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Frente Ampla em Defesa da Democracia é lançada no DF


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Iniciativa reúne PT, PCdoB, Psol, PDT, Pros, PSB e PCB em defesa da chapa de Haddad (PT) e Manuela d’Ávila (PCdoB)

Cristiane Sampaio |
Militantes reunidos durante ato de lançamento da Frente Ampla em Defesa da Democracia, em Brasília (DF) Foto: Cristiane Sampaio

Sete partidos do campo progressista lançaram, nesta quinta-feira (18) à noite, em Brasília (DF), a Frente Ampla em Defesa da Democracia. A iniciativa envolve PT, PCdoB, Psol, PDT, Pros, PSB e PCB e tem o propósito de unir forças pela defesa da ordem democrática.

A articulação tem como pano de fundo o cenário eleitoral em torno da disputa pela Presidência da República. A candidatura de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL) é interpretada pelos referidos partidos como uma ameaça ao regime democrático e à garantia de direitos.

Por conta disso, a direção local das legendas lançou o “Manifesto em defesa da democracia, dos direitos e da soberania nacional”, em sintonia com o movimento nacional de oposição a Bolsonaro.

No documento, as siglas destacam as diferenças existentes entre o projeto político da chapa do PSL e o projeto do candidato Fernando Haddad (PT), que polariza a disputa com ele neste segundo turno.

A nutricionista Maria Élida Logrado não é filiada a nenhum partido político, mas resolveu se somar ao ato de lançamento da Frente, que ocorreu na região central de Brasília. Em entrevista ao Brasil de Fato, ela afirmou que, na condição de cidadã e trabalhadora, se sente ameaçada diante das ideias de Bolsonaro.

“Nós estamos aqui em busca da democracia e pra fazer frente ao fascismo. Estamos em busca de proteger o Brasil do pior que pode acontecer daqui pra frente, pra preservar os nossos direitos”.

Marivaldo Pereira, militante do Psol-DF, aponta que a classe trabalhadora corre altos riscos neste cenário. Uma eventual vitória do candidato do PSL traria, segundo ele destaca, chance de uma piora econômica que leve à perda de mais direitos, no embalo ainda do aumento do desemprego. O problema já atinge 12,7 milhões de pessoas no país, segundo dados do IBGE.

Pereira acrescenta que a camada mais pobre da população tende a ser a mais atingida não só pelas crises econômicas, mas também pelas políticas autoritárias, baseadas na cultura do extermínio, no racismo, na homofobia, entre outras coisas. Os riscos, para ele, impõem a necessidade de uma grande reunião de forças progressistas.

“Todos aqueles que têm apego à democracia e a todas as conquistas que nós conseguimos de 1988 pra cá precisam se juntar pra trabalhar juntos e impedir o avanço do autoritarismo e da inépcia. É um dever de todos que têm a democracia como princípio”.

Ele considera que a união dos partidos do campo progressista neste momento é um fator positivo em meio ao cenário de avanço conservador. O militante acredita na possibilidade de um fortalecimento das alianças no futuro.

“A grande lição histórica que fica do autoritarismo é que é necessário que a gente tenha mais capacidade de superar nossas divergências e se focar mais nos nossos consensos”.

Com exceção do PDT, os partidos que lançaram a Frente no DF também estão unidos nacionalmente em torno da candidatura de Fernando Haddad.

Publicação de: Brasil de Fato – Blog

Datafolha: 73% dos eleitores acreditam que Bolsonaro deveria ir aos debates


Pesquisa

Na pesquisa de intenção de votos para o segundo turno, candidato do PSL tem 59% contra 41% de Haddad (PT)

Redação |
Representante da extrema direita não comparece aos debates presidenciais desde que sofreu ataque, em 6 de setembro Reprodução

Cerca de 73% dos eleitores brasileiros acreditam que Jair Bolsonaro (PSL) deveria participar dos debates com Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. A informação foi divulgada pelo instituto Datafolha na noite desta quinta-feira (18).

O levantamento também informou que a distância entre os dois candidatos, na corrida presidencial, se mantém dentro da margem de erro, em relação à última pesquisa: o representante da extrema tem 59%, contra 41% do petista.

O presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno, declarou que Bolsonaro não vai participar de nenhum debate, apesar da liberação médica. 

