Monthnovembro 2017

“Meu contato vai conseguir que DD entre na negociação”; veja as conversas de Tacla Durán com o compadre do juiz Moro periciadas na Espanha

Da Redação

Em seu depoimento à CPI da JBS, o ex-advogado da Odebrecht, Rodrigo Tacla Durán, confirmou a existência de uma certa “panela de Curitiba”, formada por advogados e procuradores que facilitariam os acordos de delação premiada da Lava Jato.

Tacla Durán confirmou ter trocado mensagens com o compadre do juiz Sérgio Moro, Carlos Zucolotto Júnior, que dizia ter influência para garantir vantagens a Durán se ele fechasse acordo com o MPF.

A multa aplicada a Durán, pela promessa de Zucolotto, cairia de U$ 15 mi para U$ 5 mi e o regime de prisão passaria de fechado a domiciliar, segundo as mensagens.

A compensação seria dada num pagamento “por fora”, de U$ 5 milhões, que Zucolotto disse ser necessário porque “tenho que resolver o pessoal que vai ajudar nisso”.

Num dos diálogos, Zucolotto teria escrito que “meu contato vai conseguir que DD entre na negociação”, numa aparente referência a Deltan Dallagnol, que supostamente poderia acelerar o acordo do lado do MPF.

Durán disse ter fotografado a conversa com um celular, já que as duas partes utilizavam um aplicativo que apaga as mensagens depois de um tempo determinado. À CPI, ele apresentou como prova os prints periciados na Espanha.

O acordo de delação premiada nunca foi fechado. Tacla Durán é considerado foragido da Justiça pelo juiz Moro. Ele tem cidadania na Espanha e teve o pedido de extradição rejeitado.

Veja, abaixo, os documentos que o advogado entregou à CPI, inclusive os registros da conversa eletrônica.

PS do Viomundo: Post original editado para acréscimo de informações.

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Publicação de: Viomundo

PQ

por Marco Aurélio Mello

Por que você pergunta
Quando porque é junto?

E se tem acento, por quê?

Porque quando é substantivo
E vem precedido de artigo…

É assim: porquê.

Sabida mesmo é a moçada
Que simplesmente grafa pê-quê.

Assim não perdem tempo
Com perguntas, nem respostas.

Abusam da falta de pontuação
Tranformam interrogações em reticências.

E deixam questões inúteis para
Os velhinhos das Academias de Letras.

Histórias sem fecho…
Ficam cheias de lacunas.

Porque em vez de ponto final
Sobram as vírgulas.

Pobres crianças crescidas
Sempre a procura de regras.

E de um porquê a outro
Eis aqui um raciocínio científico.

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Publicação de: Viomundo

Em depoimento de mais de quatro horas, advogado Tacla Durán entrega os podres da Lava Jato; CPI quer ouvir compadre de Moro; reveja a íntegra

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=PAaQRq83G04?feature=oembed&w=500&h=375]

Da Redação

Em depoimento de mais de quatro horas à CPI da JBS e J&F, o advogado Rodrigo Tacla Durán fez várias revelações bombásticas, confirmando informações publicadas antes em várias fontes, inclusive aqui mesmo no Viomundo.

Ex-prestador de serviços do Departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht, Durán é considerado foragido pela Justiça brasileira.

Uma tentativa de extraditá-lo da Espanha — país do qual ele tem cidadania — fracassou.

A principal acusação de Durán é de que o compadre do juiz Sergio Moro, Carlos Zucolotto, teria pedido a ele um pagamento de U$ 5 milhões para reduzir de U$ 15 mi para U$ 5 mi a multa que ele, Durán, teria de pagar se fechasse acordo de delação premiada no Brasil.

Zucolotto teria, segundo o acusador, bom trânsito com procuradores da Lava Jato e prometeu trazer para as negociações um certo DD, que pode ser referência a Deltan Dallagnol.

O acordo não foi fechado.

Dentre as acusações feitas hoje por Tacla Durán:

— Ele usou um celular para fotografar a conversa que teve com o advogado Carlos Zucolotto Júnior através do aplicativo Wickr, que apaga as mensagens assim que elas são transmitidas. Durán disse que fez as fotos porque não poderia dar print screen, já que do outro lado o interlocutor seria avisado. Nas conversas, segundo Durán, Zucolotto, que é compadre do juiz Sergio Moro, pediu U$ 5 milhões “por fora” para reduzir a multa que Durán teria de pagar se fechasse acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, além de outras vantagens;

— Durán confirmou planilha que consta em sua declaração de imposto de renda, divulgada originalmente pela coluna Radar, da Veja, que inclui pagamentos que teriam sido feitos ao escritório de Zucolotto, que foi correspondente de Durán no Brasil em ações na Justiça. Da lista de pagamentos também consta o nome da esposa de Moro, Rosângela, que trabalhou no escritório de Zucolotto.

