Monthnovembro 2016

Pimenta: Ordem era “atacar sem negociação”; violência assemelha-se à da PM paulista quando Alexandre de Moraes era secretário; veja o vídeo

PRAÇA DE GUERRA: ESTUDANTES CONTRA A PEC 55 SÃO MASSACRADOS EM BRASÍLIA; ORDEM ERA “ATACAR SEM NEGOCIAÇÃO”, DISSERAM POLICIAIS

PALÁCIO DO PLANALTO PODE ESTAR POR TRÁS DOS ATAQUES

da página deputado Paulo Pimenta

Com extrema violência, gás e bombas, a Polícia Militar do DF massacrou estudantes que realizavam manifestação, em frente ao Congresso Nacional, contra a Pec 55. Militantes de extrema-direita estavam infiltrados na manifestação provocando quebra-quebra para causar tumulto e ação da Polícia contra os estudantes.

Uma mulher que protestava contra a Pec 55 foi agredida. Já no chão, teve a cabeça chutada por um policial, gerando indignação dos manifestantes.

Parlamentares do PT chegaram ao local para negociar o fim do massacre, mas as autoridades policiais não aceitaram qualquer acordo, e continuaram avançado sobre a população. Os deputados e deputadas por diversas vezes tentaram fazer um cordão em frente aos policiais, em uma tentativa de proteger os manifestantes.

O deputado Paulo Pimenta tentou intervir de maneira reiterada, pedindo à Polícia o fim dos ataques, do gás e do lançamento de bombas, para que os parlamentares pudessem conversar com os estudantes. Mas, como afirmou um policial, a ordem era “atacar”.

Acredita-se que a ordem de ataque possa ter vindo do Palácio do Planalto, por meio do Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, já que a operação que ocorreu nesta tarde em Brasília conteve muita violência, semelhante as ações da Polícia Militar do Estado de São Paulo, quando Alexandre de Morais era secretário de Segurança de Geraldo Alckmin.

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Publicação de: Viomundo

FHC presidente-tampão? Quem comprou uma reeleição, compra duas

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Fora Temer? Sim, ok, fora Temer! Mas sob que condições?

Michel Temer provavelmente vai passar à história como o presidente do empobrecimento, a menos que seja substituído por alguém que se disponha a fazer o serviço sujo.

Que serviço sujo? Ora, piorar drasticamente as condições de trabalho assalariado no país, dificultar e arrochar aposentadorias, reduzir gastos com programas sociais, com Saúde, com Educação, com Saneamento, enfim, o serviço sujo será o Estado mais uma vez tirar do pobre para dar ao rico, como sempre ocorreu na história deste país.

Essa reflexão está sendo feita no momento em que outro presidente se encontra ameaçado de perder o cargo em menos de um ano.

Temer pode ser cassado em alguma ou em todas as ações que os derrotados em segundo turno na eleição presidencial de 2014 impetraram no TSE pedindo a perda do mandato da chapa vencedora ou então por conta de envolvimento em corrupção nos crimes investigados pela Lava Jato ou ainda pelo envolvimento nas estripulias de Geddel Vieira Lima.

Essa instabilidade também de Temer está ajudando a manter a economia rastejante porque ninguém vai querer saber de investir sem saber quem vai estar governando o Brasil no futuro imediato.

O fora Temer já, portanto, é bom que aconteça antes do fim deste ano. Teremos, então, eleições diretas e um presidente legítimo.

Pode ser que a direita ganhe? Pode, ainda está forte, apesar de já ter muita gente revendo sua decisão de apoiar o golpe. Porém, a vantagem de haver eleição presidencial já é que Lula poderia concorrer. E vencer.

Não acredita? Tudo bem, não haverá eleição nenhuma mesmo… Porque não haverá tempo.

Nem com a velocidade antipetista da Justiça seria possível cassar Temer em 2016. E com o alvo não sendo petista é que nada aconteceria mesmo. Desse modo, se o presidente da República for cassado será no ano que vem.

