Monthjaneiro 2018

SP: Após manifestação, MTST garante contratações do Minha Casa Minha Vida – Entidades


Moradia

Movimento fechou a Avenida Paulista nesta quarta (31) e exigiu continuidade dos projetos administrados de forma popular

Redação |
Integrantes de ocupações de várias regiões de São Paulo participaram da manifestação na Avenida Paulista. MTST

O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) fechou parte da Avenida Paulista nesta quarta-feira (31), em manifestação pela retomada das contratações do Programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades, administrada pelos movimentos populares.

De acordo com o movimento, os projetos dessa modalidade estão parados desde que o governo de Michel Temer assumiu o poder de maneira ilegítima, em outubro de 2016.

Após pressão, uma comissão de dirigentes do MTST foi recebida por representantes da Caixa Econômica Federal, responsável pela avaliação dos projetos de moradia do Programa.

“Temos que cobrar, junto à Caixa, celeridade na avaliação dos nossos projetos para que eles tenham condição de contratação, assim que os recursos forem liberados”, ressalta Jussara Basso, da coordenação do movimento. 

A negociação resultou no compromisso da Caixa Econômica de selecionar empreendimentos na modalidade Entidades nas próximas semanas. Na reunião, os representantes da estatal também garantiram que o MTST tem projetos em condições de serem contratados. 

No ano passado, os militantes do MTST ocuparam a mesma Avenida por 22 dias e garantiram a criação de uma nova portaria que atendesse às reivindicações do movimento. Porém, o que ficou acordado com o governo golpista não saiu do papel, como destaca Josué Rocha, da coordenação do movimento. 

“ Até agora, essa portaria não efetivou as contratações, por isso estamos nos mobilizando de novo em São Paulo”, diz. 

A negociação terminou por voltas das 20h horas quando começou a dispersão dos militantes. 

Politização é uma das marcas do carnaval de rua de Belo Horizonte


Folia

São esperados 3,6 milhões foliões na capital mineira

Rafaella Dotta |
Comandado pela sambista Aline Calixto, o Bloco da Calixto sai às ruas com o tema "Só love, só love" em 2018 Fabrício Mendes/Divulgação

Se o assunto é bloco de rua, o carnaval Belo Horizonte tira nota dez. A diversidade é proporcional à alegria dos foliões. Nos últimos anos, a folia na capital mineira tem ganhado espaço e aos poucos vai virando tradição no carnaval brasileiro.

Para 2018, são esperados 3,6 milhões foliões em Belo Horizonte. A verdade é que uma das grandes marcas do carnaval de Belo Horizonte é a politização da festa. Todos os blocos trazem como pano de fundo alguma demanda, questionamento ou pauta sobre um determinado assunto. 

No bairro São Salvador, na região noroeste de Belo Horizonte, o Bloco da Língua reúne mais de mil pessoas para a folia. Rafael Gregório Malaquias, um dos organizadores do bloco, afirma que, além da festa, o objetivo é estimular um coletivo com consciência política.

“A gente percebeu que a gente não descentralizava só o carnaval. A gente estava descentralizando o acesso ao lazer e à cultura. Com isso, passou a ser pauta do bloco também a retomada da construção da área de lazer dos bairros São Salvador e Glória. A gente viu também que era uma luta nossa que estava aliada ao carnaval e que esse espaço poderia ser um espaço ocupado pelo bloco e por outros coletivos de cultura da região. Nos dois últimos anos, não tendo o espaço de lazer, a gente passou a descentralizar isso na própria rua. A gente realizou ‘cadeiraços’, cada um trouxe sua cadeira, refrigerante, cerveja, comida. Colocamos música e ocupamos os passeios e as ruas com esse movimento.”

Em Venda Nova, região metropolitana de Belo Horizonte, o Bloco Anjos do Céu já completa dois anos de existência. Esse é outro coletivo que tenta trazer um aspecto a mais para a folia. Marco Antônio de Oliveira, presidente do bloco, explica que um dos objetivos do coletivo é melhorar o bairro.

“O nosso bloco não quer ser somente um bloco de rua, ele quer ser um movimento de resgate à cultura do bairro Céu Azul. A gente une esporte com outras atividades culturais e tenta encaixar na agenda. O nosso bloco não para durante o ano.”

