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Documentarista britânico volta ao assunto 25 anos depois: Globo, A Fantástica Fábrica de Golpes; veja

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Publicação de: Viomundo

Com o golpe, Brasil ajuda EUA a desmontar bloco da América do Sul

Foto Gerdan Wesley

Brasil e outros 5 países suspendem participação na Unasul, dizem fontes

Por Lisandra Paraguassu, na Reuters, sugerido por Franco Atirador

BRASÍLIA (Reuters) – O Brasil junto com Argentina, Paraguai, Colômbia, Chile e Peru anunciaram na quinta-feira que irão suspender por tempo indefinido sua participação na União das Nações Sul-Americanas (Unasul), informaram à Reuters fontes nesta sexta-feira.

A decisão de suspender a participação na organização foi tomada em Lima, em uma reunião à margem da Cúpula das Américas.

De acordo com as fontes, diplomatas se reuniram com a intenção de tentar encontrar uma solução para a paralisia do bloco, mas sem sucesso.

O grupo de seis países —que reúne as nações mais ricas da região— tenta uma ação mais radical para forçar uma ação da Unasul.

Os seis cobram a indicação do embaixador argentino José Octávio Bordón como novo secretário-geral.

Bordón foi indicado pela Argentina no início do ano passado e foi apoiado pelo Brasil e pelos outros países do grupo.

O governo brasileiro defendia que a presença do argentino à frente do bloco diminuiria o viés político da Unasul, até então dominada pelos países ditos bolivarianos.

No entanto, não houve consenso para a nomeação de Bordón e, desde então, o bloco está praticamente inativo.

A divisão entre os chamados bolivarianos e conservadores, que hoje domina a organização, impede que sejam tomadas decisões por consenso, como exigido pelo estatuto do bloco.

Segundo uma fonte do Itamaraty, que pediu para não ser identificada, a nomeação de Bordón como secretário-geral está sendo bloqueada pela Venezuela, embora isso nunca tenha sido colocado de forma aberta nem tenha sido apresentada uma alternativa.

Ao mesmo tempo, disse a fonte, os países não conseguem consenso para suspender a Venezuela como fizeram no Mercosul.

A decisão do Brasil e dos outros cinco países de suspender sua participação na Unasul “é uma tentativa de se fazer alguma coisa, encontrar uma solução”, disse a fonte do Itamaraty.

“Ninguém quis ainda decidir sair da Unasul, mas se nada acontecer alguém vai acabar saindo”, acrescentou.

Em carta enviada ao chanceler da Bolívia, Fernando Huanacuni —que ocupa a presidência pro-tempore do bloco—, os ministros das Relações Exteriores dos seis países informaram que deixariam de participar das atividades da Unasul a partir da última quarta-feira.

Na quinta-feira, o Itamaraty enviou um comunicado aos demais órgãos do governo brasileiro avisando da decisão. De acordo com o texto, ao qual a Reuters teve acesso, os seis países trataram, em sua carta a Huanacuni, de um “conjunto de problemas relacionados ao funcionamento da organização” mas, principalmente da situação de “acefalia” do bloco.

Na prática, a Unasul está paralisada há um ano e meio.

A suspensão na participação foi confirmada por fontes de outros governos envolvidos no movimento.

“Está confirmado, foi enviada uma carta à Bolívia comunicando a suspensão”, disse à Reuters uma fonte da chancelaria paraguaia.

Uma fonte do Ministério das Relações Exteriores do Peru reforçou os motivos apresentados pelo membro do Itamaraty à Reuters.

“A Unasul funciona por meio de consenso e dentro de Unasul há tais discrepância entre os membros sobre as visões políticas e econômicas que a torna inoperante”, disse a fonte peruana.

“É bem difícil chegar a um consenso quando há diferenças de opiniões tão marcadas… está implícito que este mecanismo já não tem sentido”, acrescentou. “Como não resolve nada, (a Unasul) acaba sendo um gasto supérfluo, pagando cotas por una coisa que não serve.”