Se Temer for cassado em 2017, ou pelo TSE ou por corrupção (junto com Geddel ou pela Lava Jato), aí haverá eleição indireta, Colégio Eleitoral, como na ditadura militar.

O presidente biônico será escolhido pelo Congresso Nacional e já há um candidato de “consenso” entre os golpistas da mídia, do Legislativo e do Judiciário:

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Acredita não? Então veja o balão de ensaio que o tucanão mandou seu secretário pessoal divulgar na Folha há pouco tempo.

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Seria a “solução”, segundo os acólitos de FHC. Ele governaria pelo resto do mandato de Temer, agora cassado pelo TSE, pelo Congresso ou até pelo STF.

Claro que caberia a ele fazer o serviço sujo, a menos que derrubem Temer só após ele fazer esse serviço.

Seja como for, com o histórico que tem Fernando Henrique Cardoso, é bom que todos tenhamos claro que se ele for indicado presidente biônico da República Federativa do Brasil, no mínimo governará seis anos.

Mas poderia chegar a dez, porque, assim como em 1997 ele comprou a própria reeleição por 200 mil reais cada voto no Congresso, em 2017, vinte anos depois, ele certamente não hesitaria em fazer aprovar mudança na lei que lhe permitisse disputar a eleição de 2018 e, depois, a reeleição em 2022, de modo que, em tese, poderia governar até 2026.

Sim, FHC tem oitenta anos, mas saúde não lhe falta. Anda até de namorada nova, quase cinquenta anos mais nova do que ele. Aposto que governa até 2026 com um pé nas costas.

Publicação de: Blog da Cidadania

Senadora repudia violência da PM e se solidariza com estudantes e trabalhadores; veja o vídeo

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CUT e MST pedem impeachment de Temer

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Publicação de: Viomundo

Com bombas de gás lacrimogêneo, spray pimenta e balas de borracha, PM reprime manifestação pacífica em Brasília contra a PEC 241/55; há pessoas feridas

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REPRESSÃO DESMEDIDA

Do Mídia Ninja

Manifestação que reunia milhares de pessoas que reivindicavam investimentos em saúde e educação, pressionando senadores para votar contra a PEC 55, foi duramente reprimida pela polícia hoje em Brasília.

O ato que unificou estudantes, secundaristas, trabalhadores, sem teto, sindicalistas e vários outros movimentos sociais, seguia pacífico caminhando do Museu Nacional até o gramado do Congresso Nacional, onde começaram os ataques.

Bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e spray de pimenta foram usados. A cavalaria e helicópteros também foram utilizados na repressão.

O ato foi dispersado e muitas pessoas estão feridas.

Momento em que a Tropa de Choque dispara tiros de bala de borracha à queima roupa nos manifestantes contrários à PEC 55, em Brasília.Brasília 3
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Manifestantes ocupam Brasília contra PEC 55 e reforma do ensino médio

Propostas passam hoje (29) por apreciação no Congresso. Estudantes, trabalhadores e representantes de movimentos sociais rechaçam medidas e acusam o governo Temer de atacar setores essenciais

por Redação RBA publicado 29/11/2016 

São Paulo – Estudantes, trabalhadores e representantes de movimentos sociais estão mobilizados hoje (29), na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55. A proposta do governo Michel Temer já foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e agora tramita no Senado Federal, com votação prevista para esta terça-feira em primeiro turno, e segunda, no próximo dia 11. A PEC visa a um ajuste fiscal congelando os investimentos da União por 20 anos.

“Estamos aqui para derrubar a PEC, que é uma injustiça contra os estudantes, contra os trabalhadores, que vai barrar investimentos em áreas essenciais. Isso é um sofrimento para nós. Já temos a vida sofrida e isso não está certo. Temos que barrar isso e o Temer”, afirmou a estudante Natália, para os Jornalistas Livres.
A aprovação da PEC precisa de maioria composta dos votos, ou seja, três quintos (49) de um total de 81 senadores. No início da tarde, indígenas da etnia manduruku, da região do rio Tapajós, no sul do Pará, também protestaram contra a proposta, além de exigirem a ampliação na política de demarcação de terras.

