Confira o resumo parcial da greve geral no Paraná


Paralisação

Dezenas de movimentos populares do campo e da cidade paralisaram em diversas cidades do estado

Redação |
Mobilização da greve geral no Paraná Diangela Menegazzi

No Paraná, 92 categorias aderiram à mobilização contra as reformas trabalhista e previdenciária do governo golpista de Michel Temer (PMDB). Na capital, Curitiba, ao menos 20 categorias estão paralisadas, e um protesto reuniu cerca de 20 mil pessoas pela manhã e início da tarde na cidade.

Ainda na capital, franciscanos da Ordem dos Freis Menores (OFM) participam da caminhada para fortalecer o papel da Igreja contra as reformas do governo Temer. Eles dizem estar em defesa da dignidade humana, zelando pela vida e pelo bem comum.

“Nós franciscanos, como membros da Igreja Católica, em comunhão com todas as pessoas do Brasil, viemos para as ruas. Não lutar por partidos, não por ideologias, mas lutar por quem precisa, pelas pessoas que não têm voz, pelas pessoas que têm poucos direitos. Então, venham para as ruas, vamos juntos lutar por um Brasil melhor, por um Brasil mais digno”, disse o Frei Matheus José Borsoi, de Campo Largo (PR).

Trabalhadores

Petroleiros e petroquímicos paralisam as plantas da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) e Fafen Fertilizantes, também bloquearam a rodovia BR 476, em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. Já o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (Simec) realizou assembleia na frente da planta da Volvo caminhões.

Em Londrina, norte do estado, os trabalhadores do transporte coletivo paralisaram a circulação dos ônibus. As linhas retornaram a circular a partir das 12 horas. Além disso, foi realizada uma manifestação em apoio à greve geral no terminal Central Urbano da cidade, na avenida Leste-Oeste.

No Sudoeste do Paraná, cerca de 600 pessoas do campo e da cidade fecharam a BR 163, na altura da ponte de Marmelândia, que liga os municípios de Realeza ao de Capitão Leônidas Marques. São trabalhadores rurais de toda a região, professores da rede estadual de ensino e técnicos e professores da Unidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Às 17h também está previsto um ato no centro da cidade de Realeza.

Paulo Czekalski, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pérola do Oeste, destaca a importância dos trabalhadores do campo e da cidade se unirem para barrar as reformas de Michel Temer: “Estamos vivendo um ataque muito grande ao direitos dos trabalhadores, que nós conquistamos no decorrer da história, direitos que estão na Constituinte de 88. E não somos só nós trabalhadores rurais, mas também os trabalhadores urbanos. O país todo está em luta e nós, aqui na região, queremos dialogar com a sociedade, com o comércio e com aquele trabalhador que ainda não tem noção da perda de seus direitos”.

Bárbara Hermann, dirigente da APP Sindicato da cidade de Francisco Beltrão, destacou a presença dos professores neste dia de greve geral e lembrou do 29 de Abril de 2015, dia em que trabalhadores da educação e servidores públicos do Paraná foram atacados no Centro Cívico, em Curitiba. 

“Trabalhadores do campo e da cidade do Sudoeste do Paraná, por conta de um governo golpista que não se preocupa com a sua população, estão reunidos para não perder seus direitos. Quero lembrar também que hoje faz dois anos que começou o massacre do governo Beto Richa [PSDB] contra a Previdência dos funcionários públicos do Paraná. Se a população do campo e da cidade está na rua é por conta de um governo opressor e militarizado”, afirmou. 

Em Ponta Grossa, centenas de pessoas marcharam pelo Centro da cidade. O ato reuniu professores e servidores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e da educação pública do estado, junto a servidores da saúde estadual, metalúrgicos e integrantes do Fórum em Defesa da Previdência. Para Rosangela Petuba, professora da UEPG o 28 de abril ficará marcado como “um dia vitorioso para a classe trabalhadora”. 

Mais de 6 mil pessoas participaram da mobilização em Cascavel, no oeste do Paraná, que ocorreu no Calçadão da Avenida Brasil, em frente à Catedral. 

