AuthorLunes Senes

Contra a destruição do Brasil por Bolsonaro e de MG, por Zema, trabalhadores da educação param

Foto: Studium Eficaz/Sind-UTE/MG

20 de setembro – Sind-UTE/MG em luta no Ato Contra a Destruição do Brasil e de Minas Gerais

Sind-UTE/MG

Na manhã desta sexta-feira, 20/09, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) paralisou totalmente as atividades e participou do Ato Contra a Destruição do Brasil e de Minas Gerais, na Praça Afonso Arinos, em Belo Horizonte.

A pauta: campanha salarial de 2019, defesa da Amazônia e da soberania nacional, contra a Reforma da Previdência e o Regime de Recuperação Fiscal e denúncia da política nefasta dos governos Bolsonaro e Zema.

A categoria também reivindicou do governador o cumprimento da legislação estadual do Piso Salarial .

“Nossa manifestação demonstra que não aceitaremos o contingenciamento de recursos, não compactuamos com a política de fusão de turmas e lutamos para que estudantes tenham um ensino de qualidade social e a categoria tenha um ambiente de trabalho e remuneração dignos”, destacou a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Denise Romano.

“Senador, se votar, não volta! Não à reforma da Previdência!

Com essas palavras de ordem, manifestantes pararam em frente ao prédio onde o senador Carlos Viana (PSD) tem escritório.

Foi cobrado um voto contrário à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019, que será votada no Senado Federal nos próximos dias.

Foto: Studium Eficaz/Sind-UTE/MG

“Os senadores eleitos por Minas, se ainda não entenderam, devem compreender que a função no Senado é representar os interesses da classe trabalhadora. Acabar com a possibilidade de uma aposentadoria digna só vai impor uma miséria social ao povo”, chamou-os à responsabilidade Denise Romano.

“O que fizemos hoje é uma resposta à falta de diálogo do governo Bolsonaro com todo o país. Reforço que estaremos sempre atentos e atentas para que a cobrança seja feita e a responsabilização também. Não à Reforma da Previdência!”, disse  Jairo Nogueira,  secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG).

Ele lembrou que o senador Rodrigo Pacheco (DEM) também deve exercer uma representação legítima do povo e será cobrado.

Cemig não é loja – Contra a política privatista de Zema

A luta contra o Regime de Recuperação Fiscal e a política privatista de Romeu Zema estiveram presentes nas vozes do ato.

Uma das propostas do governador é a venda da Cemig, empresa pública de grande importância social na prestação de serviço à população mineira.

O coordenador-geral do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais (Sindieletro/MG), Jefferson Silva,  mostrou como a empresa vem sendo sucateada:

“A Cemig, desde 2017, sofre um processo intenso de desmonte com a venda de usinas. Isso produz reflexos negativos no faturamento e, principalmente, no preço final da conta de luz que cada cidadão e cidadã pagam. A perspectiva é diminuir o Estado na vida das pessoas. Mas o autoritarismo político e econômico será derrubado pela força da classe trabalhadora”.

Piso Salarial é um direito legal

“Zema, cumpra o que está na Constituição do Estado! Pague o Piso Salarial”.

Em coro, estudantes, profissionais de vários setores do funcionalismo e comunidade escolar questionaram o governo sobre os baixos salários na educação.

A direção do Sind-UTE/MG relembrou que a categoria, desde 2008, luta pelo pagamento do Piso Salarial Profissional e que, a partir de 2018, é direito assegurado pela Constituição Estadual:

“Zema segue sem apresentar propostas concretas à nossa pauta de reivindicações e o ato de hoje é uma demonstração que estaremos na luta pelo tempo que for necessário. No próximo dia 25 de setembro faremos uma reunião com a Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG) e cobraremos uma postura dialógica e comprometida com o fortalecimento da educação pública.”

“Trabalhador na rua, Romeu Zema a culpa é sua!”

Com esses dizeres também repudiaram a política de fusão de turmas na rede pública de ensino, que fechou 225 salas de aula, provocou a demissão de educadores, superlotação e precarização do ensino-aprendizagem.

Paulo Freire presente!