Esta foi a segunda pesquisa de intenções de voto divulgada pelo Datafolha sobre o segundo turno das eleições. No levantamento anterior, do dia 10 de outubro, Bolsonaro tinha 58% contra 42% de Haddad.

O índice de rejeição do candidato do PSL é de 41%, enquanto o candidato petista tem 54%.

O levantamento divulgado nesta quinta-feira ouviu 9.128 cidadãos brasileiros e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 07528/2018. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos.

Bolsonaro está ausente dos debates televisivos desde o dia 6 de setembro, quando sofreu um ataque a faca em Juiz de Fora (MG). 

Publicação de: Brasil de Fato – Blog

Fraude de Bolsonaro contra Haddad dá cana!

Ano passado, o STF decidiu que empresas não poderiam mais doar dinheiro para campanhas eleitorais. Hoje, só pessoa física pode doar até o limite de 10% de sua renda. Denúncia do jornal Folha de SP feita nesta 5ª feira 18, porém, dá conta de que Bolsonaro vem zombando da lei ao ter sua guerra contra Haddad pelo Whats App financiada por empresas. Isso dá cana!

Pelo Twitter, na tarde de quinta-feira 18 de outubro, a colunista da Folha de São Paulo Monica Bergamo comentou a bomba atômica que o jornal publicou em manchete de primeira página.

Bergamo se referiu a postagem do diretor do instituto Datafolha,  Mauro Paulino, que diz que o uso de caixa 2 por Jair Bolsonaro para pagar para dezenas de milhares de grupos de Whats App inundarem os celulares dos brasileiros com notícias falsas contra Fernando Haddad influenciou decisivamente a arrancada insuspeita do candidato da extrema-direita na votação de 7 de outubro.

No vídeo de quarta-feira 17, o Blog da Cidadania informou que havia vários e fortes indícios de que Bolsonaro estava cometendo crime eleitoral com grupos de Whats App e outdoors pagos por agentes indeterminados que ele chama de “apoiadores”. Esses “apoiadores”, apoiam tanto que estão gastando dezenas de milhões de reais para, digamos, “apoiar” o fascista.

Agora, nesta quinta 18, a Folha de São Paulo publica manchete de primeira página revelando que Bolsonaro usou caixa 2 pago por empresas para criar grupos de Whats App que inundaram o país de notícias falsas contra Fernando Haddad.

A reportagem nas páginas internas do jornal é muito clara. Diz, com todas as letras, que “Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp. Com contratos de R$ 12 milhões, prática viola a lei por ser doação não declarada”.

O crime eleitoral é claro. A reportagem informa, inclusive, que “empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno”.

A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada. A Folha apurou que cada contrato chega a R$ 12 milhões e, entre as empresas compradoras, está a Havan, já conhecida do grande público por suas práticas criminosas.

A Folha apurou que cada contrato de cada empresa que “apoia” Bolsonaro com empresas que divulgam fake news por Whats App chega a R$ 12 milhões. E a campanha de Haddad apurou que nada mais, nada menos do que 156 empresários contrataram, cada um, uma campanha de 12 milhões de reais para Bolsonaro poder melhor caluniar Haddad por Whats App.

Detalhe: se 156 empresários pagaram 12 milhões cada para produzir campanhas de fake news contra Haddad a fim de beneficiar Bolsonaro, o gasto total é de 1,8 BILHÃO de reais. Soma quase igual a tudo que o TSE irá gastar com todos os candidatos para todos os cargos no país todo nestas eleições.

E Haddad diz mais:

Temos a informação de que 156 empresários estão envolvidos nesse escândalo. As pessoas vão ser chamadas a depor. Ele deixou rastro e nós vamos atrás. Vamos acionar a Polícia Federal e a Justiça Eleitoral para impedir Bolsonaro de agredir violentamente a democracia como ele tem feito”.

Haddad disse ainda que Bolsonaro “deixa rastro” e cogita pedir prisão por ação ilegal. Segundo Haddad, uma possibilidade é, inclusive, a de prisões em flagrante, pois se trataria de um “crime continuado” — ou seja, que continua sendo cometido, pois os empresários criminosos e o criminoso favorecido pretendem repetir o crime às vésperas do 2º turno.