No ato em Guaíra, que reuniu trabalhadores dos municípios de Marechal Cândido Rondon, Palotina, Assis Chateubriandt e Toledo, cerca de 200 pessoas participaram da manifestação, entre professores e servidores de universidades públicas e escolas estaduais, também trabalhadores do saneamento, servidores públicos municipais, trabalhadores rurais e dos Correios.

Em Laranjeiras do Sul, cerca de 300 trabalhadores sem-terra trancaram a BR 159, no trevo de acesso à Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). O trancamento começou por volta da 9h e a previsão dos organizadores é que siga até  às16h.

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Publicação de: Brasil de Fato

Gestão Dória será investigada por cárcere privado de servidores

mpt capa

Matéria da jornalista Monica Bergamo publicada na Folha de São Paulo online na tarde da última quinta-feira (27) revelou que o prefeito regional de Pinheiros (São  Paulo), Paulo Mathias, afirmou em vídeo que parte de seus funcionários dormiria no prédio da prefeitura regional para não ter que enfrentar a paralisação dos transportes marcada para esta sexta-feira (28) em várias cidades, inclusive São Paulo.

O vídeo mostra Mathias acompanhado de seis funcionários da área de manutenção e dizendo que foi surpreendido e ficou “arrepiado, emocionado” com a decisão dos funcionários de passar a noite no local de trabalho:

O seu João para vocês terem uma ideia mora em Ibiúna, a mais de 50 km de São Paulo, e não vai conseguir vir para cá porque algumas pessoas resolveram atrapalhar a vida dos outros. Nós somos a favor do direito à greve, mas não em dia de trabalho“, diz Mathias.

Para concluir, Mathias afirmou: “aqui na Prefeitura de Pinheiros, amanhã é dia de trabalho“.

O vídeo gerou comoção nas redes por vários fatores. Especialistas de direito do trabalho estão considerando “ilegal e criminosa” a postura do subprefeito em questão, que se conecta com a postura do prefeito João Dória, que insultou os munícipes e servidores que eventualmente decidam exercer o direito de greve. Para esses especialistas, a gestão Doria pratica “cárcere privado” contra os servidores.

O Blog da Cidadania consultou o Ministério Público do Trabalho de São Paulo e um procurador que não quis se identificar até que os procedimentos todos tenham sido adotados informou que dezenas de denúncias estão sendo feitas em relação a esse caso e que procedimento investigativo está sendo aberto.

Para entender o que motiva essa investigação que estaria sendo aberta contra a gestão Doria o Blog entrevistou o especialista em Direito Trabalhista Júlio Francisco Caetano Ramos. No vídeo a seguir você assistirá ao vídeo do subprefeito de Pinheiros que gerou a polêmica e ouvirá a análise do especialista em direito do trabalho sobre a postura vergonhosa do governo da Capital Paulista.

Publicação de: Blog da Cidadania

Brasil: Reforma desmantela garantías laborales; entienda los cambios


RETROCESO

Cámara de Diputados aprueba reforma laboral por 296 votos a 177, a pesar de protestas

Pedro Rafael Vilela |
Oposición a Temer y al presidente de la Casa, Rodrigo Maia (del Partido Demócratas), protesta durante votación de la reforma Gustavo Bezerra

La Cámara de Diputados aprobó en la noche del último miércoles (26) el Proyecto de Ley (PL) 6.787, de la “reforma” laboral, relatado por el diputado Rogério Marinho del Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB). Después de más de 10 horas de sesión, los parlamentarios aprobaron, alrededor de las 23h, el tema, por 296 votos a 177. Los destaques al texto iniciaron en seguida del resultado. Chamado de “desmantelamiento laboral” por centrales sindicales y movimientos populares, el texto de la reforma como está va a anular o alterar más de 100 puntos de la Consolidación de Leyes de Trabajo (CLT) y flexibilizar diversos derechos laborales.

Buscando retrasar la votación, que ocurrió dos días antes de la huelga general convocada para el viernes (28), diputados de la oposición trataron de aprobar dos requerimientos solicitando posponer la votación del proyecto, los cuales fueron rechazados por el plenario. El texto aún tendrá que pasar por el Senado y recibir la sanción presidencial.

Aprobada como proyecto de ley, si acaso hubiera sido una propuesta de enmienda a la Constitución – como la reforma de las Pensiones –, la medida no habría pasado, pues el número necesario de votos a favor es de 308.

