perdidos. Muitos se aglomeravam na porta do sindicato para tirar dúvidas e reclamavam que a comunicação confusa havia dispersado pessoas da fila.

Uma funcionária do sindicato disse que houve casos de pessoas vendendo suas senhas na fila, após terem sido atendidas.

Outros que não chegaram a tempo de se inscrever entregavam seus currículos a funcionários na porta ao longo de toda a tarde.

“É o primeiro feirão, mas o trabalho de vaga social já existe, costumamos receber currículos e encaminhar quando há vagas”, explica Cleonice Caetano, diretora do departamento de assistência social do Secsp.

Dados do IBGE de maio mostram que o país perdeu quase quatro milhões de postos com carteira assinada desde o teto em 2014, chegando ao menor nível da série iniciada em 2012.

Sindicalização

Enquanto esperavam, os candidatos eram abordados por diretores e membros do sindicato, que explicavam como seria o processo seletivo e também como funcionava a entidade. Cerca de 28 diretores e mais de 30 militantes foram mobilizados para a empreitada.

O Secsp já chegou a registrar 50 mil filiados, hoje tem 30 mil, de uma base de 400 mil trabalhadores. “Só no ano passado fizemos 150 mil homologações”, diz Patah.

Desinformação e contenção de gastos se mostraram as principais barreiras para uma eventual associação, cuja mensalidade é de R$ 30.

“É importante se filiar, mas neste momento é complicado, de onde vou tirar o dinheiro?”, questiona Ana Carolina Toneo, formada em marketing e sem emprego com carteira assinada há dois anos. “Só fiz bicos, estou aceitando a vaga que vier”, completa.

Os haitianos Louis Pierre, 38, Oska Bellevue, 41, e Jean Alix Joseph, 54, estão no Brasil há cerca dois anos.

Tiveram empregos diversos, como pedreiro e ajudante de cozinha. Bellevue considera o movimento sindical do país forte. “Ele é importante porque há empregadores que abusam, e nós não queremos problema, só queremos trabalhar”, afirma. Ele diz, no entanto, que não teria condições de pagar para se associar.

O viúvo Arnaldo José Correra, 60, já foi filiado ao sindicato dos taxistas por dois anos, mas desistiu porque achava que a entidade “não fazia nada”.

“Precisaria saber como está o sindicato [dos comerciários], como funciona e quais são os benefícios para pensar em me filiar. O sindicato é importante se ajudar o trabalhador”, afirma. Ele está desempregado desde novembro e, segundo Arnaldo, faltam dois anos para que consiga se aposentar.

Ícaro de Oliveira, 18, que busca o primeiro emprego, se diz mais cético. “Prefiro não me filiar, acho que o sindicato é relevante para alguns, mas não para todos”, afirma.

“É uma categoria difícil de filiar, porque é dispersa e tem uma rotatividade grande. Além disso, há muitas pequenas empresas em que a relação do trabalhador e do patrão é muito próxima, muitos acabam não se associando por medo”, diz Patah.

Dentro do prédio do sindicato, candidatos se deslocavam de um andar a outro, participando em sequência de vários processos seletivos.

Vivian Donato, 42, é professora e está desempregada há três anos. Enquanto espera abertura de concurso para a rede pública, se candidatou para vagas diversas no mutirão.

“Achei uma boa iniciativa, eu me sindicalizaria se passasse no processo”, afirma.

 

Seleção

De acordo com Patah, a maioria das vagas disponíveis no mutirão tem um salário médio de R$ 1.300. “Queremos diversificar com vagas de até R$ 5.000 futuramente.”

O recrutamento acontece até as 17h na sede do sindicato (Rua Formosa, 99) em São Paulo. Há vagas como de operador de caixa e vendedor em grandes redes de farmácias, materiais de construção e supermercados, entre outros.

Os departamentos de recursos humanos das companhias estão no sindicato para iniciar o processo seletivo dos candidatos, com entrevistas e análise de currículo.

O candidato deve apresentar RG, CPF e comprovante de residência, além de seu currículo.

No Carrefour, por exemplo, a etapa no sindicato envolve um teste com 12 questões de português, matemática e conhecimentos gerais e uma redação. Até sexta-feira (20), quem passar será chamado para uma dinâmica e entrevistas com os gerentes das lojas.

Algumas empresas, como redes de supermercados, aceitam candidatos sem experiência ou ensino médio. Outras são mais restritivas, como a Clovis Calçados, que busca profissionais que já tenham trabalho no segmento.

Há também um posto do CAT (Centro de Apoio ao Trabalhador) no local para a emissão de carteira de trabalho para quem ainda não tiver o documento —é necessário apresentar RG ou outro documento oficial, orienta o sindicato.

Com informações da Folha de S.Paulo.

