A rede de computadores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi invadida remotamente por um hacker antes da eleição de outubro.

O Tribunal está investigando se os invasores obtiveram dados sigilosos. Ainda não está claro em que data a invasão ocorreu, nem o potencial dano da invasão.

Muitos hackers fazem esse tipo de ataque de maneira anônima e sem o objetivo de causar danos. Eles agem somente para expor as falhas na segurança das redes. Isso vem ocorrendo em todo o mundo desde os anos de 1980.

Agora, cabe a pergunta: e se o resultado da eleição fosse outro?

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Jair Bolsonaro, seus aliados e apoiadores colocaram em dúvida a lisura do processo eleitoral e afirmaram que as urnas eletrônicas poderiam ser fraudadas.

Ele já tinha avisado que não aceitaria o resultado das eleições caso saísse derrotado.

E agora, Bolsonaro? Houve fraude?

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Leiam o que disse o hacker ao site TecMundo:

“Tive acesso à rede interna (intranet) e, por vários meses, fiquei explorando a rede, inclusive entrando em diversas máquinas diferentes do TSE, em busca de compreender o funcionamento dos sistemas de votação.”

“Com isso, obtive milhares de códigos-fontes, documentos sigilosos e até mesmo credenciais, sendo login de um ministro substituto do TSE (Sérgio Banhos) e diversos técnicos, alguns sendo ligados à alta cúpula de TI do TSE, ligado ao pai das urnas”, relatou o hacker.

Com informações do Jota.

Publicação de: Blog do Esmael