A deputada Beatriz Cerqueira (PT) reforçou a importância de um dos maiores pensadores e Patrono da Educação Brasileira:

“No último dia 19 de setembro, Paulo Freire completaria 98 anos. Em tempos de obscurantismo, lembrar desse mestre é legitimar que a educação crítica é uma força libertária para o povo brasileiro. Nunca abaixaremos a cabeça diante da tentativa de criminalizar a nossa profissão. Respeitem-nos!”

Rafael Morais, presidente da Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas da Grande Belo Horizonte,  chamou a atenção para um projeto que está em tramitação na Câmara Municipal:

“É urgente estarmos atentos e atentas, porque BH pode aprovar o projeto Escola Sem Partido. Uma verdadeira afronta e violência contra a liberdade de pensamento e a política pedagógica nas escolas. Resistiremos”.

Artur Colito, represente do Levante Popular da Juventude,  falou sobre a importância de unificar luta em defesa da Educação:

“Precisamos defender a educação amplamente na institucionalidade e nas ruas. É nessa perspectiva que também faremos a disputa dos recursos que foram exonerados pela aplicação da Lei Kandir e destiná-los para o fortalecimento do ensino público”.

“Vamos resistir em todos os espaços, seja nas ruas ou nas igrejas. A luta pela educação é a luta pela democracia”, disse a missionária e coordenadora do Núcleo de Evangélicos do Partido dos Trabalhadores (PT), Elizabeth de Almeida Silva.

Finalizando o ato, com bandeiras, cartazes e força de luta, todos e todas gritaram: “Quem luta, educa! E conquista!”

A paralisação foi convocada pelo Sind-UTE/MG, em consonância com o dia nacional de manifestação chamado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Central Única dos Trabalhadores (CUT), demais centrais sindicais e movimentos sociais.



   Fotos: Studium Eficaz/Sind-UTE/MG

Publicação de: Viomundo

Presença de Greta em Nova York carimba em Bolsonaro o papel de vilão do clima; Vaticano dispara míssil contra fake news amazônica

?

Da Redação, com vídeos e fotos das redes sociais

Três milhões de pessoas em três mil cidades de 160 países, calculam os organizadores. A campanha da adolescente sueca Greta Thunberg, 16 anos de idade, floresceu.

Foi a Terceira Greve do Clima, que atraiu manifestantes — especialmente adolescentes — às ruas para dizer que não existe planeta B, às vésperas da Cúpula de Ações Climáticas das Nações Unidas, marcada para acontecer segunda-feira, em Nova York.

O Brasil será representado na reunião pelo governador de Pernambuco, Paulo Câmara, que falará em nome do Consórcio Nordeste.

O governo Bolsonaro não foi convidado.

Na terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro abre a Assembleia Geral das Nações Unidas com o filme queimado.

Os Estados Unidos são os maiores poluidores do planeta, produzindo 16,5 toneladas métricas de gás carbônico per capita em 2014, de acordo com o Banco Mundial.

A China produziu 7,5 toneladas per capita, contra apenas 2,6 do Brasil, que está abaixo da média mundial de 5,0.

Porém, se o Brasil não polui tanto, tem em seu território, na Amazônia, a capacidade de absorver gás carbônico indisponível em outras partes do globo.

É por isso que Bolsonaro ingressou nas últimas semanas na categoria de vilão do clima, ao lado de seu grande parceiro Donald Trump — segundo o qual, moinhos de vento causam câncer.

O plano paranoico do governo Bolsonaro para desenvolver uma região específica da Amazônia, no Pará, sem consultar as populações locais, é a mais recente demonstração da enorme distância entre setores da caserna que produziram Bolsonaro e a realidade.

Nem parece que a ditadura militar acabou. Bolsonaro está tentando enfiar o plano goela abaixo dos brasileiros através do apoio de empresários locais, de acordo com denúncia do Intercept Brasil.

O plano foi gestado sob o comando do coronel reformado Raimundo César Calderaro e considera indígenas, quilombolas, ambientalistas, ONGs, jornalistas e imigrantes chineses que vivem no Suriname como ameaças à integridade física do Brasil.

“Eles” estariam dispostos a relativizar a soberania brasileira sobre a região ou a impedir o desenvolvimento local a qualquer custo.

Ah, faltou falar da Igreja Católica.