O ato intitulado “Ocupa Brasília” também lembrou o estudante Guilherme Irish, militante do movimento estudantil contra a aprovação da PEC, morto no último dia 15 pelo pai por discordâncias políticas e ideológicas. O ato contra a proposta começou com uma concentração em frente ao Ministério da Educação, onde estudantes protestaram contra a reforma do ensino médio,prevista pela Medida Provisória (MP) 746, e parte agora em passeata até a frente do Congresso Nacional.

Os manifestantes criticam a maneira como a proposta foi apresentada pelo governo Temer, sem diálogo com a sociedade, além de que, o projeto pode tirar da grade curricular disciplinas Artes, Filosofia, Sociologia e Educação Física.

A MP tramita no Congresso em regime de urgência e passou hoje por apreciação em comissão mista especial. O senador Pedro Chaves (PSC-MS), relator da matéria, concedeu pedido de vista coletiva aos membros do colegiado, que devem votar amanhã a proposta. Em uma consulta pública, realizada pela ferramenta e-Cidadania, do Senado, os internautas podem opinar sobre o projeto – e o rejeitam amplamente, até o fechamento desta reportagem, com 72.079 votos contrários e 4.254 favoráveis.

GRAMADO LOTADO CONTRA PEC 55

A marcha acaba de chegar ao Congresso Nacional. Neste momento, milhares de pessoas ocupam o gramado. Muita música, dança e mobilização contra a PEC 55, que pretende destruir o futuro do Brasil. A tropa de choque da Polícia Militar está mobilizada, em posição ameaçadora, tentando intimidar quem se manifesta pacificamente. Alguns jatos de spray de pimenta foram lançados, além de bombas de gás lacrimogêneo, causando correria. Existem manifestantes feridos. No momento, a situação é tensa.

 

 

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Publicação de: Viomundo

CUT e MST vão pedir o impeachment de Temer; todas as entidades das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo poderão assinar

Da Redação

Além da CUT, o  MST já se comprometeu a assinar o pedido de impeachment do presidente usurpador Michel Temer.

Segundo Marize  Muniz, assessora de imprensa da CUT Nacional, a iniciativa estará aberta às mais de cem entidades que compõem as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

As entidades têm até terça-feira da próxima semana, 6 de dezembro, para assinar o pedido.

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Publicação de: Viomundo

Centrais defendem acordos de leniência para combater o desemprego provocado pela Lava Jato

centrais e emprego

Centrais defendem acordos de leniência para combater o desemprego

Em nota conjunta, CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central e UGT avaliam os impactos da Lava Jato no mercado e pedem que Congresso se mobilize para que empregos sejam resgatados

por Redação RBA publicado 29/11/2016

São Paulo – As centrais sindicais reconhecidas formalmente divulgaram hoje (29) nota conjunta em que defendem a regulamentação de acordos de leniência para que as empresas envolvidas na Operação Lava Jato possam manter suas operações e estancar o processo de extinção de postos de trabalho.

No texto, as entidades analisam os impactos das investigações no mercado de trabalho e mostram que, desde que a operação foi deflagrada, no início de 2014, 87 mil postos de trabalho foram desativados em 29 empresas do setor de infraestrutura. “Some-se a esse número outros 65 mil empregos indiretos que se estima terem sido eliminados nas empresas prestadoras de serviços ou fornecedoras de insumos”, afirmam CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central e UGT.

Mas o impacto é ainda maior, diz o documento, diante do fato de que para cada R$ 1 milhão investido no setor de construção pesada, R$ 1,6 milhão é movimentado na economia. “…o impacto negativo da operação Lava Jato em toda a economia seria de 1,9 milhão de empregos eliminados, que representariam cerca de R$ 22,4 bilhões em salários”, sustentam as centrais, considerando dados de consultores do mercado de trabalho.