— Tacla Durán desmentiu o juiz Sergio Moro, que em nota (ver íntegra no final) afirmou que Zucolotto “não atua na área criminal”. Segundo Durán, Zucolotto já atuou como advogado do próprio Moro em ação criminal. Ele afirmou que existiriam registros públicos disso.

— Tacla Durán afirmou que o sistema original de registro de propinas da Odebrecht foi apagado, não permitindo perícias ou que a defesa dos delatados pelos 77 executivos da empreiteira obtenha contraprovas, prejudicando o direito de defesa.

— Ele também disse que recebeu da Lava Jato lista de políticos com a indagação sobre qual poderia denunciar. “Marcelo Miller me mostrou uma lista de parlamentares e perguntou: qual o senhor conhece, qual o senhor pode entregar?”, afirmou o depoente. Miller é acusado de, ainda na condição de procurador do MPF, organizar a delação premiada dos donos da J&F e lucrar com ela.  Ele se demitiu do MPF, onde atuou na Lava Jato, e se transferiu para a banca de advogados regiamente remunerada pela empresa de Joesley Batista.

— Segundo Tacla Durán, a Lava Jato omitiu contas no Exterior dos marqueteiros João Santana e Monica Moura. Ambos, em suas delações, comprometeram a ex-presidenta Dilma, cuja campanha teria pago “por fora” por serviços de marketing na campanha de 2014. A omissão das contas permite a conjectura de que os dois teriam sido conscientemente beneficiados por procuradores, já que as contas omitidas não foram bloqueadas.

— Tacla Durán disse que já fez depoimento à Justiça de sete países. Mas, no Brasil, o juiz Sergio Moro rejeitou  pedido da defesa de Lula para ouví-lo como testemunha. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, ao negar um dos pedidos de depoimento de Durán o juiz Moro alegou desconhecimento do endereço do advogado na Espanha. Mas Durán disse que seu endereço é de conhecimento de autoridades espanholas e brasileiras.

Ao final, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse que será preciso ouvir na CPI o compadre do juiz Moro, Carlos Zucolotto, diante das graves acusações feitas a ele por Tacla Durán.

Abaixo, a nota escrita pelo juiz Moro em resposta a reportagem de Monica Bergamo, na Folha de S. Paulo, quando surgiram as primeiras denúncias de Tacla Durán contra a Lava Jato:

O advogado Carlos Zucolotto Jr. é advogado sério e competente, atua na área trabalhista e não atua na área criminal;

O relato de que o advogado em questão teria tratado com o acusado foragido Rodrigo Tacla Duran sobre acordo de colaboração premiada é absolutamente falso;

Nenhum dos membros do Ministério Público Federal da força-tarefa em Curitiba confirmou qualquer contato do referido advogado sobre o referido assunto ou sobre qualquer outro porque de fato não ocorreu qualquer contato;

Rodrigo Tacla Duran não apresentou à jornalista responsável pela matéria qualquer prova de suas inverídicas afirmações e o seu relato não encontra apoio em nenhuma outra fonte;

Rodrigo Tacla Duran é acusado de lavagem de dinheiro de milhões de dólares e teve a sua prisão preventiva decretada por este julgador, tendo se refugiado na Espanha para fugir da ação da Justiça;

O advogado Carlos Zucolotto Jr. é meu amigo pessoal e lamento que o seu nome seja utilizado por um acusado foragido e em uma matéria jornalística irresponsável para denegrir-me; e

Lamenta-se o crédito dado pela jornalista ao relato falso de um acusado foragido, tendo ela sido alertada da falsidade por todas as pessoas citadas na matéria.

Veja também:

Todos os documentos entregues por Tacla Durán à CPI, inclusive a conversa com o compadre de Moro

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Estadão põe na boca do PT suas mentiras contra Lula

Uma das estratégias mais revoltantes e desonestas da mídia antipetista e antilulista é a invenção de supostas “fontes” filiadas ao PT para corroborarem invenções dessa mídia contra Lula, contra seus aliados e contra seu partido.

Funciona assim: o jornal vive inventando que algum petista ligado à direção do partido jogou contra o patrimônio ao passar informações prejudiciais a esse partido para um jornal que o combate há mais de 30 anos.