Além dos mais de 300 blocos de rua, BH ainda conta com desfiles de escolas de samba e também blocos caricatos. 

A programação completa da festa pode ser conferida no site da prefeitura.

“Lula precisa ter a garantia da presunção de inocência”, afirma defesa


"Caso do triplex"

Após STJ negar liminar para barrar execução da pena, especialista aponta que Lula tem mais chances junto ao STF

Cristiane Sampaio |
Ex-presidente terá pedido julgado pela 5a Turma do STJ e ainda pode recorrer ao STF Valter Campanato/Agência Brasil

Diante da negativa do vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, em conceder uma liminar para evitar a prisão imposta ao ex-presidente Lula, a defesa do petista reagiu, reforçando o argumento de que Lula precisaria ter garantida a sua presunção de inocência. 

A polêmica diz respeito à possibilidade de Lula ser preso assim que se esgotarem todos os recursos possíveis no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), onde ele foi julgado na semana passada. O ex-presidente foi condenado a 12 anos e um mês de prisão no âmbito do processo conhecido como o “caso do triplex”.

Os magistrados determinaram o cumprimento da pena ao final do julgamento dos recursos no TRF-4, mas a medida está longe de um entendimento unânime no meio jurídico. Para alguns especialistas, a decisão contradiz o artigo 5º da Constituição Federal. A norma determina que ninguém pode ser considerado culpado até obter uma condenação de trânsito em julgado, ou seja, quando não há mais recursos possíveis.

O advogado criminalista José Carlos Portella Junior, do coletivo Advogadas e Advogados pela Democracia, considera que o entendimento constitucional precisaria ser resguardado em nome da preservação dos valores democráticos. Ele acrescenta que a Constituição criou diversos mecanismos que impõem freios ao poder punitivo do Estado, como, por exemplo, o direito ao contraditório e à ampla defesa; o direito a recursos; a presunção da inocência; e a garantia de julgamentos feitos por juízes imparciais.

“É o fato de você garantir a dignidade da pessoa humana diante do poder do Estado. Se não houver barreiras como essa, o indivíduo é engolido pela força do Estado, pelo poder punitivo”, diz.

A avaliação de Portella Junior é de que Lula terá mais chances de reversão do resultado do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) do que possui atualmente no âmbito do STJ.

Isso porque o STJ, onde o pedido da defesa de Lula ainda terá o mérito julgado pela 5ª Turma do Tribunal, já tem um entendimento mais consolidado sobre o assunto, com tendência a aceitar a prisão de réus que ainda não tiveram uma condenação final.

Já o Supremo Tribunal Federal, última instância à qual Lula poderá recorrer, fixou uma jurisprudência, em 2016, favorável à prisão antes do julgamento final, mas alguns ministros dão sinais de que poderiam defender uma mudança desse entendimento em caso de uma nova votação. 

“O STJ não está sinalizando no sentido de mudar, de superar esse entendimento. No STF, diante do que a gente tem visto, seria mais possível haver uma mudança”, destaca Portella Júnior.

A defesa do ex-presidente deve recorrer ao Supremo se tiver o pedido negado pela 5ª Turma do STJ. A outra possibilidade de o Supremo discutir novamente o tema seria com uma iniciativa do próprio STF de colocar o assunto em pauta por meio do julgamento de alguma ação que também trate do assunto.

Em nota enviada à imprensa, os advogados do ex-presidente reafirmaram  que irão buscar “os meios jurídicos cabíveis para fazer prevalecerem as garantias fundamentais de Lula”. 

Diálogo entre governo e oposição venezuelana avança e partes chegam a um pré-acordo


ACORDO DE PAZ

O ministro da Comunicação, Jorge Rodríguez, anunciou que acordo final deverá ser assinado na próxima segunda

Fania Rodrigues |
Ministro Jorge Rodríguez e a presidenta da Assembleia Nacional Constituinte, Delcy Rodríguez comemoram resultado Foto: Madelein García/Telesur

Dois meses depois de iniciar os diálogos de paz, o governo de Nicolás Maduro e os partidos da oposição venezuelana anunciaram, nessa quarta-feira (31), que chegaram a um “pré-acordo”.