Confira abaixo a íntegra da nota:

O Brasil atravessa um período bastante longo de aumento do desemprego, que se iniciou no último trimestre de 2014 e vem se arrastando até hoje.

Os índices que medem o nível de desemprego apontam para a dramaticidade do problema: saímos de uma taxa de 6,5% no último trimestre de 2014 para os atuais 11,8% (PNAD Contínua, IBGE).

A destruição de 2,9 milhões de empregos formais nos últimos dois anos evidencia que o problema atinge postos de trabalho de melhor qualidade, sob a proteção da legislação trabalhista e no setor mais organizado da economia.

O país parou de gerar empregos e passamos a ver a destruição de bons postos de trabalho em ritmo contínuo e acelerado.

Ainda que se possa identificar vários fatores internos e externos que atingiram a economia e levaram a esse quadro dramático no mercado de trabalho, uma das suas razões foi a paralisação das atividades de um conjunto importante de empresas e de empreendimentos de infraestrutura.

O combate à corrupção desencadeado pela operação Lava Jato não foi acompanhado de medidas que preservassem a continuidade de obras e de investimentos. As empresas investigadas tiveram suas atividades paralisadas, acarretando demissões, falências, interrupção da execução de obras e de contratos.

Desde que a operação Lava Jato foi deflagrada, foram destruídos cerca de 87 mil postos de trabalho diretos em 29 construtoras envolvidas.

Some-se a esse número outros 65 mil empregos indiretos que se estima terem sido eliminados nas empresas prestadoras de serviços ou fornecedoras insumos.

Mais ainda, a se considerar os efeitos induzidos pela redução dos negócios e da massa salarial que era posta em circulação, o impacto alcança cifras muito maiores.

Segundo a GO Associados, em estimativa elaborada em agosto de 2015, esse número seria ainda maior: o impacto negativo da operação Lava Jato em toda a economia seria de 1,9 milhão de empregos eliminados, que representariam cerca de R$ 22,4 bilhões em salários.

Para a LCA Consultores, a cada R$ 1 milhão gasto no setor da construção pesada, são movimentados R$ 1,6 milhão na economia como um todo.

O crescimento do desemprego é o principal problema ser enfrentado no país, pois exclui do mercado consumidor uma parcela considerável da população, reduzindo o consumo e as possibilidades de recuperação da economia, faz crescer a pobreza, sobrecarrega os programas sociais e amplia os conflitos sociais.

Sendo assim, entre as diversas medidas que poderiam contribuir para redução do desemprego está a reativação de um conjunto de atividades ligadas à infraestrutura e energia, com destaque para o setor de construção pesada e de montagem industrial e os estaleiros.

Com isso, além de se recuperar capacidade de geração de emprego, será preservada a expertise e o domínio tecnológico que colocou as empresas brasileiras em posição de destaque no cenário internacional.

Para tanto, se faz necessário a aprovação de projeto de lei regulamentando os acordos de leniência que permita que as empresas funcionem sem prejuízo da punição para executivos que tenham liderado ações de corrupção.

O Senado Federal já aprovou o Projeto de Lei nº 3636/2015, que regulamenta os acordos de leniência, aperfeiçoando a lei anti corrupção.

A matéria está na Câmara dos Deputados, aguardando ser colocada em pauta e ir à votação.

Preocupados com a demora em se adotar medidas que permitam a reativação das empresas e dos empregos, as centrais sindicais CSB, CTB, CUT, Força Sindical, NCST e UGT, e as confederações patronais CNA, CNC, CNCOOP, CNF, CNI e CNT, reunidas no Fórum Nacional do Desenvolvimento Produtivo, manifestaram-se ao Presidente da Câmara dos Deputados pedindo que a tramitação do Projeto de Lei seja retomada com urgência.