Pérdida de derechos

El principal punto de la reforma laboral es la posibilidad de que negociaciones directas entre trabajadores y empresas se sobrepongan a la legislación en diversos puntos, el llamado “lo acordado sobre lo legislado”. Actualmente, los acuerdos colectivos de trabajo tienen fuerza de ley y se sobreponen a la legislación, siempre que no violen lo previsto en la CLT.

Con el cambio, inclusive derechos laborales como la jornada de trabajo, salarios, intervalo intra jornada, vacaciones, entre otros, podrán ser revisados. El pago del décimo-tercer sueldo y el depósito de parcelas del Fondo de Garantía por Tiempo de Servicio (FGTS), sin embargo, no podrían ser modificados ni siquiera por acuerdo.

“Se trata de un proyecto de protección de las empresas y de desprotección del trabajador. Crea instrumentos para legalizar prácticas que precarizan el trabajo, reducen o impiden la protección sindical, y deja al trabajador expuesto a la coerción de las empresas en la definición de sus derechos”, resume el director-técnico del Departamento Intersindical de Estadística y Estudios Socioeconómicos (DIEESE), Clemente Ganz Lúcio.

En la propuesta, el trabajador tiene la posibilidad de hacer acuerdos específicos, y de forma individual, con la empresa, lo que puede implicar en reducción de derechos. “La empresa coloca frente de ese trabajador un texto acordando que ella no debe nada a él, incluso el trabajador sabiendo que la empresa debe, por ejemplo, más de 50 horas extras. Se el trabajador firma este tipo de acuerdo, bajo amenaza de perder el empleo, pierde el derecho de reclamar en la Justicia de Trabajo. Es el tipo de cosa que te clava un puñal en el pecho”, evalúa Clemente.

La reforma también establece nuevas modalidades de contratación, amplía los contratos temporales de trabajo e interfiere en la acción de los sindicatos, al poner fin a la contribución sindical compulsoria, el llamado impuesto sindical.

Mire los principales cambios y como impactan en la vida de los trabajadores:

Jornada de trabajo, intervalo y vacaciones

El texto de la reforma prevé que el empleador y el trabajador pueden negociar la carga horaria con límite máximo de 12 horas por día, 48 horas por semana y 220 horas por mes. Eso contraria hasta incluso lo que está previsto en la Constitución Federal, que admite el máximo de ocho horas diarias y jornada semanal de hasta 44 horas. Ese límite también es el recomendado en convenciones de la Organización Internacional de Trabajo (OIT). Actualmente, el Tribunal Superior de Trabajo (TST) permite que algunas categorías, como profesionales de salud, motoristas y vigilantes hagan jornadas de 12 horas, con 36 horas de descanso. La reforma va a permitir que eso pueda ser hecho en cualquier categoría.

El intervalo intra jornada, como la hora de almuerzo, también podrá ser reducido a 30 minutos para quien trabaja más de seis horas por día. Eso significa que trabajadores con jornada de 10 o 12 horas diarias podrán tener el horario de intervalo limitado a media hora. “[Si se aprueba el proyecto] estaremos, como sociedad, condenando a esas personas al agotamiento, a la enfermedad, al aislamiento con relación a sus familiares”, evalúa la jueza de trabajo Valdete Souto Severo, doctora en Derecho del Trabajo por la Universidad de São Paulo, en reciente artículo publicado en el portal Justificando.

Las vacaciones también podrán sufrir alteraciones. Actualmente, es permitido dividirlas en hasta dos partes, siendo que un período no puede ser inferior a 10 días. Si el proyecto pasa, las vacaciones pueden ser divididas en hasta tres veces, con mínimo de cinco días y uno de los períodos deberá ser obligatoriamente mayor de 14 días seguidos.

Contrato por hora y home office

Fue incluida en el texto una nueva modalidad de contratación, el llamado trabajo intermitente, hecho por jornada u hora de servicio. En este tipo de contrato, el trabajador queda a disposición del patrón, pero sólo recibe si y cuando fuese convocado para el servicio.