Se você estava estranhando a arrancada de Bolsonaro na véspera do segundo turno, comentada inclusive pelo diretor do Datafolha, você tem boas razões para isso. Foi ilegal, conseguida ao custo de dinheiro sujo, ilegal, torrado por empresários bandidos para enterrar de vez a democracia brasileira.

Confira a reportagem em vídeo

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Publicação de: Blog da Cidadania

Datafolha confirma: fraude no WhatsApp influenciou eleições

Após a explosão do escândalo que atingiu hoje (18/10) a campanha de Jair Bolsonaro (PSL), o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, postou hoje em sua conta pessoal no Twitter que as “PESQUISAS ELEITORAIS evidenciaram a impulsão da onda nos momentos finais. RJ, MG e DF são claros exemplos. Ao se comparar as fotos das vésperas, registradas por Ibope e Datafolha, em comparação com a foto das urnas, o fenômeno é claramente explicitado”.

O comentário do diretor do Datafolha confirma que a fraude no WhatsApp praticada pela campanha de Bolsonaro influenciou o resultado das eleições. Reportagem de hoje do jornal Folha de S. Paulo revelou que “empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp” e que, “com contratos de R$ 12 milhões, prática viola a lei por ser doação não declarada”.

De acordo com a Folha, “serviços enormes de disparos de WhatsApp na semana anterior ao segundo turno comprados por empresas privadas” estavam programados, de modo a repetir a onda a favor de Bolsonaro e de seus apoiadores que atingiu a reta final do primeiro turno da eleição.

O jornal destacou, nesse sentido, o exemplo da campanha para o governo estadual em Minas Gerais. Ali, dias antes do primeiro turno “eleitores em Minas receberam mensagens de WhatsApp vinculando o voto em Zema ao voto em Jair Bolsonaro” e que “Zema, que estava em terceiro nas pesquisas, terminou em primeiro”.

Fernando Pimentel, do PT, que estava em segundo nas pesquisas até a véspera da eleição, acabou fora do segundo turno após essa onda em favor de Zema. E Dilma Rousseff, que liderava as pesquisas para o Senado até a véspera também, terminou na quarta posição – de modo completamente surpreendente. Agora, as explicações, pelo jeito, começam a aparecer.

“A perplexidade geral dá lugar a uma explicação racional, hoje, na Folha, que mostra como empresários bancam disparo de mensagens nas redes de forma ilegal”, conforme destacou hoje em sua conta pessoal no Twitter a jornalista Mônica Bergamo.

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Publicação de: Blog da Cidadania

Bolsonaro accused of paying for bulk messaging against Haddad, could be disqualified


Election Offense

Newspaper reported that four agencies were paid millions under the table to send mass messages against leftist Haddad

Lu Sudré |
If unlawful campaign activities are proven, Bolsonaro could be ineligible to run for eight years Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

An investigative story published by the newspaper Folha de S. Paulo today proves that companies are paying for WhatsApp bulk messaging services to spread fake news and attack ads against the Workers’ Party (PT). According to the article, companies are planning a big operation for the week before the runoff election in Brazil, which will be held on Oct. 28.

The companies are supporting the far-right candidate Jair Bolsonaro and using lists of mobile contacts sold by digital strategy agencies and also the presidential hopeful’s own database. The law, however, only allows candidates to use their own lists of contacts provided voluntarily by individuals.

To send hundreds of millions of messages, contracts are worth as high as R$12 million (more than US$3.2 million). One of the companies hiring these services is Havan, owned by Luciano Hang, who has reportedly been forcing his employees to vote for Jair Bolsonaro. Hiring this kind of services can be considered illegal campaign contributions from corporations if they are proven to have links with the Social Liberal Party candidate.

João Meira, who holds a master’s degree in Political Law, explains that the elections could be annulled due to illegal campaign practices and abuse of economic power. 

Meira argues that, with a fierce WhatsApp campaign and the “industry of lies” established around it, it is virtually impossible to control what kind of content is shared and, if the accusations are proven true, “the fraud completely taints the election process.” “If Bolsonaro and his campaign are proven to be associated with the actions of those groups of people who committed unlawful acts, even if he is elected, he can be impeached and be ineligible to run for eight years,” the expert says.