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Aliados de Ciro à direita querem que poupe Temer

Dirigentes de partidos do centrão que atuam para dar apoio a Ciro Gomes (PDT) na disputa pelo Planalto pediram ao pedetista que modere o tom das críticas ao presidente Michel Temer. Ciro já chamou o emedebista de quadrilheiro e disse que quer vê-lo preso. Essa agressividade deixa siglas como o PP, que ocupa quatro cargos no primeiro escalão, em situação muito desconfortável. Ninguém espera que Ciro se cale, mas querem que ele faça o debate “no campo da política”.

No bloco de cinco siglas do centrão,três partidos decidiram marchar juntos sob qualquer hipótese: DEM, PP e Solidariedade. E, nesse grupo, Ciro Gomes ainda tem certo favoritismo ante o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.

 

Com informações da Folha de S. Paulo.

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Carmen Lúcia vai matar independência do STF

O STF tem tomado decisões que desafiaram a mídia ao absolver a presidente do PT e soltar José Dirceu, mas ao deixar a presidê

A determinação de magistrados da 2ª Turma que votaram pela soltura ou manutenção da liberdade de diversos réus nesta semana era a de mostrar “quem manda”, ou seja, quem tem a palavra final na Justiça e não abre mão de exercer esse poder dentro de critérios que julga corretos.

Há entre ministros do STF, e não apenas da 2ª Turma, o entendimento de que pressões externas têm influenciado o tribunal de forma exacerbada, emparedando magistrados. E que é preciso haver resistência clara a isso.

Um deles diz que o Brasil não aguentaria mais turbulências e que chegou enfim a hora de estabelecer limites dentro das regras constitucionais.

As decisões da 2ª Turma nesta semana, no entanto, foram consideradas “o canto do cisne [que seria mudo durante a vida e cantaria antes de morrer]” por advogados experientes que atuam em processos da Lava Jato. Segundo um deles, pensar que a operação está sendo freada para atuar dentro de limites legais estritos, mais favoráveis aos réus, é uma ilusão.

Por esse raciocínio, a Lava Jato voltará a se fortalecer nos parâmetros de sempre quando a ministra Cármen Lúcia voltar a atuar na 2ª Turma, ao deixar a presidência do STF (Supremo Tribunal Federal), em setembro.

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“Venda” inesperada do tríplex está cheirando mal

Ninguém queria comprar o tríplex de Lula. Após meses em oferta, o leilão só teve um lance.

De repente, do nada, um indivíduo chamado Fernando Costa Gontijo, sócio de diversas  empresas, as quais possuem diversos contratos com o setor público, principalmente com o governo do Distrito Federal, Gontijo também é sócio do advogado José Augusto Rangel de Alckmin em uma empresa imobiliária.

José Augusto é primo de Geraldo Alckmin (PSDB), presidenciável e ex-governador de São Paulo.

 

 

E, por fim, Fernando Gontijo arremata o imóvel em leilão exatamente pelo preço que ninguém queria pagar.

É tudo muito suspeito. Um apartamento de 200 metros quadrados no Guarujá, na praia das Astúrias, não sai por 2,2 milhões de reais de modo algum.

Por isso, estava encalhado.

Por isso, não houve lance algum. O único que havia sido dado fora um engano…

O lance de Gontijo foi dado faltando quatro minutos para o fim do leilão.

Conclusão: a suspeita é a de que houve alguma armação para que o imóvel fosse vendido exatamente pelo preço que a Lava Jato disse que valia – e que ninguém queria pagar – para sustentar a narrativa da Operação contra Lula.

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A bajulação asquerosa de Nizan Guanaes a bilionários

 

 

Com a desculpa de relatar um não-assunto, sua chegada aos 60 anos, o publicitário proto tucano Nizan Guanaes escreveu uma bajulação asquerosa a bilionários, começando pelo defunto mais rico do país, Roberto Marinho

 

 

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Dia 9 de maio, eu faço 60 anos. É a idade em que o sujeito começa a repetir em festas, rodas de café e salas de dentista a psicanalítica frase: “Você sabia que Roberto Marinho começou a Rede Globo aos 60 anos?”.

É por isso que dedico a ele esta coluna de 60 anos. Roberto Marinho, seu Frias (o visionário publisher desta Folha), Abilio Diniz, Jorge Paulo Lemann, Jorge Gerdau são homens que não param quando o dinheiro não é mais problema. Eles seguem iluminando o caminho, e nós vamos seguindo atrás.

No dia 4 de novembro, aos 60 anos, eu vou correr a maratona de Nova York. O homem que atravessará a linha de chegada mais morto que vivo depois de mais de quatro horas de corrida é um ex-gordo de quase 200 quilos que está escrevendo um livro chamado “Fênix, Porque Tudo Acabou”. Não é um livro sobre mim, mas sobre reinvenção —tão necessária num mundo onde tudo acabou e onde todos nós, repito, todos nós precisamos nos reinventar.