O anúncio foi feito pelo líder da delegação do governo venezuelano, o ministro de Comunicação Jorge Rodríguez. “A oposição já assinou uma ata, onde estão os elementos do pré-acordo, os pontos de entendimento. Essa é uma boa notícia, porque a assinatura dessa ata significa uma derrota a todas tentativas de promover violência e guerra a partir do exterior”, disse Rodríguez.

“Faltam apenas alguns pontos mínimos, alguns detalhes para alcançar o acordo final, e que vamos definir nas próximas 72 horas, em Caracas”, ressaltou o ministro

No entanto, o acordo só terá validade quando houver consenso em todos os pontos negociados, lembra o líder da delegação do governo.

O porta-voz da oposição, Julio Borges, do partido Primeiro Justiça, também fez declarações ao final da jornada. “Estamos aqui para solucionar a crise, essa é a única razão de estarmos negociando”, disse.

“Apesar de não termos um acordo final para mostrar, podemos dizer houve avanço. Vamos fazer consultas com líderes políticos e sociais da Venezuela. Sabemos que podemos conseguir, juntos, encontrar soluções para nosso país”, reiterou Borges.

Em sua declaração à imprensa , o ministro Jorge Rodríguez também parabenizou os líderes opositores por permanecerem na mesa de negociação: “Saudamos o esforço da oposição venezuelana, que apesar das pressões externas, das ligações telefônicas, se mantiveram firmes no diálogo”.

Depois de anunciar o pré-acordo, o dólar paralelo teve uma queda rápida, saiu de 266 mil, para 249 mil bolívares em poucos minutos. A notícia foi bem recebida pela população. As hashtag #TriunfaLaPaz e #TodosQueremosDialogoyPaz foram uma das mais tuitadas na internet.

Pimenta: Judiciário tem de ser 100% independente, inclusive da mídia e do capital

Foto: Ricardo Stuckert

Judiciário com independência plena, inclusive da mídia e do capital

O que se vê é a reprodução, por parte de agentes do Judiciário, de distorções que a população repudia nos atores políticos

por Paulo Pimenta*, em CartaCapital

‘Basta que seja feita acusação e instaurado um inquérito para que as convicções se transformem em peça acusatória’

Patrono da advocacia brasileira e jurista dos mais citados quando o assunto é o papel fundamental do Judiciário para a consolidação do Estado de Direito, Rui Barbosa legou à história uma máxima que hoje é desprezada exatamente por aqueles que mais deveriam inspirar-se nela: “a justiça, cega para um dos dois lados, já não é justiça. Cumpre que enxergue por igual à direita e à esquerda”.

Dois séculos antes do baiano, Charles-Louis de Secondat, o Barão de Montesquieu, desenvolveu a teoria da separação dos poderes do Estado e também criticou as distorções cometidas no exercício da administração do bem comum.

“O pior governo é o que exerce a tirania em nome das leis e da justiça”, apontou o francês.

O Brasil contemporâneo reaviva estes e tantos outros intelectuais que, ao longo de séculos de evolução da democracia formal, notabilizaram-se pela defesa do Judiciário como o mais equilibrado dos poderes, precisamente por conta do seu distanciamento das batalhas políticas travadas no seio do tecido social.

Em tese, caberia ao sistema de Justiça enfrentar e resolver situações que o Parlamento e o Executivo não conseguissem solucionar através dos seus mecanismos próprios.

Entretanto, o que se vê no Brasil é a reprodução, por parte dos agentes públicos do Judiciário, de distorções e transgressões que a população repudia nos atores políticos emergidos dos processos eleitorais.

Seria enorme a lista completa de práticas e regalias que parecem caracterizar mais uma casta nobre do que uma categoria de funcionários públicos.

E seria maior ainda uma lista das recentes violações à Constituição e aos códigos jurídicos que deveriam reger a atuação do Judiciário.

Supersalários escamoteados na forma de penduricalhos tornados legais por força do corporativismo.

Vantagens e privilégios funcionais – como férias diferenciadas e aposentadorias especiais, inclusive quando flagrados em atos criminosos – indefensáveis quando comparados ao que a cidadania tem a seu dispor.

Vaidade e ambição extremas que facilmente se revelam sob os holofotes da grande mídia, comportamento especialmente nocivo quando expressos na forma de opiniões de juízes, procuradores ou delegados de polícias fora dos autos processuais.