Nas redes sociais, bolsonaristas dizem que o Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, que acontece de 6 a 27 de outubro, no Vaticano, será um passo para formar um país independente na região.

Com os robôs funcionando a todo vapor para espalhar a mentira, o Vaticano tomou a decisão extraordinária de fazer um desmentido formal, em vídeo (veja acima): “Piada”.

Greta participou da Greve do Clima em Nova York. A figura física dela e a mobilização de milhões de adolescentes fará aumentar o contraste com o discurso atrasado e anticiência do líder brasileiro.

Jair Bolsonaro não deve encontrar a nova líder ambientalista durante a viagem aos Estados Unidos.

Vai jantar com o colega Donald Trump.

Faz todo sentido.

Publicação de: Viomundo

Francischini fecha acordo com Moro na CCJ

Sérgio Lima/Poder360 -
Sérgio Lima/Poder360 –

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), disse nesta sexta-feira (20) que pretende resgatar pontos do pacote anticrime do ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) rejeitados por questões formais pelo grupo de trabalho formado pelos deputados que analisam o assunto.

Segundo Francischini, um desses itens é o que trata da prisão após condenação em segunda instância.

O tema constava do projeto de lei que está em discussão no grupo de trabalho, mas foi retirado do texto porque a maioria dos integrantes entendeu que o instrumento legislativo adotado pelo governo era incorreto.

Na avaliação dos deputados, a questão deveria constar de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e não de um projeto de lei, como foi enviado por Moro ao parlamento.

“Tentarei marcar na semana que vem uma reunião com os membros do grupo de trabalho para que a gente possa ver o que a Comissão de Constituição e Justiça pode fazer para complementar alguns pontos do projeto anticrime que saíram durante os estudos do grupo de trabalho por vício formal. Um desses casos, por exemplo, é a questão da prisão em segunda instância”, afirmou.

Ele lembrou que já tramita na comissão uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata do tema. “O que for vício formal nós tentaremos salvar na Comissão de Constituição e Justiça”, afirmou.

Desde 2016, o Supremo Tribunal Federal entende que a prisão após condenação em segunda instância é possível.

Com isso, aqueles condenados por tribunais de segundo grau, como os tribunais regionais federais, os TRFs podem ser presos (caso, por exemplo, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva).

No entanto, ações na Suprema Corte questionam esse entendimento sob o argumento de que o artigo 283 do Código de Processo Penal estabelece que as prisões só podem ser executadas após o trânsito em julgado, ou seja, quando não cabem mais recursos no processo.

Outro argumento apresentado pelos críticos à prisão em segunda instância é o de que a Constituição Federal é clara ao dizer que ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado.

Tramitação

O pacote anticrime foi enviado ao Congresso desmembrado em três textos.

Além do projeto que é debatido pelo grupo de trabalho, há outro que trata da criminalização do caixa dois e um terceiro que prevê que crimes comuns em conexão com crimes eleitorais sejam de competência da Justiça Comum e não da Justiça Eleitoral.

Este último tramita na CCJ e, de acordo com Francischini, será pautado na semana que vem.

Relatora da matéria, a deputada Bia Kicis (PSL-DF) apresentou parecer favorável à tramitação.

De G1

O post Francischini fecha acordo com Moro na CCJ apareceu primeiro em Blog da Cidadania.

Publicação de: Blog da Cidadania

No Brasil, atos da Greve Global pelo Clima misturam críticas sociais e ambientais


luta

Principais cidades do país se mobilizaram nesta sexta (20) em que cerca de 5 mil manifestações ocorreram pelo mundo

Redação |
Políticas antiambientais do governo de Jair Bolsonaro (PSL) foram questionadas em todos os atos Foto: Rafael Tatemoto

Tendo protagonizado alguns dos principais episódios de tragédias ambientais do planeta no último período, o Brasil também se mobilizou na Greve Global pelo Clima, que contabilizou nesta sexta-feira (20) cerca de 5 mil manifestações em mais de 150 países do mundo.

No Brasil, os protestos ocorreram em pelo menos 20 estados e foram impulsionados pela Coalizão pelo Clima, uma frente ampla composta por 70 organizações ambientalistas, coletivos, movimentos sociais, centrais sindicais e ativistas. As lutas dos movimentos sociais, atravessadas pelo tema ambiental, também ganharam destaque nas ruas do país.

