Explode a pressão nacional e internacional a favor de Lula. No Brasil, ele disparou nas pesquisas e agora vence até em SP. No exterior, a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet chefia, agora, o Comitê de Direitos Humanos da ONU e acolherá a denúncia de Lula. Além disso, juristas do mundo inteiro fazem abaixo-assinado exigindo sua libertação e candidatura.

A agência de notícias espanhola EFE, uma das maiores do mundo, fundada em 1939, noticia que Juristas internacionais estão denunciando irregularidades no julgamento de Lula.

Diz a matéria que “Dez juristas e advogados europeus e latino-americanos denunciaram (…) irregularidades no processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pediram que a legalidade seja respeitada “com rigor e independência”.

A denúncia foi feita em uma carta enviada de Paris à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e que também será remitida aos presidentes da França, Emmanuel Macron, e do Governo espanhol, Pedro Sánchez, assim como ao primeiro-ministro de Portugal, Antonio Costa, e aos respectivos chanceleres.

A iniciativa foi impulsionada pelo advogado francês William Bourdon, presidente e fundador da associação de proteção e defesa das vítimas de crimes econômicos Sherpa.

A carta também é assinada por outros nomes, como o jurista Emilio García, presidente da Fundação Sul Argentina, e o presidente de honra da Liga de Direitos Humanos (LDH), Henri Leclerc, e expressa sua preocupação com a parcialidade do processo e os obstáculos à libertação.

O grupo de juristas e advogados denunciou, entre outros pontos, o fato de o juiz Sergio Moro ter autorizado divulgar na imprensa elementos como a gravação de uma conversa telefônica entre o ex-presidente e sua sucessora, Dilma Rousseff, e questionou “o caráter precipitado, injusto e parcial do processo”.

Os signatários disseram estar igualmente preocupados com as “graves afrontas aos direitos da defesa” de Lula, como submeter seus advogados a escuta telefônica.

Uma cópia da carta também será enviada de forma simultânea aos dez ministros do STF e ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luiz Fux.

Mas não é essa a principal boa notícia para Lula. A grande notícia é a de que o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, nomeou na quarta-feira (8) a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet como alta comissária para os Direitos Humanos.

Na prática, Bachelet terá enorme e decisiva influência sobre a denúncia do ex-presidente Lula de violação de seus direitos humanos por ter sido condenado e preso em um processo farsesco e sem provas com a finalidade escancarada de impedir que vença a eleição presidencial no país.

Bachelet, como se sabe, já manifestou apoio público ao ex-presidente Lula.

O mais importante em tudo isso, porém, é a pressão que a comunidade internacional fará sobre o Supremo Tribunal Federal no que diz respeito à farsa jurídica construída pela Lava Jato para tirar Lula da eleição presidencial enquanto acoberta tucanos com apoio da mídia.

O dia da verdade está próximo, senhoras e senhores.

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