Seletividade explícita que se confunde com parcialidade e indica partidarização.

Remuneração extra oriunda de entes privados – tais como palestras em eventos de grandes empresas com litígios judiciais – que ensejam conflitos de interesses.

Em âmbito processual, vivemos um tempo em que basta que seja feita uma acusação e instaurado um inquérito para que as convicções de agentes públicos se transformem em peça acusatória formal e, ato contínuo, indícios sejam alçados à condição de provas.

Assistimos estupefatos à combinação de votos entre juízes, um fato que, de antemão, viola o princípio da autonomia dos magistrados, e, mais grave ainda, torna a defesa uma mera alegoria sem qualquer valor concreto.

Esse contexto, vale dizer, tem relação direta com o clima construído por setores da mídia brasileira.

É uma tragédia para a democracia termos um sistema judicial prostrado diante do poder midiático, sobretudo num país onde os principais veículos de comunicação se revestem de caráter inquisitorial nos temas de Justiça e, ademais, estão diretamente envolvidos na disputa política cotidiana.

E também é um atentado contra a democracia a relação próxima de membros dos tribunais superiores com dirigentes e lobistas de grandes corporações, muitas vezes em atividades realizadas por empresas de mídia.

No espectro político brasileiro, aliás, ninguém possui mais autoridade para falar em respeito à autonomia do poder Judiciário do que o Partido dos Trabalhadores.

Ao longo dos governos Lula e Dilma, a Justiça e o Ministério Público, bem como a Polícia Federal, tiveram a sua estrutura fortalecida em todas as dimensões: recursos humanos e materiais, orçamento, independência funcional e administrativa.

O reconhecimento desse comportamento essencialmente democrático foi atestado até mesmo por um procurador-celebridade da Operação Lava Jato: “Boa parte da independência atual do Ministério Público, da capacidade técnica da Polícia Federal decorre de uma não intervenção do poder político, fato que tem que ser reconhecido. Os governos anteriores realmente mantinham o controle das instituições”, disse o ativo militante.

Numa democracia, o Estado não pode ser agente de abuso.

Ele deve ser agente da razão e isso ganha mais peso ainda quando se trata do Judiciário, que precisa ser efetivamente independente de todos os poderes, inclusive dos poderes não estatais.

*Paulo Pimenta é deputado federal (PT-RS) e líder do partido na Câmara dos Deputados

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“Patrono de Huck”, FHC teria candidato indicado por ele rejeitado por 64% dos eleitores

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Publicação de: Viomundo

Datafolha: povo dá banana a TRF4 e exige Lula!

O consórcio midiático-judicial preparou um festim diabólico para comemorar o golpe de misericórdia que pretendia que pesquisa Datafolha recém-divulgada desse em Lula: a pesquisa mostraria abalo no apoio gigantesco do povo brasileiro ao maior líder político da história do país e, assim, estaria “autorizada” a consumação da tramoia judicial contra ele. O tiro, porém, saiu pela culatra.

A mídia rebolou, rebolou, mas não conseguiu arrumar maiores motivos para comemorar o resultado da pesquisa Datafolha de janeiro de 2018. A primeira página do jornal dono do instituto de pesquisa em questão focou não no principal, mas no que os golpistas judicial-midiáticos gostariam que fosse o principal.

Como você vê na imagem abaixo, o jornal transforma uma boa notícia para Lula em uma não notícia, porque, apesar de Bolsonaro aparecer em primeiro sem Lula na disputa – o que era óbvio que aconteceria, já que ele era o segundo colocado, até a última pesquisa –, está estagnado. Parou de crescer após a denúncia do Datafolha.

A Folha também tentou ressaltar outro aspecto negativo para Lula apesar de a pesquisa ter sido um bálsamo para ele: uma pequena redução do percentual de pessoas que votariam em um candidato indicado pelo ex-presidente, de 53% para 48%, o que é um absurdo dar peso a isso porque a alteração está muito próxima da margem de erro na pesquisa e significa praticamente nada diante dos céus e terras que se moveram contra ele nas últimas semanas.