Formada por organizações como Greenpeace, Lute pela Floresta, Famílias pelo Clima, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, e partidos como Psol, PT e Rede, a Coalizão é inspirada no movimento Fridays for Future (Sextas-feiras pelo Futuro), criado por Greta Thunberg, uma jovem ativista sueca de 16 anos. 

Destaque para os atos nas capitais Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Brasília (DF), São Paulo (SP), São Luis (MA), Maceió (AL) e Belém (PA).

Entre os manifestantes que foram as ruas, além do recorde de queimadas na Amazônia registrado em 2019, não faltaram temas para protestar. Foram lembrados os crimes ambientais cometidos pela Vale em Brumadinho e Mariana, Minas Gerais; o desmonte dos órgãos de controle ambiental na gestão de Jair Bolsonaro (PSL); as declarações antiambientais do presidente que se autointitula “capitão motossera“; a exclusão do Brasil da cúpula do clima da Organização das Nações Unidas; os ataques a terras indígenas e unidades de conservação; a liberação indiscriminada de agrotóxicos, entre outros temas locais e nacionais.

São Paulo

Em São Paulo (SP), a poucas quadras do centro financeiro e industrial do país, centenas de pessoas participaram do ato que reuniu movimentos populares, sindicatos, partidos políticos, estudantes e comunidades indígenas no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP), em frente ao parque Trianon, que preserva alguns poucos quilômetros quadrados de mata Atlântica. 

O modelo de matriz agrícola baseada na monocultura e no agronegócio foi bastante criticado, assim como o apoio do governo Jair Bolsonaro a esse grupo de empresários. “O agronegócio está acabando com o Brasil. Estão derrubando as florestas que é de todos por dinheiro só para alguns”, disse o aposentado Ricardo Silva, 69 anos.

A indígena Teneé, 16 anos, que mora em uma reserva Guarani, em Parelheiros, na zona Sul de São Paulo, comentou que a ação do homem no planeta impacta cada vez mais no clima. “Mesmo morando longe da cidade a gente sente a poluição. Tem menos água e até a plantação não é mais igual”, afirmou.

Outro ponto que se destacou no protesto foi o efeito das queimadas na região Norte que teve reflexo em todo o Brasil. “O céu de São Paulo virou noite no meio da tarde porque a Amazônia estava pegando fogo há dias. O Brasil tem que cuidar melhor das florestas”, considerou Gisele Gomes, 32 anos, que trabalha como secretária.

Protesto na Amazônia

Em Belém (PA), a Greve Global pelo Clima teve protestos contra as mineradoras Hydro Alunorte e Vale, que atuam de forma predatória no estado.

Cerca de 200 pessoas participaram do ato, que começou às 16h, na Escadinha da Doca, na capital paraense, que também contou com protestos contra o desmatamento e a expansão dos grandes latifúndios para criação de gado e plantação de soja.

A assistente social Jane Cabral, de 43 anos, acredita que se as pessoas se prontificam a comparecer a um ato é porque reconhecem a importância do tema — e afirma que os impactos climáticos não só para a região amazônica, mas para o mundo, merecem atenção, porque os danos são para todos os habitantes do planeta.

“Nós estamos sentindo ainda mais esse crime contra a Amazônia, que não é somente o fogo ou o desmatamento através das queimadas que estão acontecendo, mas o crime da Amazônia acontece há um tempo: são os grandes projetos. A gente tem a Hydro destruindo os nossos rios, tem a Vale, tem o agronegócio vindo com as suas plantações de soja, com seus monocultivos destruindo o que para a gente é a vida, que são as florestas, os rios, os animais, os seres humanos. Então para a gente, esse ato é altamente importante, porque é um ato que está acontecendo em nível mundial e nós, como sujeitos da Amazônia não poderia estar fora disso”, explicou.

Paula Pimentel, de 34 anos, integra o movimento feminista Marias e falou da participação do cidadão paraense no ato, mas principalmente, da mulher amazônida.