While some of the agencies reported to be sending mass WhatsApp messages include Quickmobile, Yacows, Croc Services, and SMS Market, Bolsonaro’s financial disclosures only include the company AM4 Brasil Inteligência Digital, which was paid R$115,000 (nearly US$31,000) to provide digital media services.

According to Folha, the services are between R$0.08 and R$0.12 (US$0.02-0.03) per message sent to contact numbers from the candidate’s own list and R$0.30 to R$0.40 (US$0.08-0.11) per message when the list of contacts is provided by the agency. The agencies also offer segmentation by region and even income.

Strategies

Folha reported that one of the strategies used by Bolsonaro’s campaign is automatically generating foreign phone numbers through websites such as TextNow. The article also mentions that the contact databases are often provided illegally by debt collection companies or employees who work at phone companies.

Using international calling codes, the administrators can dodge spam filters and restrictions imposed by WhatsApp, such as the limit of 256 members in a group or automatically sharing a message to no more than 20 people or groups.

The Workers’ Party candidate, Fernando Haddad, has been the primary target of fake news shared through WhatsApp in the 2018 elections. The presidential hopeful said he will file complaints against the accused companies, arguing the episode shows, once again, that Bolsonaro does not respect democracy.

“We are going to ask the electoral court and the Federal Police to immediately arrest these corrupt businesspeople in order to stop [them from sending] these WhatsApp messages. They have names of owners, names of companies, contracts, the amount of slush funds – which is an election offense. He [Bolsonaro] is dodging [the presidential] debates, but he cannot dodge justice,” Haddad said.

The Workers’ Party released a statement calling the Federal Police to investigate “Bolsonaro’s criminal activities.”

“It’s a consorted action to influence the electoral process that the electoral courts cannot overlook or leave unpunished. We are taking all legal measures so that he is held accountable for his crimes, including using slush funds, because the millions spent on the industry of lies are not included in his financial disclosures,” the statement reads.

“Congressman Jair Bolsonaro’s criminal methods cannot be tolerated in a democracy. The Brazilian authorities have a duty to make sure the election process runs smoothly. Social media companies cannot just passively watch their services being used to spread lies and offenses and become accomplices in the manipulation of millions of users,” the party wrote.

Havan did not immediately respond to a request for comment.

Publicação de: Brasil de Fato – Blog

“Todos dormem no chão, onde os alimentos também são colocados”


DENÚNCIA

Trabalhadores rurais relatam maus tratos em canaviais de Minas Gerais

Rogério Hilário |
Rogério Paiva Ascom MPT

Trabalhadores rurais, contratados para trabalhar em canaviais para uma empresa de Serra dos Aimorés, no Sudeste de Minas Gerais, próximo a Nanuque, denunciam que foram enganados por um “gato” e por empreiteiros e estão em situação precária na cidade. Sem recursos, com alimentação escassa, e às vezes estragada, estão devendo o aluguel de uma casa que, pelo
prometido, teria que ser pago pelos contratantes; não receberam o reembolso do transporte até a cidade e devem também as compras de alimentos que fizeram no comércio local.
Segundo um deles, que preferiu não se identificar, alguns já sofreram cortes, principalmente nas pernas, no trabalho na roça, e não há assistência médica. A empresa, segundo ele, é a Destilaria de Álcool Serra dos Aimorés, Dasa. O trabalhador rural também citou a Agro Onione, da Bahia.
“A maioria de nós veio de Berilo, próximo a Araçuaí. Eles mandam o ´laranja’ buscar a gente lá. Chegamos há 12 dias, mas estamos registrados há oito. Somos cinco morando na rua Iguaçu, 129, em Serra dos Aimorés. Fomos contratados por um ‘gato’, que se chama Dário, e estamos registrados com o empreiteiro conhecido como Carlos Henrique. Vivemos em uma situação
constrangedora. Todos dormem no chão, onde os alimentos também são colocados. Amolamos facão sem caixilho. Eles prometeram nos reembolsar a passagem, pagar o aluguel e mobiliar a casa. Nada disso foi cumprido. Devemos o comércio, onde compramos mantimentos, e o aluguel. Quando chegamos, tivemos que comprar tudo lá. Há outras casas cheias de trabalhadores aqui perto”, disse.
Além das precárias condições de trabalho, a alimentação é insuficiente e a assistência médica não existe. “A situação é feia. Vamos para roça de ônibus e a água que nos servem está sempre quente. Estamos comendo marmitex, que é pequeno e, na maioria das vezes, chega muito tarde à roça, com a comida já estragada. Tem pessoas com problema de saúde e sem qualquer assistência médica por parte da empresa. Tem gente que ficou de cama, com a perna cortada e coluna travada. Não temos horários de almoço na roça. Eles não aceitam que a gente reclame. Já procuramos o sindicato da cidade e não fomos atendidos. Precisamos de apoio urgente”, complementa o trabalhador.
Respostas das empresas
O gerente geral da Dasa, Ângelo Márcio, admitiu que existe um empreiteiro chamado Carlos Henrique que fornece corte de cana para várias usinas. No entanto, segundo ele, a destilaria não tem qualquer responsabilidade com a contratação de trabalhadores rurais. “A companhia compra a cana na esteira. Antes disso, a demanda é dos produtores, que têm a responsabilidade de coordenar a colheita e o transporte. Eles são credenciados. Não conheço nenhum Dário, mas trabalhamos com um Carlos Henrique, que corta em condomínios para várias usinas. Nossa responsabilidade começa quando o produto entra na usina e temos trabalhadores nossos”, diz.
Em contato por telefone, um representante da Agro Unione disse que a empresa não tem mais contrato com a Dasa. O grupo baiano arrenda a terra, planta, colhe e entrega o produto às destilarias. Ângelo Márcio, da Dasa, confirmou que o contrato entre as empresas acabou.