Uma porta-voz da chancelaria argentina confirmou à Reuters o envio da carta ao chanceler boliviano.

“O novo é a carta que enviamos ao chanceler da Bolívia, expressando a desconformidade”, disse. “Não participar das instâncias e atos enquanto estiver tudo assim, sem secretário-geral e com a organização parada”, acrescentou.

Na chancelaria chilena, informaram que a decisão de não participar da Unasul valerá “até que não existam resultados concretos que garantam o funcionamento adequado da organização”.

O chanceler boliviano, no entanto, disse não ter sido comunicado oficialmente da suspensão.

“Não temos nenhuma informação oficial… os mecanismos e os procedimentos internos requerem formalidades”, disse Huanacuni, em Quito.

“Mas lembremos que a integração sul-americana no que ser refere, por exemplo, à (questão) migratória é uma realidade”, acrescentou. “A Unasul é uma realidade geográfica e histórica.”

A Unasul foi criada em 2008 por iniciativa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ex-presidentes da Venezuela Hugo Chávez e da Argentina Néstor Kirchner, com a intenção de aumentar a integração regional.

As mudanças dos governo dos países, no entanto, com um viés mais de direita, como Paraguai, Argentina, Brasil, Peru e, agora, Chile, mudaram a configuração do bloco e selaram a divisão na região.

Reportagem adicional de Marco Aquino, em Lima; Daniela Desantis, em Asunção; Alexandra Valencia, em Quito; Nicolás Misculin, em Buenos Aires; e Antonio de la Jara, em Santiago

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Publicação de: Viomundo

BRCidades realiza encontros com militantes da periferia para debater a questão urbana


Urbanismo

Atividades são preparação para o I Fórum Nacional BRCidades, que terá o objetivo de criar uma agenda popular urbana

Redação |
Ciclo de encontros Viver na Cidade: Conflitos, participação e cidadania ativa, na zona leste, em São Paulo (SP) Redação

Nesta semana foi concluído, na zona leste de São Paulo (SP), o ciclo de encontros Viver na Cidade: Conflitos, participação e cidadania ativa. Pensado pela organização BRCidades em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a Igreja Povo de Deus em Movimento, e o Levante Popular da Juventude, o curso teve o objetivo de promover a discussão da urbanização da cidade com mais de 200 moradores, jovens e militantes comunitários da região. A atividade aconteceu nos dias 17 e 24 de março, e 7 e 14 de abril.

Os temas abordados pelo curso trouxeram o questionamento de questões urbanas referentes, principalmente, a zona leste paulistana: quais são os agentes na produção do espaço urbano contemporâneo? Como a desigualdade na cidade bloqueia o desenvolvimento de cidadãos? Quais os formatos organizacionais que a sociedade pode tomar para disputar rumos mais coletivos.

As aulas do curso contaram com a presença de importantes arquitetos, urbanistas e pensadores da questão urbana no país, como a professora da Universidade de São Paulo (USP) Ermínia Maricato, o professor da UNIFESP Paulo Arantes, e o também professor da USP João Whitaker.

De acordo com Paolo Colosso, urbanista e integrante do BRCidades, o ciclo de encontros cumpriu um importante papel de construção social e aproximação. “É um experimento que mostra um pouco das frentes do BRCidades, que é aproximar universidades, movimentos sociais e entidades de classe”, afirmou.

Colosso acrescenta ainda que, devido à experiência positiva do curso, há a previsão de sua repetição em outras regiões periféricas de São Paulo, como na Brasilândia, localizada na zona norte da cidade, e no Grajaú, situado na zona sul. Além disso, o projeto propõe um evento complementar na zona leste, um mapeamento coletivo de terrenos ociosos, conflitos e lutas por moradia existentes na região, e atividades culturais, como oficinas de stencil e de batucada. O evento acontecerá no dia 5 de maio.