Outra tentativa de encontrar um pelo no ovo Datafolha para tentar salvar a tese de que o povo abandonou Lula foi falar de uma leve alta na sua rejeição, também suspeitamente próxima da margem de erro. Outra bobagem porque suas intenções de voto são inabaláveis e 44% de rejeição mostra que a maioria do eleitorado votaria nele.

Em todos os cenários, Lula se mantém incólume após linchamento midiático-judicial incessante desde a infame decisão do TRF4 que condenou o ex-presidente sem uma única prova, afrontando a comunidade jurídica do Brasil e do mundo, que repudia violentamente o julgamento falsário em que o ex-presidente foi condenado pela segunda vez.

Todos os candidatos perdem para Lula, não existe referendo de quem vota, no Brasil, à tese com a qual pretendem encarcerar o maior líder político da história.

A impassibilidade do povo diante do show midiático judicial contra Lula é um recado claro ao poder judiciário: exigimos Lula na eleição. E ignorar esse recado pode ser muito perigoso, como mostra análise feita não pelo Blog da Cidadania, mas pelo DIRETOR DO DATAFOLHA, Mauro Paulino, no sentido de que a retirada de Lula da eleição fragiliza a democracia brasileira.

Não foi à toa que o criador do termo “petralha”, o colunista da Folha Reinaldo Azevedo, desesperou-se tanto quanto o diretor do Datafolha ao avisar que a mídia e a Justiça estão brincando com fogo ao tentarem vencer Lula melando o jogo, golpeando abaixo da cintura com a farsa produzida em Curitiba e reproduzida em Porto Alegre.

Em 1954, há 64 anos, o povo se revoltou quando o então presidente Getúlio Vargas, perseguido pelo Globo e o resto da “mídia” da época, deu um tiro no coração como protesto contra campanha midiático-judicial idêntica à que movem hoje contra Lula. Análises como a de Mauro Paulino e do jornal El País mostram que a história pode se repetir em breve.

Assista, a seguir, à reportagem em vídeo e, em seguida, leia mensagem do Blog da Cidadania aos seus leitores.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=bfkmV-73Cxw&w=560&h=315]

 

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Publicação de: Blog da Cidadania

“Patrono” de Huck, FHC teria candidato indicado por ele rejeitado por 64% dos eleitores

Da Redação

Procura-se um anti-Lula.

Um “novo”.

E Luciano Huck, embora já tenha escrito que não é candidato, permanece no radar dos políticos profissionais.

De Fernando Henrique Cardoso, por exemplo.

Mesmo sem saber se Huck tem esqueletos escondidos no armário, FHC já mencionou o global como uma possibilidade, causando ciúmes em correligionários como Geraldo Alckmin e João Dória.

FHC se diz amigo da família de Huck, considera o apresentador global “muito cru” para ocupar o Planalto, mas ao mesmo tempo diz que “Luciano não desistiu” e seria uma possibilidade se Alckmin não se firmar.

O governador paulista patinou outra vez no Datafolha — só aparece com 11% quando Marina Silva é sacada da disputa, o que é improvável.

Num dos cenários, sem Lula, empata com Huck em 8%.

Além disso, novas delações podem atingí-lo na Lava Jato.

O apoio de FHC, por sua vez, não é necessariamente bom.

Segundo o Datafolha divulgado nesta quarta-feira, 64% dos entrevistados rejeitariam totalmente qualquer candidato apoiado por FHC.

No caso de Lula, este número cai para 53%.

Considerem, no entanto, que Lula sofre a mais longa, ampla e insistente campanha de destruição midiática, enquanto FHC é bajulado por colunistas, dá amplas entrevistas e escreve artigos copiosos para os jornalões.

O juiz Sérgio Moro, no entanto, está relativamente pior que FHC: ele só faz política no tribunal e, mesmo assim, 50% rejeitariam qualquer candidato indicado por ele.

O ex-presidente Lula, que pode ser preso nos próximos dias, aparece como líder na pesquisa em todos os cenários, mesmo com a condenação em segundo grau pelo TRF-4.

O PT diz que ele será candidato mesmo se for para a cadeia.

Lula alcança seus melhores índices entre os menos escolarizados (47%), os que ganham até dois salários mínimos (47%) e no Nordeste (60%).

E, apesar de não ser “novo”, bate Jair Bolsonaro entre os eleitores mais jovens. Na faixa 16-24 anos, Lula venceria Bolsonaro se a eleição fosse hoje por 38% a 27%.