Publicação de: Brasil de Fato – Blog

Bresser-Pereira: Bolsonaro está à frente das intenções de voto só por causa da fraude

Campanha do capitão e o submundo

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Publicação de: Viomundo

Ustra levou mulher e filha para o centro de torturas, diz Ivan Seixas; 80 morreram sob a responsabilidade do coronel, que é ídolo de Bolsonaro; veja depoimentos de torturados

Gravíssimo

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Publicação de: Viomundo

Longa mostra perseguição a Eduardo Guimarães e a outros jornalistas de esquerda

Em breve estreará nas telas brasileiras o documentário “O país dos 6 Berlusconis”, filme produzido pela Salamanca Filmes para o canal CINEBRASiLTV que denuncia o oligopólio midiático existente no Brasil. Em histórias inéditas, renomados jornalistas revelam o que existe por trás dos principais grupos de mídia do país e explicam como um serviço de interesse público se transformou ao longo dos anos em uma forma privada de ganhar dinheiro e exercer o poder.

Eduardo Guimarães, editor do Blog da Cidadania, conta como se deu a perseguição sofrida por ele no âmbito da Operação Lava Jato, a mando de Sergio Moro. Ele teve seus sigilos telefônicos e de correspondência quebrados, sua casa invadida às 6 horas da manhã e foi conduzido coercitivamente sem que houvesse base legal para a ação. Também denuncia o oligopólio midiático no Brasil e a ameaça à democracia.

Assistir e divulgar esse material é essencial para que a sociedade brasileira tenha a oportunidade de compreender o risco que todos nós corremos por estarmos subjugados a uma mídia corrupta e fraudulenta. Como diz Eduardo, no trailer que você poderá ver abaixo, o problema não é o que a mídia divulga, mas o que ela esconde.

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Publicação de: Blog da Cidadania

Plataforma de ativismo de Haddad já tem mais de 50 mil voluntários

A plataforma www.ativistascomhaddad.com já conta com mais de 51 mil pessoas engajadas. A proposta é oferecer materiais de campanha, num formato de game. A cada dia, os voluntários recebem ao menos 10 tarefas a serem cumpridas.

De acordo com a reportagem da Folha de S.Paulo de hoje (quinta-feira, 18), a campanha de Jair Bolsonaro recebe financiamento ilegal e milionário de grandes empresas para manter uma indústria de mentiras no WhatsApp.

O assunto está nos tópicos mais comentados do twitter mundial com a hashtag #Caixa2doBolsonaro.
Uma das tarefas da plataforma propõe a divulgação do tema.

Acesse: Ativistas com Haddad
http://www.ativistascomhaddad.com/

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Publicação de: Blog da Cidadania

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