Na última semana, o BR Cidades organizou também debates e grupos de trabalho com representantes dos principais movimentos por moradia de São Paulo, a Frente de Luta por Moradia (FLM), a União Nacional e o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). As atividades do último mês, segundo Colosso, são um momento de prévia para o I Fórum Nacional BRCidades, no qual o movimento pretende avançar na estabilização de uma agenda nacional popular pelo direito à cidade.

Publicação de: Brasil de Fato – Blog

Artigo | É proibido torcer?


Futebol

"Numa sociedade em que o Estado não garante segurança para o povo, é mais cômodo proibir duas torcidas no estádio"

Fabrício Farias |
Cruzeiro e Atlético decidiram no mês passado que os dois clássicos que foram disputados pelo Campeonato Brasileiro teriam torcida dividida Divulgação/Hemominas

Em tempos de futebol “nutella”, Cruzeiro e Atlético decidiram no mês passado que os dois clássicos que foram disputados pelo Campeonato Brasileiro teriam torcida dividida. Um retorno as “raízes de nosso futebol”, que certamente alegrou a muitos que, como eu, começamos a acompanhar os jogos nos anos 90 e nos lembramos do peso que as torcidas davam ao clássico. 
De lá pra cá, muita coisa mudou e, cada vez menos, podemos ver clássicos com duas torcidas. Em São Paulo, por exemplo, só com torcida única. O que não mudou e segue sendo justificativa para a restrição é a violência entre as torcidas. 
Há anos, torcedores se matam sem que nenhuma medida efetiva seja realmente tomada. Desse modo, observamos a falência de nossa sociedade, incapaz de conviver com o diferente, e do Estado, que assume não ter condição de exercer uma de suas prerrogativas: garantir a segurança dos cidadãos. Nesse contexto, é mais cômodo para a polícia proibir duas torcidas no mesmo estádio. A discussão voltou à tona na final do Paulistão, no início do mês, com a PM impedindo que corintianos e palmeirenses acompanhassem os treinos abertos das equipes. 
Em função da nossa incompetência para a vida em sociedade, o torcedor, que é privado de ir aos estádios por não ser sócio torcedor, talvez algum dia também não poderá nem usar a camisa do seu time na rua. Afinal, vale tudo para conter a violência, menos tomar medidas inteligentes a favor da segurança e da festa da bola, ao mesmo tempo.
 

Publicação de: Brasil de Fato – Blog

Lula vence eleição até em programa da Globo

É importantíssimo que, desde o início do Big Brother Brasil 2018, a competidora “Gleici”, de 22 anos, tenha se mostrado, sempre, a favor de Lula e do PT e se definido como “militante dos direitos humanos”.

Nas redes sociais, fotos com Lula. Quem votou nela e garantiu que vencesse o BBB deste ano sabia muito bem de sua ideologia. Ao ganhar a competição, Lula ganhou junto com ela…

Ou, talvez, ela é que tenha ganhado junto com ele.

A acreana e estudante de piscologia Gleiciane Damasceno atua em comitês da Juventude do PT (Partido dos Trabalhadores) no Acre. É a primeira pessoa na família a conseguir cursar faculdade e seu apoio a Lula certamente deriva dessa possibilidade que jovens de classe média baixa passaram a ter, nos governos petistas, de cursar o ensino superior.

Desde o início do BBB deste ano, quem visitava as suas redes sociais – e os fãs do BBB são aficionados, também, pelas redes sociais dos “Brothers” – via que Gleici se apresentava como apoiadora de Lula. Quem votou nela sabia muito bem de sua ideologia. Agora, ela se torna voz de milhões ao vencer o BBB18

No Facebook, Gleici sempre atuou como internauta ativa publicando, compartilhando e curtindo fotos e denúncias contra machismo, racismo e homofobia. A “sister” também fez campanha para a eleição de Lula à Presidência da República em 2018.