Bolsonaro se dá melhor entre os jovens de formação universitária e classe média alta. Mas Lula tem mais votos que ele entre os que ganham acima de 10 salários mínimos, por pequena margem.

O PT continua o partido preferido dos brasileiros, segundo a pesquisa: 19%, contra 5% do MDB e 3% do PSDB.

Lula, apesar da alta rejeição (40%, contra 29% de Bolsonaro e 21% de Ciro), conseguiria empurrar qualquer candidato indicado por ele ao segundo turno, se a eleição fosse hoje.

É que 27% dos entrevistados disseram que votariam com certeza num nome endossado pelo ex-presidente.

Abaixo, a íntegra do levantamento:

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Publicação de: Viomundo

Em protesto, eleitores de Salvador gritam o nome de Lula; veja o vídeo

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=1I3mPD13ufY?feature=oembed&w=500&h=375]

O protesto do povo em Salvador: Lula, Lula, Lula… Assista

por Fernando Brito, no Tijolaço, sugestão de Hudson Flavio Meneses

Os baianos estão sofrendo, desde o início do mês, com a confusão causada pelo recadastramento biométrico promovido pela Justiça Eleitoral, cujo prazo termina hoje e que, até ontem, havia regularizado a situação de menos de 75% dos eleitores da capital baiana.

O resultado é que ontem, no posto da Estação Ferroviária da Calçada, no subúrbio que leva o mesmo nome, um protesto tomou conta da multidão, que esperava há horas por uma senha.

Revoltados, os gritos primeiro eram de “ACM, Fora” e, em seguida, para um coro de Lula, Lula, Lula…

O vídeo chegou até o Tijolaço e o reproduzo, mas é possível ver que muitas outras câmaras, inclusive de emissoras comerciais, o gravaram.

Prestem atenção, os senhores que acham que com a sentença condenatória… Prestem atenção.

Vocês tiram um nome da urna e o põe na boca do povo como forma de reclamar de tudo o que lhe fazem.

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Publicação de: Viomundo

Diretor do Datafolha diz que eleição sem Lula é fraude

Na prática, a análise do diretor do instituto Datafolha, Mauro Paulino, diz o mesmo que dizem os apoiadores do ex-presidente Lula no que diz respeito à possibilidade de uma tramoia judicial tirar da eleição presidencial de 2018 o favorito do eleitorado brasileiro para governar o país a partir de 1 de janeiro de 2019. Confira os detalhes do que diz o intérprete mais informado sobre essa pesquisa.

*

Inelegibilidade de ex-presidente Lula aprofunda crise democrática

MAURO PAULINO
DIRETOR-GERAL DO DATAFOLHA
ALESSANDRO JANONI
DIRETOR DE PESQUISAS DO DATAFOLHA

31/01/2018  02h00

A pesquisa divulgada nesta quarta (31) pelo Datafolha é histórica. Menos por ser a primeira a retratar a opinião pública brasileira após a confirmação da sentença de Lula pelo TRF-4, mais pelo simbolismo de seus resultados. A possível inelegibilidade do ex-presidente aprofunda a crise de representação no cenário político e lança ainda mais incertezas sobre o pleito deste ano e seus desdobramentos.

Em nenhum outro levantamento de intenção de voto para presidente já feito pelo instituto em ano eleitoral observou-se uma taxa tão elevada de brasileiros com a pretensão de votar em branco ou anular o voto. É o que acontece quando se exclui o nome de Lula da disputa.

Mesmo com o petista candidato, o índice já aparece com destaque, o que isoladamente pode refletir a rejeição aos candidatos de um modo geral. Mas, ao excluir seu nome, o percentual cresce mais de dez pontos percentuais e passa a ser a resposta da maior parte dos brasileiros -alcança 32% do total dos eleitores em cenário onde Jair Bolsonaro (PSC) lidera a corrida com 20%.

Editoria de Arte/Folhapress
Datafolha 31.jan - migração petista
Datafolha 31.jan – migração petista

O fenômeno não é novo -além de presente nas últimas eleições municipais, vinha sendo alertado pelo Datafolha em análises anteriores-, porém encontra-se em patamares nunca antes registrados em período equivalente.