“A importância é fortalecer a luta para que todos tomem consciência de que vai afetar todo mundo. Acabando com a Amazônia todo mundo vai sentir. Tanto que esse ato é nacional, todas as capitais estão se organizando nesse momento e a gente vai se fortalecendo enquanto mulheres amazonidas, enquanto mulheres conscientizadas, enquanto mulheres que lutamos pelo direito à cidade, à vida, à cidade arborizada, à natureza e a gente está no enfrentamento todos os dias”, disse a representante do movimento feminista.

O protesto encerrou por volta das 20h30 e contou também a presença de pesquisadores do Museu Emílio Goeldi, apresentaram suas pesquisas para a comunidade assim como fizeram no ato do Dia da Amazônia realizado no último dia 5 de setembro.

Na capital

Em Brasília (DF), a manifestação, organizada pela Coalização do Clima do DF, se iniciou por volta das 17h, na Rodoviária, ponto central da cidade. Além de servidores públicos de órgãos ambientais, a maior parte dos manifestantes eram estudantes secundaristas e universitários. 

O Jovens pelo Clima, coletivo recentemente organizado em Brasília inspirado na atuação da ativista adolescente Greta Thunberg, da Suécia, foi uma das organizações que protagonizou a articulação para o protesto.

Nina Lourenço Abers, de 17 anos, explica que a iniciativa dos Jovens pelo Clima surgiu após a constatação de que “estávamos no centro do poder, e não havia um grupo organizado aqui”.  Também do Jovens pelo Clima, Helena Falkenberg Marques, da mesma idade, diz que o as posturas do governo Bolsonaro significam, na verdade, uma anti-política ambiental.

“A gente tem um desmonte. Ele criminaliza pessoas e instituições. É um negacionismo muito forte. Por conta dessa postura contra a ciência e a pesquisa, fica muito difícil tomar medidas”, explicou.

Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, participou da manifestação na capital federal: “É um movimento sendo convocado por crianças e adolescentes. Na realidade brasileira, é muito oportuno que eles digam ao governo que basta de destruir a floresta, basta de comprometer o futuro das gerações que estão aqui e das que não nasceram”.

O atou ocupou a Esplanada, realizando uma pequena parada no Ministério do Meio Ambiente e se encerrando em frente ao Congresso Nacional.

Cariocas protestaram em frente ao Ibama

Centenas de pessoas se reuniram em frente ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na Praça XV, centro do Rio de Janeiro (RJ), para o protesto contra o desmonte das políticas ambientais no país.

O ato parte da atividades da Greve Global pelo Clima foi organizado pelo coletivo Amazônia na Rua RJ, que faz parte da Coalizão Pelo Clima.

Publicação de: Brasil de Fato – Blog

“Não vou apontar o dedo a nenhum chefe de Estado”, diz Bolsonaro

 Jorge William / Agência O Globo
Jorge William / Agência O Globo

O presidente Jair Bolsonaro disse que terá encontro privado com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na viagem a Nova York. Segundo Bolsonaro, ele vai jantar com o americano.

O presidente afirmou ainda que o discurso que fará na abertura dos Debates Gerais na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), na próxima terça-feira, já está pronto e precisa apenas dos “polimentos finais”. Ele contou que o pronunciamento tratará da soberania e do que mudou no Brasil e que não vai ” apontar o dedo ” para nenhum chefe de Estado.

— Temos que falar do nosso patriotismo, da questão da soberania, do que o Brasil representa e sempre foi para o mundo. É um país que o povo é bem recebido em qualquer lugar. Aqui também a formação é de gente do mundo todo. Não vamos fulanizar, apontar o dedo para nenhum chefe de Estado. A ideia é fazer um pronunciamento falando de quem nós somos, nossas potencialidades, o que mudou no Brasil. Não tem mais aquela questão ideológica e estamos nos aproximando do mundo todo — declarou, em conversa com jornalistas na entrada do Palácio da Alvorada, depois de deixar o Palácio do Planalto.

Bolsonaro relatou que assistiu a pronunciamentos anteriores de presidentes brasileiros, sem citar nomes, e comentou que, no passado, tinha gente que “falava, falava e não dizia nada”.