Otra modalidad que pasa a tener una regulación específica es el teletrabajo, cuando el empleado trabaja en casa, el llamado home office. Más de 15 millones de personas ya trabajan de esta forma en el país y ya había una previsión de que los mismos derechos del trabajo en la empresa valdrían para el trabajo en casa. Ahora, un contrato específico entre patrón y empleado podrá distinguir el teletrabajo, inclusive en relación al salario, uso de equipamientos, entre otros asuntos.

Reducción de salarios, trabajo temporal y jornada parcial

Los salarios también pueden ser reducidos por medio de acuerdo entre empleador y trabajador, siempre que no sea inferior al salario mínimo. Incluso así, con la ampliación del contrato de jornada parcial, pasa de las actuales 25 horas a hasta 32 horas semanales (incluyendo las horas extras), el trabajador recibirá menos de un salario mínimo. En la práctica, las empresas serán estimuladas a despedir trabajadores con jornadas integrales (44 horas) y contratar más personas con jornadas parciales.

El mismo efecto ocurrirá con el aumento del plazo para los contratos de trabajo temporal, que pasarán de los actuales 90 días para 120 días, renovables por 120 más. Esos contratos no prevén el pago de multa por despido sin causa justa y las empresas podrán contratar de forma temporal y substituir los trabajadores cada ocho meses, aumentando la rotación de los puestos de trabajo sin aumento de empleo.

Protección sindical

El proyecto también excluye la recaudación de la contribución sindical obligatoria. Con eso, cabe al trabajador/a manifestarse por escrito si permitirá el descuento de un día trabajado por año. La tendencia es que eso debilite aún más la actuación de los sindicatos en defesa de los derechos laborales.

Peores empleos

Países que adoptaron reformas parecidas a la que el gobierno de Michel Temer (PMDB) quiere implantar, registraron aumento de empleos con peores salarios y condiciones de trabajo y reducción de los mejores empleos. En México, por ejemplo, después de una reforma en 2012, hubo una disminución de 1,2 millón de empleos en los que la remuneración era mayor a dos salarios mínimos y un aumento de 1,2 millón de empleos para quien ganaba entre 1 y 2 salarios mínimos.

“Una serie de prácticas que hoy son consideradas ilegales, serán legalizadas. La ley va a permitir que se transforme una condición precaria de trabajo en algo legal”, advierte Clemente Ganz Lúcio, del DIEESE. A medio plazo, el achatamiento de la masa salarial va a perjudicar la economía y reducir la recaudación de impuestos y de contribuciones a la seguridad social, comprometiendo aún más los servicios públicos e incluso hasta la jubilación. “Esa reforma de las Pensiones no será suficiente porque la pérdida de recaudación de las Pensiones podrá ser muy acentuada [después de la reforma laboral]”, añade.

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Publicação de: Brasil de Fato

Professores da USP ao lado da maioria dos brasileiros:”Repudiamos o desmonte dos direitos”

Imagens da Avenida São João e outros pontos do centro da cidade de São Paulo no comecinho da manhã deste histórico 28 de abril de 2017: A greve é geral, mesmo!  Crédito das fotos: Fernando Sato e Terremoto, Jornalistas Livres

MANIFESTO DOS PROFESSORES DE GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DA USP EM APOIO À GREVE GERAL

Nós, professoras e professores do Curso de Gestão de Políticas Públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP vimos por meio desta manifestar nosso apoio à convocação da greve geral realizada por centrais sindicais e movimentos sociais para este próximo dia 28/04 contra as reformas trabalhista e da Previdência Social.

O atual governo tem baixíssima legitimidade política para impor ao país uma agenda de reformas impopulares, que se tivesse sido submetida às urnas, muito provavelmente não teria sido aprovada.

Afinal, esta agenda faz recair sobre os trabalhadores os custos do ajuste das contas públicas da União, dos estados e dos municípios.

Ao mesmo tempo, grandes empresas continuam figurando entre os maiores sonegadores de tributos do país e muito pouco é feito para que se corrija esta situação.

Repudiamos a forma como essa agenda tem sido imposta, a toque de caixa, sem diálogo com a sociedade civil, por um parlamento e por um governo repletos de investigados por atos de corrupção.