Porque, eu não sei se já disse, o doutor Roberto Marinho fundou a Rede Globo aos 60 anos (kkk). E, para mim, a obra maior de doutor Roberto não é a Globo (essa obra colossal). Sua maior obra é ensinar os outros a seguir em frente após os 60.

Aliás, devo confessar que o doutor Roberto não me inspirou só profissionalmente, mas amorosamente também. Quando conheci Donata, disse a ela com a maior cara de pau que devíamos nos casar porque não devíamos esperar como o doutor Roberto esperou até bem tarde para se declarar ao seu antigo amor, dona Lily. Ou seja, o homem fundou a Globo aos 60 e redescobriu o amor depois dos 80. Eu mandava flores com cartões a Donata e assinava doutor Roberto.

Não parar de sonhar, não parar de amar, esse é o legado de Roberto Marinho e de tantos homens e mulheres pelo mundo todo que inventam e se reinventam sem olhar no relógio do tempo porque reinventam o relógio e o tempo.

No ano que vem, aos 61 anos, vou estudar em Harvard. Quero também cursar a Universidade Singularity, frequentar Davos e o DLD Innovation Festival de Tel Aviv, cheio de perguntas e repetindo, como Sócrates, que só sei que nada sei.

O homem que amanhã chega aos 60 anos não é bem um homem, mas uma errata. Uma vida iluminada por um monte de erros crassos reescrita a muitas mãos, onde são visíveis a caligrafia amada de Donata, os garranchos de meus médicos Roberto Kalil e Arthur Guerra e de tantas outras mãos que me deram a mão para eu chegar até aqui.

Vim comemorar meus 60 anos amanhã na ilha devastada e em reconstrução de Saint Barth. Quando escolhi o lugar, não percebi o significado da escolha. Passarei sem festa, com mulher e filhos a celebrar tranquilo nessa linda ilha, com suas praias azuis, suas rochas de Xangô e suas águas de Iemanjá.

Devastada pelo furacão Irma, ela renasce das cinzas como Fênix, como eu, que tantas vezes tive de me refazer.

Vivemos num século no qual as pessoas vão viver muito, mas muito mesmo. E precisam estar dispostas a se reinventar muitas vezes. Como Abilio, Jorge Paulo, seu Frias, Olavo Setúbal, Fernando Henrique, Luiza Trajano e Roberto Marinho nos diversos períodos de altos e baixos ao longo da longa vida.

São 60 anos. Seis anos sem minha mãe, 39 sem meu pai, décadas sem meu avô. Mas eles não morrem. E atravessarão comigo a reta de chegada da maratona com os meus pés congelados, os meus joelhos em frangalhos e a minha alma feliz. Para reafirmar, como disse Hemingway, que o homem pode até ser destruído, mas jamais vencido.

 

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Defender quem, o quê, como, onde, quando, por quê?

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Inquérito sobre caixa dois de Alckmin é encaminhado para 1ª instância

A Procuradoria Regional Eleitoral no Estado de São Paulo (PRE-SP) informou nesta sexta-feira (27) que pediu que o inquérito sobre suposto caixa dois de mais de R$ 10 milhões para as campanhas de Geraldo Alckmin (PSDB) seja remetido à primeira instância.

O tucano perdeu o foro especial ao deixar o governo paulista, em 6 de abril, para disputar a Presidência da República. Havia dúvida se o caso ficaria na segunda instância, uma vez que envolve o secretário estadual Marcos Monteiro, apontado como operador dos repasses ilícitos da Odebrecht em 2014.

Em 2010, os R$ 2 milhões supostamente doados sem declaração oficial teriam sido intermediados pelo cunhado do ex-governador Adhemar Cesar Ribeiro.

“Conforme precedentes do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a existência de secretário entre os investigados não atrai competência para segunda instância”, justificou o MPF em nota.
A PRE-SP disse que obteve vista dos autos, que correm em sigilo, na quarta-feira (25). A promotoria eleitoral paulistana afirmou que ainda não foi notificada.

Alckmin nega irregularidades em todas as suas campanhas eleitorais e se diz à disposição da Justiça Eleitoral. Há 15 dias, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu enviar o inquérito à Justiça Eleitoral, tirando o tucano da mira imediata da Lava Jato.
Procuradores  dizem, no entanto, que podem pedir compartilhamento de provas para investigá-lo na esfera criminal caso encontrem indícios que sustentem o requerimento.

Na esfera civil, Alckmin é investigado pelo mesmo suposto esquema de caixa dois. O Ministério Público paulista investiga se ele cometeu improbidade administrativa.

Com informações da Folha

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