Se somado à taxa de indecisos, o total dos que deixam de escolher um candidato chega a 36% nesse mesmo cenário. A maior taxa de brancos e nulos em pesquisas de primeiro turno para presidente da República foi de 19% em fevereiro de 2014, pós manifestações de 2013, pré-reeleição de Dilma Rousseff, sem Marina Silva como candidata e com Eduardo Campos (PSB) ainda desconhecido pela maioria do eleitorado.

É claro que a pesquisa não permite projeções, especialmente em ambiente tão nebuloso e inédito. É sempre um instantâneo do momento. Em 2014, por exemplo, com a morte de Campos, entrada de Marina e a clivagem social no debate entre Dilma e Aécio (PSDB), o resultado oficial de brancos e nulos não chegou nos dois dígitos.

No entanto, o maior índice de “sem candidato” já registrado nas urnas em primeiro turno das presidenciais foi na reeleição de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1998, onde alcançou 19%. Para isso contribuiu a existência ainda das cédulas de papel que favoreciam a prática da anulação consciente, então mais frequente do que os erros.

Estudos feitos pelo Datafolha na época, comprovados em eleições posteriores, indicaram que a introdução da urna eletrônica intimidou a prática do tradicional voto nulo de protesto -agora mais concentrada nos votos brancos com tecla própria na urna- e passou a prejudicar a concretização do voto de pequena parte dos menos escolarizados e de menor renda, que revelam mais dificuldade em digitar corretamente na máquina suas intenções para os diversos cargos.

A pesquisa de hoje mostra que esse é justamente o perfil de quem mais intenciona votar em branco e nulo quando Lula não está na disputa. Entre os que têm renda de até dois salários mínimos e o nível fundamental de escolaridade, essa taxa dobra. Entre os habitantes do Nordeste, quase triplica. Entre as mulheres, o crescimento também é expressivo. A depender do poder de convencimento dos candidatos frente a eleitores tão refratários torna-se provável um número recorde de não votos em outubro.

O desconhecimento dos outros candidatos não é o principal motivo para esse comportamento. Tomando-se como referência o cenário mais completo sem a inclusão do ex-presidente, os votos brancos e nulos também crescem dez pontos percentuais mesmo com a presença de figuras de alto recall na população, como os sempre pré-candidatos Marina SilvaCiro GomesGeraldo Alckmin e o apresentador de TV Luciano Huck (sem partido).

Focalizando-se apenas a migração de eleitores de Lula nessa situação, a maior parcela -31% deles- vai para brancos e nulos, 15% passam a votar em Marina Silva, 14% em Ciro Gomes, 8% em Luciano Huck, 7% em Jair Bolsonaro e 6% em Geraldo Alckmin.

A crise democrática fica ainda mais evidente nas simulações de segundo turno. Em duas dentre três hipóteses testadas sem Lula, brancos e nulos disputam a liderança com os dois candidatos finalistas, dentro da margem de erro da pesquisa. Nesses cenários, se a eleição fosse agora, o Brasil poderia eleger um presidente rejeitado por quase 70% da população.

Improvável? Dilma foi reeleita com a maioria dos votos válidos, mas não do total de votos, no segundo turno de 2014. Collor em 1989 também. Ambos não chegaram ao fim de seus mandatos.

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Publicação de: Blog da Cidadania

Em todos os cenários do Datafolha Temer tem 1% de intenções de voto

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira, 31 de janeiro de 2018, dá conta de que foi pesquisada a possibilidade de o presidente Michel Temer se candidatar a presidente em 2018.

O resultado é um grande furo de reportagem porque a pesquisa detectou que, seja qual for o cenário, 1% do eleitorado, alguma coisa próxima a 1,5 milhão de pessoas, votaria em Michel Temer para presidir o país legalmente, já que hoje seu governo é ilegal, produto de um golpe e sem amparo da vontade popular.

É espantoso existir tanta gente sem cérebro no Brasil. !

Confira, abaixo, uma das simulações do Datafolha envolvendo o nome de Temer. Uma basta, pois em qualquer uma o resultado é o mesmo: 1% do eleitorado brasileiro quer que esse sujeito continue triturando o Brasil.

 

 

 

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Publicação de: Blog da Cidadania

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