Há poucos dias, o então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que simboliza como nenhum outro a dinastia de 23 anos do PSDB no governo do Estado, deixou o cargo para se candidatar a presidente da República.

O tucano acredita que, por ter o apoio da mídia, do mercado financeiro e blindagem contra investigações de corrupção, sua eleição é certa.

Na vida real, Alckmin já desespera os que almejam ter um Temer 2 na Presidência a partir de 2018.

O Datafolha mostra que regiões que apoiaram o PSDB nas últimas eleições agora olham para outros candidatos.

No Sudeste, Alckmin aparece sempre atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com diferença de no mínimo sete pontos percentuais.

No Sul, Álvaro Dias (Podemos) abocanha parcela importante do eleitorado. Enquanto Alckmin marca no máximo 5% das intenções de votos, ele chega a até 16%.

No Norte e no Nordeste, Alckmin praticamente não existe.

Enquanto isso, o candidato indicado por Lula cresce no Datafolha, de 27% para 30% entre os que “com certeza” votarão no candidato do ex-presidente e tem 16% entre os que “talvez” votem no candidato do ex-presidente, o que perfaz incríveis 46% das intenções de voto.

O candidato da mídia, do grande empresariado e do Judiciário, Geraldo Alckmin, está cada vez pior nas pesquisas. Perde feio de Bolsonaro e continua empacado em 7%, 8%.

Vai se configurando uma disputa em segundo turno entre o candidato da extrema-direita e o candidato de Lula. Mídia, empresariado e mercado financeiro acabarão tendo que apoiar o candidato de Lula

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