O Congresso é a instância que tem a prerrogativa e a responsabilidade por definir os termos pelos quais a leniência das empresas poderá ser estabelecida. O que se quer é que este processo não fique parado, dada a gravidade da situação.

Obviamente, não se trata de colocar a geração de emprego em oposição ao combate à corrupção. Ao contrário, o que se quer é garantir que o firme combate à corrupção não faça recair sobre os trabalhadores o ônus da perda dos empregos, e que não impute à sociedade o custo da perda de empresas geradoras de riquezas e de benefícios para todo o país.

E este anseio corresponde ao que se verifica em muitas outras nações, onde a corrupção é combatida mas as empresas não param de funcionar.

O país atravessa uma grave crise econômica, talvez a maior de sua história. É urgente que toda a sociedade se esforce para que voltemos a crescer e gerar empregos.

Um elemento importante nesse aspecto, para geração de empregos em um setor intensivo em trabalho e fundamental para a garantir a retomada de obras de infraestrutura econômica e social no país é o da construção civil.

Sem dispositivos legais que possibilitem a realização dos acordos de leniência, esse setor continuará paralisado.

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Publicação de: Viomundo

Homenageando Paulo Freire, começa hoje em BH a VIII Conferência Estadual de Educação

Paulo Freire e sindUTE

Beatriz Cerqueira: “Ao propor a temática ‘Educação e Resistência Por uma educação libertador’, o Sind-UTE/MG chama para si o debate sobre a onda de ataques à educação pública e à classe trabalhadora”. Entre as presenças confirmadas, o cantor e compositor Tico Santa Cruz, o teólogo Leonardo Boff e o professor Miguel Arroyo

Sind-UTE/MG realiza a sua VIII Conferência Estadual de Educação com participação de trabalhadores/as em educação, estudantes e movimentos sociais

Evento será aberto, em Belo Horizonte, dia 30 de novembro

do portal do Sind-UTE/MG

O Sind-UTE/MG promove a sua VIII Conferência Estadual de Educação, dias 30 de novembro, 1 e 2 de dezembro, na Serraria Souza Pinto, à Avenida Assis Chateaubriand, 890, Centro de Belo Horizonte/MG, com a participação de cerca de 2.500 pessoas inscritas.

Nesta Conferência, o Sindicato homenageia o mestre Paulo Freire, cuja a vida é fonte importante de concepção de educação e uma referência mundial no assunto.

Ao propor a temática “Educação e Resistência Por uma educação libertadora”, o Sind-UTE/MG chama para si o debate sobre o momento em que o país vive e a onda de ataques à educação pública e à classe trabalhadora.

“É de conhecimento amplo que o Brasil vive hoje um cenário perverso de ataque à escola pública e, talvez, o maior ataque desde que os direitos sociais foram conquistados na Constituição de 1988. O Governo ilegítimo de Michel Temer ataca o financiamento da educação por meio da Proposta de Emenda à Constituição 241, que foi aprovada na Câmara dos Deputados e agora segue para votação no Senado, com o número de PEC 55. Ataca os direitos da categoria, por meio da proposta de Reforma da Previdência que será encaminhada ao Congresso Nacional a qualquer momento”, ressalta a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, professora Beatriz Cerqueira.

Além disso, a direção do Sindicato também observa que há uma tentativa de impor a desprofissionalização docente, a partir do momento em que o governo golpista Temer, determina por intermédio da Medida Provisória 746, que não é preciso formação nem concurso púbico e carreiras para ser professor no Ensino Médio.

Para o Sind-UTE/MG, se estas e outras medidas se concretizarem, os/as educadores/as estarão diante da maior privatização da educação, colocando em risco, as políticas nacionais do Piso Salarial, de carreira e de concursos públicos em estados e municípios.