O grito de Gleici de “Lula Livre!”, dado logo após ela sair do confinamento na “casa” do BBB e ser informada de que o ex-presidente está preso, foi um forte revés político para a Globo. Milhões de brasileiros viram, ouviram e perceberam que defender Lula não torna a pessoa menos popular e, sim, mais popular.

Na verdade, pode-se até deduzir que essa vitória de Gleici em um dos programas de maior audiência da Globo pode ter decorrido do fato de ter se tornado público o apoio dela aos ex-presidente Lula.

Com um pouco de boa vontade, aliás, é possível depreender que a vitória de Gleici na competição da Globo é uma amostra do grande poder de transferência de votos do ex-presidente. O Brasil certamente votou nela, em grande parte, por sua opinião política.

Claro que devem ter pesado a simpatia e o altruísmo dessa jovem de origem pobre, mas que se dedica a lutar pelos mais fracos e despossuídos. Porém, manifestar sua preferência pelo político mais respeitado e apoiado do Brasil e que sofre uma injustiça atroz certamente fez dela uma milionária.

Como se viu, Lula não precisou ir à TV pedir votos a Gleici. O povo votou nela por ela apoiar o ex-presidente, também. Na eleição presidencial será a mesma coisa. Pouco importa que Lula esteja preso ou solto.

Um vídeo do ex-presidente apoiando determinado candidato será mais do que suficiente para a esquerda vencer a eleição e desfazer toda desgraça que a direita perpetrou neste país. Será muito mais do que Gleici teve para vencer a eleição do BBB 18.

Confira a reportagem em vídeo.

 

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Peça curitibana Os Delatores da Inconfidência compara prisão de Lula a de Tiradentes


Teatro

Iniciativa é do coletivo de artistas independentes Mímesis Conexões Artísticas

Redação |
A primeira apresentação da peça será neste sábado (21), às 20h, com entrada franca Tela de Pedro Américo (1893)

No feriado que lembra a morte de Tiradentes, 21 de abril, a peça “Os Delatores da Inconfidência” vai trazer a Curitiba as conexões entre o passado e o presente. A obra compara a narrativa da Inconfidência Mineira, ocorrida em 1789, com a Lava Jato e a perseguição contra o ex-presidente Lula. 

“O argumento consiste em debater a operação Lava Jato e sua conexão com o golpe midiático, jurídico e parlamentar de 2016 por meio da aproximação desses fatos contemporâneos com o evento histórico da Inconfidência Mineira e a perseguição aos homens e mulheres que intentaram um movimento em favor da independência do Brasil em relação a Portugal, sobretudo a prisão, a morte e o esquartejamento de Tiradentes”, diz o material de apresentação da peça. A iniciativa é do coletivo de artistas independentes integrantes do Mímesis Conexões Artísticas.

A peça é inspirada em três poemas de Cecília Meireles (da obra Romanceiro da Inconfidência), com texto de Paulo Bearzoti Filho, com canções de Yuri Campagnaro, Ricardo Pazello e Jean Gabriel Coutinho. A atriz Patrícia Reis Braga e o ator e dramaturgo Paulo Afonso Castro fazem parte do elenco do espetáculo.

Para ficar por dentro

Onde: Mímesis Conexões Artísticas, Rua Celestino Júnior, 189, bairro São Francisco, em Curitiba. 
Quando: dia 21 de abril, sábado, às 20h.
Quanto: Entrada gratuita. 

Elenco 

• Patrícia Reis Braga como Bárbara Eliodora
• Paulo Afonso Castro como o Conselheiro Procurador
• Paulo Ugolini como o juiz Sérvolo de Moura
• Yuri Campagnaro como o governador Fanfarrão Minésio
• Chiris Gomes como Cecília Meireles
• Fernando Marcelino como Alberico Bico Doce
• Octavio Camargo como o Conde da Diamantina
• Paulo Bearzoti Filho como José Alvarenga Peixoto
• Grupo Musical com Jean Gabriel Coutinho, Ingrid Coutinho, Ricardo Pazello, Fernando Marcelino, Yuri Campagnaro
• Declamações de Gregório Brunning e Chiris Gomes.