Desta vez, um dos atiradores mais conhecidos desse jornal, dito “repórter”, elaborou uma mentira grotesca para vincular o ex-presidente Lula às estripulias do ex-governador Sergio Cabral e do atual governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ).

Não, o governador e o ex-governador não são problemas do presidente Michel Temer, do mesmo partido que esses dois; são problemas para… Lula!

Diz a matéria que o PT “teme” que Lula seja ligado pela população do Rio ao ex-governador Sergio Cabral se fizer mesmo caravana pelos Estados do Espírito Santo e Rio entre os dias 4 e 8 de dezembro.

O mais revoltante é a matéria dizer que “Dirigentes [do PT] consideram uma “burrada” o evento de cinco dias no Rio, onde o ex-aliado está preso.

O mais engraçado é que se Lula é “ex-aliado” de Cabral e Pezão, Temer e o PSDB ainda são aliados “ativos” desses dois, pois Temer é peemedebista de raiz e os tucanos ainda estão aliados ao PMDB e só devem deixar a aliança a tempo de a negarem na campanha eleitoral do ano que vem, ou seja, no começo do ano.

Para refrescar a memória do Estadão e de seu “repórter”.

Que os fascistas não percam tempo buscando fotos de Lula ou Dilma com Cabral. Se alianças políticas com o partido de Cabral e Pezão forem suficientes para estender os crimes deles a esses aliados, não escapam um só grande partido ou um só nome importante da política.

O mais revoltante, porém, é que o Estadão – ou seu “repórter” – inventam essa história de quem um DIRIGENTE do PT passaria informação tão ruim para o partido a um jornal que é inimigo declarado desse partido e, sobretudo, de Lula.

A se dar crédito ao “repórter” do Estadão, a direção nacional do PT está repleta de traidores que vivem passando à mídia antipetista informações desabonadoras ao partido e ao seu pré-candidato à Presidência da República.

Quem acredita que um dirigente do PT torpedearia a caravana de Lula ao Rio só pode achar que esse partido está repleto de Judas que buscam sabotar “por dentro” e “por fora” os projetos políticos petistas.

*

Assista, abaixo, vídeo que explica como você pode ser notificado quando o Blog publicar uma nova matéria. É um vídeo de 30 segundos que vai lhe dar mais conforto para acessar esta página.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=WfQV7W0Mk48]

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DILMA: MAIS UMA MANIPULAÇÃO GOLPISTA

O governo golpista, antidemocrático, antinacional e corrupto, que tomou de assalto o país, teve o desplante de, na sua última propaganda partidária, afirmar que o PT fez 13 anos de “gestão desastrosa, arruinando o Brasil”.

A peça de propaganda enganosa esquece propositadamente de que foi justamente a gestão do PT que retirou 36 milhões de brasileiras e brasileiros da miséria, assegurando a outros 42 milhões ascenderem à classe média. Durante esses 13 anos foram gerados 22 milhões de empregos formais e o salário mínimo teve valorização de 72%. Foi nesse período que acumulamos US$ 380 bilhões em reservas internacionais, nos libertamos do jugo do FMI e descobrimos o pré-sal. Do 13º lugar na economia mundial, saltamos para a 6ª posição.

Foi ainda durante os governos do PT que mais do que duplicamos o número de vagas nas universidades, quadruplicamos o número estabelecimentos de ensino técnico e abrimos as portas das universidades, antes privilégio de elites, para negros e pobres.

Elevamos o país à condição de protagonista, reconhecido internacionalmente, por meio de uma política externa ativa e altiva, que nos fez respeitados no cenário mundial. Nesse período, o Brasil, com suas políticas sociais avançadas, era exemplo para o mundo. Foram os governos do PT que tiraram o Brasil do Mapa da Fome da ONU.

A propaganda enganosa exibida pelo governo golpista omite a crise política por ele mesmo gerada. Sobreposta à crise econômica que atingia os chamados países emergentes, evidenciada no fim do ciclo das commodities, na desaceleração da economia chinesa, na saída dos EUA da política de expansão monetária, forjou-se a crise política do impeachment, uma conspiração golpista, liderada por Temer e Eduardo Cunha.

Os setores liderados por eles investiram na política do “quanto pior melhor”, aprovaram pautas bombas, paralisaram a Câmara dos Deputados e boicotaram todas as ações de governo e todas as medidas legislativas necessárias para tirar o Brasil da crise. Todos sabem que esses setores deram o golpe para enquadrar o Brasil social, econômica e geo-politicamente ao neoliberalismo: eliminando direitos sociais, trabalhistas e previdenciários; reduzindo a proteção ao meio-ambiente; extinguindo o controle e a fiscalização sobre a venda e a privatização de patrimônio público – pré-sal, energia elétrica, bancos, terras férteis etc.