Nossa concepção é a de que a construção de um Brasil mais justo, mais próspero e mais democrático passa, necessariamente, pela expansão e pela consolidação de direitos aos que deles mais necessitam, pela implementação de políticas que tragam consigo a legitimidade das urnas e pela ação do Estado voltada à redistribuição da renda e da riqueza.

A luta árdua de gerações de brasileiras e brasileiros para que pudéssemos construir, a duras penas, nosso arremedo de Estado de Bem Estar Social durou décadas, da criação dos direitos trabalhistas nos anos 1930 até os programas de combate à pobreza nos anos 2000, passando pela promulgação da Constituição de 1988.

Todo aquele enorme esforço e aquele conjunto de direitos têm sido postos sob ameaça pelo atual governo em questão de meses. Cumpre portanto, à maioria do povo brasileiro, contrapor-se a atual dinâmica de desmonte destes direitos. E é ao lado desta maioria que nós, acadêmicos, entendemos dever estar neste momento crucial da História brasileira.

São Paulo, 26 de abril de 2017.

Prof. Dr. Agnaldo Valentin

Prof. Dr. Alexandre Ribeiro Leischenring

Prof. Dr. André Gal Mountian

Profa. Dra. Cristiane Kerches da Silva Leite

Prof. Dr. Danilo Tavares

Prof. Dr. Eduardo de Lima Caldas

Profa. Dra. Gisele Craveiro

Prof. Dr. Jaime Crozzati

Prof. Dr. Jorge Alberto Machado

Prof. Dr. José Carlos Vaz

Prof. Dr. José Renato Campos Araújo

Prof. Dr. Luis Gustavo Bambini de Assis

Prof. Dr. Martin Jayo

Prof. Dr. Pablo Ortellado

Profa. Dra. Renata Bichir

Profa. Dra. Ursula Dias Peres

Profa. Dra. Vivian Urquidi

Prof. Dr. Wagner Iglecias

Leia também:

Com o papa Francisco, católicos na linha de frente da greve

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Publicação de: Viomundo

Internautas zoam a cobertura da mídia sobre a greve geral

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Da Redação

Internautas, especialmente no twitter, estão se divertindo — e criticando — a cobertura da mídia servil ao governo Temer e a seus donos milionários brancos e ricos sobre a greve geral em todo o Brasil.

Eles notam, por exemplo, que empresas estrangeiras como a BBC e a Al Jazeera chamam a greve de greve, enquanto suas congêneres brasileiras destacam o “sofrimento” do trabalhador por conta das manifestações.

Também brincam com aqueles que tratam o movimento como “baderna”.

Um dos tweets muito replicados na manhã de hoje, inclusive pelo Viomundo, foi este:

Veja também:

Capitão PM de Brasília agride manifestantes e diz: “Porque quis”

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Publicação de: Viomundo

Rio: aeroportos param; ônibus, metrô e barcas funcionam parcialmente


GREVE GERAL

Veja primeiro balanço das manifestações no estado

Fania Rodrigues |
Aeroviários fizeram manifestação em frente aos aeroportos do Rio de Janeiro Foto: MIC

Em adesão à greve geral convocada para esta sexta-feira (28) contra o governo não eleito de Michel Temer, a greve de aeroviários paralisa atividades nos aeroportos Santos Dumont e Galeão, no Rio de Janeiro. Diversos voos foram cancelados entre às 3h e a 8h da manhã e muitos ainda estão atrasados. (Acompanhe aqui minuto a minuto as mobilizações).

“Hoje não é um dia seguro para voar”, informavam os integrantes do Sindicato Nacional dos Aeroviários aos passageiros. No Galeão, a maior parte dos cancelamentos de voos foram de companhias aéreas internacionais, informou o movimento grevista.

No Santos Dumont, trabalhadores aeroviários que trabalham em terra cruzaram os braços e vias de acesso ao aeroporto foram bloqueadas. Por volta das 8h da manhã a polícia militar dispersou os manifestantes que estavam no aeroporto e três trabalhadores ficaram feridos.

A greve geral tem impacto em várias regiões do Rio. A ponte Rio Niterói foi ocupada por manifestantes, além disso tem bloqueios na Av. Brasil, Radial Oeste, Linha Vermelha, Rodovia Niterói-Manilha e nos acessos às barcas e ao terminal rodoviário Nova Alvorada, um dos maiores da cidade. Esses são importantes pontos de circulação da cidade e região metropolitana, por onde passam milhares de trabalhadores todos os dias.