Questionado se mandaria um recado aos 230 fundos de investimento, que juntos administram cerca de R$ 65 trilhões e pediram ao Brasil que proteja a Floresta Amazônica,  disse que não vai entrar neste detalhe, mas criticou a iniciativa

— Geralmente um grupo tão grande, pelo que parece o recado, é feito por uma minoria “xiita”. Não sabem os dados reais do que acontece no Brasil. Nós somos muito abaixo da média dos últimos 15 anos — defendeu o presidente.

De OGlobo

O post “Não vou apontar o dedo a nenhum chefe de Estado”, diz Bolsonaro apareceu primeiro em Blog da Cidadania.

Publicação de: Blog da Cidadania

PT quer depoimentos de Frota e Carlos Bolsonaro na CPI das Fake News

Compartilhe agora!

<![CDATA[

]]>

O Partido dos Trabalhadores (PT) vai convidar o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) para prestar depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News. O vereador Carlos Bolsonaro, o ‘Carluxo’, também será convocado para dar explicações na CPMI, segundo informou o senador Angelo Coronel (PSDB-BA), presidente da comissão.

A deputada Luizianne Lins(PT-CE) argumenta que Frota “obteve destaque no ativismo digital político em nosso país nos últimos anos”.

Segundo O Globo, no requerimento, a parlamentar petista afirmou:“Polêmico, passou a debater inclusive sobre as condutas dos atores políticos nacionais nas redes sociais. O parlamentar demonstra-se conhecedor dos bastidores da produção de informações políticas para a internet, inclusive daquelas que poderiam ajudar nos trabalhos desta CPMI, de forma que entendemos ser importante a sua vinda para colaborar com o processo investigativo.”

LEIA TAMBÉM:

Angelo Coronel é ameaçado de morte após assumir presidência da CPI das Fake News

VEJA ESSA: Carluxo vai depor na CPMI das fake news

CPMI das Fake News e CPI da Lava Jato podem desestabilizar o governo, diz cientista política

Frota, ex-bolsonarista radical, atualmente é um crítico e opositor do presidente Jair Bolsonaro e de seu clã familiar. Já Carlos Bolsonaro é o operador principal das contas pessoais do pai nas redes sociais.

Compartilhe agora!

Publicação de: Blog do Esmael

Encontro Nacional da Campanha Lula Livre neste sábado em São Paulo

Compartilhe agora!

<![CDATA[

]]>

Neste sábado (21), acontece em São Paulo a Plenária Nacional da Campanha Lula Livre, no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. A plenária tem como objetivo reunir membros dos comitês, entidades e movimentos sociais para fazer uma avaliação e traçar perspectivas sobre a campanha pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Diferente da última plenária realizada em março deste ano, a reunião conta com critérios de indicação de representantes das organizações e comitês da campanha.

“Esse será um momento de balanço das atividades da campanha e elaboração das perspectivas e propostas para o próximo momento. Para que o debate possa fluir com maior dinamicidade, a participação acontecerá por meio de critérios de delegação”, aponta o documento de convocação do encontro.

Para João Pedro Stédile, do MST e um dos coordenadores da campanha, “é um momento de escuta dos militantes que estão na campanha para verificar o que está dando certo e o que precisa ser melhorado.”

LEIA TAMBÉM:

Bolsonaro tem que saber que o tempo da molecagem acabou, diz Lula

Chico Buarque, Carol Proner e Haddad entregam carta de juristas a Lula

Conversas de Lula ficaram fora dos autos para coibir vazamentos, diz juiz da Lava Jato

Programação

Das 9h às 9h30 – Credenciamento

Das 9h45 às 10h – Abertura e Intervenção artística

Na parte da manhã haverá um debate sobre o cenário político com a participação de Gleisi Hoffmann (PT), Juliano Medeiros (PSOL)* e Luciana Santos (PCdoB)*

Na parte da tarde, a plenária se dividirá em grupos temáticos sobre organização, finanças, mobilização, comunicação, cultura e juventude.

Após a realização dos grupos, o público volta ao plenário para encerrar os trabalhos.

Local: Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo

Palácio do Trabalhador – Rua Galvão Bueno, 782

Inscrição: Via link http://bit.ly/2kjuyAY

*Com informações do Instituto Lula

Compartilhe agora!