Sem a menor sombra de dúvida, estão tomando todas as providências para “estancar a sangria” e permitir a impunidade da corrupção comprovada com malas de dinheiro, contas no exterior e gravações indesmentíveis.

Para tentar se salvar da justiça, estão destruindo o Brasil. Golpearam a Constituição, a democracia e a soberania popular, investiram contra o povo brasileiro e suas conquistas, com a terceirização e a reforma trabalhista. Destruíram centenas de avanços e conquistas, como o Minha Casa Minha Vida, a Farmácia Popular, o Bolsa Família, o Mais Médicos, o Fies, o Ciência sem Fronteiras etc.

Fragilizaram os sindicatos, precarizando empregos e rebaixando salários. Tiraram o povo do orçamento, com a emenda constitucional 95, que congela por 20 anos as despesas sociais – sobretudo com saúde e educação – e zerando os investimentos públicos. Pretendem impor uma reforma da previdência que penaliza a aposentadoria dos mais pobres. Investem abertamente contra a soberania do País, vendendo patrimônio público a preços aviltados, apequenando o Brasil.
A desigualdade aumenta, o desemprego se mantém elevado, os rendimentos caem, a economia não cresce de forma sustentada e o Brasil volta a entrar no Mapa da Fome.

O governo golpista tenta tirar o país da crise com a volta da miséria e da fome e com uma política econômica suicida, que contrai investimentos e sucateia os serviços públicos necessários principalmente para a população mais carente. O governo golpista, ao contrário do que fez o PT, governa apenas para os ricos.

Temos um governo que nos envergonha perante a comunidade internacional. Poucos líderes mundiais se encontram voluntariamente com Temer. Quando podem, o evitam.

A propaganda enganosa da atual direção do PMDB não faz justiça aos fatos históricos e à própria história deste partido. É triste ver a atual direção do partido de Ulisses Guimarães e Teotônio Villela participar de um golpe de estado e destruir o grande legado social e político da “Constituição Cidadã”. A direção e o governo deste PMDB golpista traíram o partido das grandes lutas políticas e sociais da resistência democrática.

Quem deve desculpas ao Brasil e à sua própria história é a direção atual do PMDB é este governo corrupto, antinacional e antipopular que assalta a democracia brasileira e o país.

DILMA ROUSSEFF

CPI da JBS, ao vivo: da Espanha, o depoimento de Tacla Duran, ex-advogado da Odebrecht

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Jucá tenta tomar celular de passageira que perguntou sobre o “grande acordo nacional”; veja

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Agora que valor do petróleo aumentou, Petrobras decidiu explorar o brasileiro, diz senador

Um botijão a caminho da casa do George Soros

Jorge Viana critica aumentos de gasolina

Ele reclama da Petrobras e anuncia audiência pública para cobrar posição da ANP, alegando que são injustificáveis os seguidos aumentos dos preços dos combustíveis. “É um abuso inaceitável”, ressalta

O senador Jorge Viana (PT-AC) criticou duramente, nesta quarta-feira, 29 de novembro, o governo Michel Temer e a direção da Petrobras pelo que considerou injustificáveis aumentos nos preços dos combustíveis no país.

“O Acre é o estado onde nós temos a gasolina e o óleo diesel mais caros do Brasil. Na região do Juruá, de Cruzeiro do Sul, dos municípios isolados, Feijó, Tarauacá, é uma exploração o que a população sofre”, reclamou.

“O governo e a Petrobras resolveram tirar o couro, explorar ou tentar empurrar o país para o período do fogão a lenha, do carvão”, lamentou.

“Nós acabamos de participar da COP em Bonn, onde há um compromisso do mundo de redução das emissões e o Brasil vai na contramão, aumentando o preço do bujão de gás, empurrando uma parcela enorme de brasileiras e brasileiros para terem que buscar outro recurso”.

Viana anunciou que vai solicitar uma audiência pública com a participação da Agência Nacional do Petróleo (ANP), para justificar e debater os seguidos aumentos.

“É inaceitável que agora a Petrobras, na hora em que o preço do barril de petróleo alcança mais de US$ 60, na hora em que a redução da exploração no pré-sal vai a US$ 8 o barril, resolva explorar o brasileiro, aumentando injustificavelmente o preço do óleo diesel e da gasolina”, criticou.

“É um abuso e um absurdo. E o mais grave ainda é esse aumento no bujão de gás”.