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Leonardo Boff e Pérez Esquivel falam da proibição de visitar o ex-presidente Lula


exceção

Em entrevista à Rádio Brasil Atual Boff ressalta: "as leis universais não são respeitadas, estamos em regime de exceção"

Marilu Cabañas e Glauco Faria |
O teólogo Leonardo Boff aguarda na rua e sem sucesso autorização para realizar visita humanitária ao ex-presidente Lula Foto: Joka Madruga/ Agência PT

Nesta semana, o escritor e teólogo Leonardo Boff, e o ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel, foram barrados ao tentarem visitar o ex-presidente Lula em Curitiba. A decisão partiu da juíza da 12ª Vara Federal de Curitiba, Carolina Lebbos. Em entrevista à Rádio Brasil Atual, Boff disse que a atitude da juíza é expressão do estado de exceção, vivido pelo país. “Perseguir Lula é perseguir o povo brasileiro”, disse o teólogo que também comenta a situação atual política e econômica do Brasil. Para Esquivel, Lula é um preso político, que tentam evitar sua presença nas eleições, o que representa um ataque a democracia. Ouça a entrevista de Marilu Cabañas e Glauco Faria, da Rádio Brasil Atual. 

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Doria pode ser candidato a Presidência

 

Deputado federal Beto Mansur do MDB, um dos principais porta-vozes do Planalto, disse não tirar do radar a possibilidade de João Doria ser candidato a presidente.

“Não pode, não pode tirá-lo do radar. Ele quer ser candidato a presidente do Brasil. O João está só esperando para dar o bote.”

Disse também que todos candidatos de centro têm conversado com o Planalto, menos Alckmin.

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Dilma: “Sem Lula, extrema-direita avança no Brasil”

A presidenta eleita Dilma Rousseff foi entrevistada nesta sexta (20) pela jornalista norte-americana Amy Goodman, do Democracy Now, sobre a prisão política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para Dilma, com a prisão do petista, houve a ascensão da extrema-direita do Brasil que ameaça os ganhos democráticos desde o fim da ditadura militar.

A presidenta eleita explicou na entrevista que a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva abalou a eleição presidencial deste ano.

Lula é o favorito, mas provavelmente será impedido de concorrer se não for libertado da prisão. O segundo colocado nas pesquisas é o deputado de extrema-direita Jair Bolsonaro.

Dilma também foi perguntada sobre o assassinato da ativista dos direitos humanos e vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco.

Assista

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PSB cobra “alinhamento” de Joaquim Barbosa

 

“Não há veto do PSB de Pernambuco à candidatura de Joaquim Barbosa à Presidência da República”. A afirmação é de João Campos, filho do ex-governador Eduardo Campos, presidenciável do PSB nas eleições gerais de 2014, morto em um acidente aéreo durante a campanha daquele ano.

João, que participa do 17° Fórum Empresarial do Lide (Grupo de Líderes Empresariais) e é pré-candidato a deputado federal por Pernambuco nas eleições de outubro deste ano, disse, porém, que uma eventual candidatura de Barbosa deve estar afinada com o programa de centro-esquerda do PSB.

“Conversamos com diversas frentes de esquerda. Qualquer aliança nacional deve ser alinhada  com as diretrizes que defendemos. Se ele (Barbosa) se enquadrar nisso, o PSB pode apoiá-lo”.

João Campos integra a direção do PSB pernambucano e foi chefe de gabinete do governador Paulo Câmara (PSB), que vai disputar a reeleição.

Além da falar sobre Joaquim Barbosa, João Campos elogiou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato, que está na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, e criticou o que classifica de “seletividade da Justiça”.

Com informações do Estadão

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