O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou que o município entrou em “alerta de estágio de atenção às 6h50 desta sexta-feira”, devido aos bloqueios no tráfego da cidade e aos impactos nos transportes. “Principalmente nas linhas de ônibus municipais, em decorrência de manifestações”, divulgou a prefeitura.

Algumas estações de metrô estão fechadas e parte dos ônibus não saíram das garagens. “Às 3h da manhã os motoristas começaram a entregar os ônibus nas garagens, na Barra da Tijuca, nenhum veículo saiu”, informou uma integrante da Central Única dos Trabalhadores (CUT-RJ). No Centro do Rio, desde às 5h da manhã, manifestantes relataram que não haviam ônibus circulando.

Outras importantes categorias vão aderir à greve nessa sexta-feira. Cerca de 34 sindicatos do Rio de Janeiro já avisaram que vão paralisar de suas atividades, em protesto contra as propostas de reformular as leis trabalhista e previdenciária que, segundo movimentos populares, visam apenas retirar direitos adquiridos ao longo das últimas décadas. Entre eles estão os trabalhadores dos Correios – que já estão em greve desde quarta-feira (26) -, os professores das escolas privadas, públicas e universidades, assim como operários do setor portuário, metalúrgico e petroleiro.

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Publicação de: Brasil de Fato

Brasil amanhece parado em dia de greve geral


Contra Temer

Diversas capitais do país e cidades do interior amanheceram com atos contra as medidas de Temer

Redação |
Estação da CPTM, na cidade de São Paulo, amanheceu completamente vazia; episódio se repetiu por diversos pontos da cidade. Thiago Hersan

Ruas vazias, metrôs e trens parados, fábricas fechadas, ônibus sem motorista, trancamento de estradas, aeroportos parados. Esses são apenas alguns dos cenários e ações que estão acontecendo em todas as regiões do Brasil desde a madrugada desta sexta-feira (28), dia em que diversas organizações sociais convocaram a população a aderirem a greve geral contra os cortes de direitos promovidos pelas reformas trabalhista e previdenciária do governo golpista de Michel Temer (PMDB).

Dezenas de categorias aderiram ao dia nacional de paralisação nos mais diversos ramos da economia, parando transporte, escolas, bancos e indústria em todo o país. Estabelecimentos de saúde – hospitais, unidades básicas, prontos-socorros –, onde não se pode paralisar 100%, os trabalhadores vão fazer escala semelhante à de final de semana, priorizando o atendimento a emergências.

Também aderiram à greve os bancários (em 22 estados), metalúrgicos (sete estados), comerciários (seis estados), eletricitários, químicos, petroleiros e trabalhadores de saneamento básico e dos Correios. Os servidores públicos das demais áreas, inclusive do Judiciário, vão ter paralisações em todas as capitais e dezenas de cidades médias. Trabalhadores do Porto de Santos também estão em greve.

Acompanhe aqui minuto a minuto as mobilizações em todo o Brasil

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Publicação de: Brasil de Fato

O PAÍS ESTÁ PARADO. VIVA A GREVE GERAL!

Por Leandro Pedrosa, especial para os Jornalistas Livres

Com fotos de Fernando Sato, dos Jornalistas Livres

O Brasil acordou diferente!

Apesar das ameaças patronais, da campanha maciça da mídia oficial ameaçando os trabalhadores e o povo de represálias, da pressão do Judiciário, querendo aplicar multas milionárias nas entidades sindicais; apesar deste cerco monstruoso, a greve geral é um sucesso até agora!

As imagens falam por si. Lembram, por exemplo, os movimentos paredistas da Argentina: ruas vazias, rodovias bloqueadas, terminais de transporte público entregues às moscas e, claro, a policiais.

Nas principais capitais, a adesão é maciça.

São Paulo, verdadeira capital do país e termômetro de qualquer mobilização, tem a greve amplamente vitoriosa. O cenário se repete nas principais capitais.