Publicação de: Blog do Esmael

Ouça o Programa Brasil de Fato – Rio de Janeiro – 20/09/19


Rádio

Música Popular é o destaque

Redação |
O músico está em preparação para gravar três novas músicas Reprodução

O programa da última sexta-feira (20), fala sobre a trajetória de sonho e luta do cantor e compositor Valber Van, de Niterói, com mais de 40 anos de história no cenário musical fluminense.

Em entrevista, Valber Van, músico e compositor, conta sobre a sua trajetória na música e como o trabalho de camelô  ajudou na carreira de músico. Diz também, sobre a realização do sonho de voltar a gravar e como tem sido esse processo. 

Nas reportagens, especialistas apontam que dois anos após a lei do teto de gastos, SUS, já perdeu cerca de 10 milhões; e, estreia hoje o “Pauta Nerd”, novo quadro do programa Brasil de Fato.

No quadro Cinema de Fato a dica é a estreia do documentário Torre das Donzelas. 

Papo Esportivo, caso de doping no judô brasileiro. 

Confira:

O Programa Brasil de Fato é veiculado ao vivo na Rádio Bandeirantes 1360 AM. 

Você também pode ouvir os nossos conteúdos pelo site: radio.brasildefato.com.br 
 

Publicação de: Brasil de Fato – Blog

Miliciano ligado aos Bolsonaro tramou assassinato de Marielle, diz Curicica

Compartilhe agora!

<![CDATA[

]]>

O miliciano Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica, apontou o major da Polícia Militar do Rio,Ronald Paulo Alves Pereira, da milícia “Escritório do Crime” e condecorado pelo então deputado estadual Flávio Bolsonaro, como um dos organizadores do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.

As informações estão em depoimento prestado por Curicica à Polícia Federal e a procuradores da República, no presídio federal de Mossoró (RN).

Além dos dois, teriam participado da trama o subtenente da PM Antonio João Vieira Lázaro, assessor do então deputado estadual Domingos Brazão, e e Hélio Paulo Ferreira, conhecido como o “Senhor das Armas”.

LEIA TAMBÉM
Raquel Dodge federaliza a investigação do assassinato de Marielle Franco

Brasileiros concorrem a prêmio de direitos humanos do Parlamento Europeu

Intercept: Bolsonaro tem diabólico plano de destruição da Floresta Amazônica

No encontro que discutiu o trama, Ronald teria dito que eles “teriam que resolver um problema para o amigo do Tribunal de Contas”, em referência a Brazão, conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro.

Curicica disse que a ação contra a vereadora seria uma “espécie de recado” a Marcelo Freixo, que era deputado entadual. Por acharem que “não poderiam mexer nele”, os milicianos decidiram armar uma emboscada para Marielle, melhor amiga e ex-assessora de Freixo.

“Os responsáveis pelo crime não imaginavam toda a repercussão que teria a morte da vereadora”, disse ele.

Com informações da Revista Fórum.

Compartilhe agora!

Publicação de: Blog do Esmael

Gilmar Mendes diz que Lava Jato era jogo de promiscuidade e corrupção; assista

Compartilhe agora!

<![CDATA[

]]>

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, compartilhou um trecho de uma entrevista sua à TV Folha em que ele fala das maracutaias de Deltan Dallagnol e da Lava Jato como um todo.

Ele fala sobre a “monetização” da Lava Jato, e diz que “esse crime tem nome, se chama corrupção”.

LEIA TAMBÉM
Procuradores da Lava Jato redigiram pedido de impeachment de Gilmar Mendes

URGENTE: Deltan Dallagnol se diz ‘cansado’ e faz balanço de fechamento da Lava Jato

Líder do governo a Bolsonaro: ou eu [Bezerra Coelho] ou ele [Sérgio Moro]

Gilmar lembra de Lula está sendo incriminado por ganhar dinheiro com palestras, enquanto Dallagnol “monetizava” as próprias palestras.

O ministro lembrou ainda que a Corregedoria do Ministério Público sabia dos desvios na conduta de Deltan e outros procuradores, mas nada fez. Confira:

Só nos resta aguardar que o Supremo Tribunal Federal aja rápido para corrigir os mal feitos da “República de Curitiba”.

Compartilhe agora!

Publicação de: Blog do Esmael

© 2019 bita brasil

Theme by Anders NorénUp ↑