“Vou entrar com um requerimento exigindo um posicionamento oficial da ANP, porque a Petrobras é só de fachada estatal”, destacou.

“Na prática, a Petrobras virou uma empresa privada que está se lixando para os brasileiros e só pensa em lucro, em vez de levar em conta a dificuldade que o Brasil vive, com quase 13 milhões de desempregados, com os pais de família, com a dona de casa tendo dificuldade nestes tempos de escassez de emprego, de poder criar segurança alimentar, criar segurança para as famílias”.

PS do Viomundo: Mas, como é que ficam os acionistas da Petrobras, caro senador, especialmente os estrangeiros que controlam cerca de metade da companhia? São grandes bancos, fundos de investimento e bilionários dos Estados Unidos, que também são filhos de Deus! E, afinal, todos eles também dependem do botijão de gás, né mesmo?

Leia também:

Aécio usava gente simples como laranja para suas pilantragens

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Publicação de: Viomundo

Parlamentares reforçam articulação contra privatização da Eletrobras


Resitência

Ponto da pauta econômica do governo, desestatização da companhia encontra resistência entre governistas e opositores

Cristiane Sampaio |
Frente Parlamentar Mista em Defesa da Eletronorte foi lançada na Câmara dos Deputados com assinaturas de mais de 200 parlamentares Gustavo Bezerra/PT na Câmara

Foi lançada nesta terça-feira (29) na Câmara Federal a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Eletronorte, empresa que é um dos braços da Eletrobras e fornece energia elétrica aos nove estados da Amazônia Legal. A criação do grupo resulta do aumento das articulações contra a privatização da estatal, assunto que está na mira do Planalto e deve ser discutido no Congresso através de um projeto de lei ainda não enviado ao Legislativo.

“Nós vamos trabalhar articulados pra mobilizar a classe política e a sociedade, pra fazer esta compreender o que está por trás disso, e pra quando vier esse projeto do governo a gente estar preparado pra rechaçá-lo aqui na Casa”, disse o presidente da Frente, deputado Zé Carlos (PT-MA).

Mais de 200 parlamentares, entre deputados e senadores, assinaram o documento pela criação do grupo. A atuação deve ocorrer em conjunto com as outras sete frentes que já existem no Congresso Nacional contra a privatização da Eletrobras e suas subsidiárias.

Ao todo, cerca de 350 parlamentares integram os grupos, que contam inclusive com membros da base aliada do governo. No espectro, constam políticos de partidos como PMDB, DEM, PSDB, PP, PSD, PR e PRB, além dos membros de partidos de oposição, como PT, PCdoB e Psol.

A tropa de choque do Planalto, em geral, segue uma linha neoliberal, mas alguns dos membros dialogam com a oposição no que se refere ao combate à privatização por conta das centrais elétricas controladas pela Eletrobras nos seus respectivos estados.

No entanto, apesar da adesão de governistas à criação das frentes, os segmentos populares que atuam contra a venda da estatal dizem não ser possível garantir que terão os votos necessários para barrar a medida no caso de o Planalto colocar todas as 15 empresas da Eletrobras no mesmo pacote de privatização, o que ainda não está definido.

O Sindicato dos Urbanitários do Distrito Federal, uma das entidades que monitoram os parlamentares, acredita que menos de 300 membros do Congresso Nacional sejam de fato potenciais defensores da pauta. O projeto de lei que trata da privatização da estatal está em fase de elaboração pela Casa Civil.

Referendo

Dentro do Legislativo, a luta em favor da Eletrobras se dá também por outras vias. As entidades e a oposição batalham, por exemplo, pela aprovação final do Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 948/01, que propõe a realização de um referendo para consultar a população sobre a venda da estatal, caso a privatização seja autorizada.

A presidenta do Sindicato, Fabíola Antezana, queixa-se da falta de diálogo do governo com os funcionários da Eletrobras e com a população em geral: “Se quem vai sofrer o impacto dessa privatização é a sociedade, ela tem que ser ouvida sobre esse processo de desestatização”, defende.

A proposta de referendo foi aprovada nessa segunda-feira (28) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e será votada em plenário. Para a dirigente, a mobilização precisa aumentar de agora em diante, por conta da força do governo na Casa.

“Nossa preocupação é que, no plenário, esse projeto seja retirado de pauta ou sofra diversas alterações que inviabilizem que a sociedade seja ouvida”, finaliza.

Em discurso na Câmara, deputado diz que Moro tem contas a acertar com a Justiça

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Em nome de Aécio, Veja deu tiro que saiu pela culatra

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Publicação de: Viomundo

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