Há ainda na programação do evento discussões sobre educação sem LGBTfobia, educação e igualdade racial, educação indígena e quilombola, parceria público-privada na educação, entre outros assuntos.

Ao ampliar o debate através da VIII Conferência Estadual de Educação, o Sind-UTE/MG está pautando todas essas questões e organizando os/as trabalhadores/as em educação para, de forma coesa, propor estratégias de resistência à essas medidas.

Nesta VIII Conferência participam também estudantes e movimentos sociais, para que juntos sejam debatidas as resistências necessárias, bem como reafirmado o compromisso com uma educação libertadora!

Já confirmados nesse amplo debate: O professor emérito da Faculdade de Educação da UFMG, Miguel Arroyo, o teólogo Leonardo Boff, o cantor e compositor Tico Santa Cruz, a professa Sandra Garcia, da Universidade Estadual de Londrina, a economista do Dieese/Subseção Sind-UTE, Liliane Resende, o militante do Levante Popular da Juventude e ativista LGBT, Jean Gabriel, entre outros 2.500 inscritos, entre educadores e educadoras, estudantes e representantes dos movimentos sociais.

Programação da VIII Conferência Estadual by Conceição Lemes on Scribd


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Pinguelli: Algum agente estrangeiro plantou o escândalo da Petrobras?

Ele começa a palestra falando sobre as especulações relativas ao fim da era do petróleo

Da Redação

O professor Luiz Pinguelli Rosa é ex-presidente do COPPE, o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, no Rio de Janeiro.

Em seminário no Clube de Engenharia, ele estranhou alguns acontecimentos recentes, dentre os quais:

1. a Petrobras vender o controle acionário da BR Distribuidora, que é lucrativa e trabalha com “cash puro”;

2. desistir dos investimentos em biocombustível, no momento em que a Shell, a BP e mesmo a conservadora Exxon fazem o contrário;

3. o discurso sofre o fim da era do petróleo de alguns setores intelectuais e da mídia, discurso que segundo ele mascara a tentativa de fazer a Petrobras produzir muito e rápido, o que beneficia os grandes consumidores (EUA e China).

Diante de decisões “irracionais” tomadas pela direção da estatal sob Michel Temer, Pinguelli especula que a maior empresa brasileira tenha sido vítima de um complô movido por agentes externos em conluio com brasileiros.

Ele não descarta, por exemplo, que a roubalheira na estatal tenha sido estimulada por intermediários interessados em, mais tarde, produzir o escândalo que abalou a Petrobras.

Pinguelli lembra que há mais que o pré-sal em disputa: a estatal, através de convênios com universidades, é formadora de mão-de-obra especializada que replica tecnologia nacional desenvolvida ao longo de muitos anos de exploração.

Enfraquecida a Petrobras, este conhecimento poderá simplesmente ser transferido para fora do Brasil e o país corre o risco de, lá na frente, acabar importando tecnologias derivadas daquelas que desenvolveu com seus próprios recursos.

Ou seja, a engenharia brasileira geraria lucros fora do Brasil.

Um verdadeiro desastre econômico, político e estratégico.

Vale a pena ver a íntegra da palestra!

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Aldo Fornazieri: O Brasil sob o governo de uma quadrilha

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Publicação de: Viomundo

Padula: Queda do preço do petróleo causa instabilidade que favorece os EUA

Da Redação

Raphael Padula é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Nesta palestra, parte de um seminário promovido pelo Clube de Engenharia, ele lança dúvidas sobre a tese de que o preço internacional do petróleo flutuou para baixo por conta de mecanismos de mercado e alerta que a instabilidade criada pelo fenômeno ajuda a enfraquecer adversários estratégicos dos Estados Unidos, dentre os quais o Brasil, a Venezuela e a Rússia — favorecendo aliados internos de Washington que fazem campanha pela privatização dos recursos naturais.

Veja também:

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Publicação de: Viomundo

Guilherme Estrella: Estamos perdendo o Brasil

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Publicação de: Viomundo

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