Centro de São Paulo em dia de greve geral

A reação desesperada das autoridades de abortar o movimento fracassou de modo retumbante. Não há como conter o riso e o desprezo diante das atitudes de gente como o prefeito Dória, com suas tentativas grotescas de cooptar aplicativos de táxis para furar a greve —nem isso conseguiu.

Até o momento, a força dos trabalhadores e do povo se impõe contra as reformas reacionárias perpetradas pelo governo golpista de Michel Temer.

A aprovação da reforma trabalhista em primeira votação por um congresso desmoralizado teve efeito contrário ao imaginado pelas forças do atraso.

Centro de São Paulo em dia de greve geral

Só fez jogar lenha na fogueira da paralisação nacional.

Como sempre tem acontecido, os atos de violência partem das tropas da repressão: bombas de gás, balas de borracha, cacetadas a esmo. São, contudo, impotentes para conter a a ira do povo em defesa de direitos históricos que os patrões e o governo a seu serviço, com o apoio escancarado da “grande mídia”, tentam esmagar.

A greve já é um sucesso!!

 

 

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Publicação de: Jornalistas Livres

A Greve Geral das 00h às 05h

Serviços de transporte e movimentos por moradia foram os responsáveis pelos primeiros movimentos da greve geral deste 28 de abril contra. Enquanto o aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, amanhecia com voos cancelados, em Congonhas aeroviários faziam piquete no saguão do aeroporto paulistano.
Em São Paulo, os ônibus e trens do metrô e da CPTM foram recolhidos aos pátios por volta da meia-noite e ali permanecerão por 24 horas.

Em piquete realizado no pátio do metrô no Jabaquara, zona sul de São Paulo, o coordenador-geral do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Wagner Fajardo, assegurou que a adesão da categoria era total logo na primeira hora da manhã.


Na Ladeira da Memória, a Frente de Luta por Moradia, filiada à Central de Movimentos Populares, deu início às atividades do movimento na capital paulista com um acampamento cultural em um terreno adjacente. O acampamento estabelecido na região central de São Paulo é feito em conjunto com artistas e trará atividades culturais.


A repressão policial também não tardou. No Viaduto Maria Paula, cerca de 150 manifestantes tentaram ocupar o Edifício Alberto, 181, mas foram reprimidos pela Polícia Militar com gás de pimenta e balas de borracha.
Quando o Jornalista Livre Terremoto chegou ao local a avenida estava desde a Rua Santo Amaro até o início da Brigadeiro Luís Antonio. Segundo o repórter, moradores do entorno gritavam “Fora PM” e “PM Fascista”.
No asfalto ficaram os vestígios de cartuchos, vidros quebrados e sacos de lixo usados em uma aparente tentativa de bloqueio. Os manifestantes se dispersaram com a chegada da polícia e não havia informações referentes a feridos ou detidos.

Em Guarulhos, por volta das 3h da manhã,  a Frente Povo Sem Medo bloqueou a principal via de acesso ao Aeroporto de Cumbica, o que tem potencial de afetar tanto o transporte de passageiros quanto o transporte de carga e dar visibilidade internacional à greve geral desta sexta-feira. Poucos minutos depois, a PM chegou ao local e usou bombas para dispersar o trancaço.
Também na Grande São Paulo, os funcionários da Viação Urubupungá, concessionária de linhas de ônibus em Osasco, também cruzaram os braços. Os condutores de ônibus de São Bernardo do Campo também aderiram à greve geral.
Em Avaré, no interior de São Paulo, militantes do MTST interromperam a rodovia SP-255 em protesto contra as reformas trabalhista e previdenciária.
Em São Mateus, no Espírito Santo, os petroleiros também aderiram à greve nesta madrugada.

Em Caucaia, na região metropolitana de Fortaleza, motorista da Viação Vitória também confirmaram adesão à greve.
Em São Luís do Maranhão, jovens ligados à União Nacional dos Estudantes (UNE) realizaram ato transmitido ao vivo pela internet.

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Publicação de: Jornalistas Livres

Movimentos por moradia inauguram Greve Geral com ocupação cultural em praça


Greve Geral

Abandonado pela prefeitura, terreno na zona central de São Paulo abrigará atividades culturais

Norma Odara e Júlia Dolce |
Ocupação em terreno no Anhangabaú, em São Paulo, reuniu 300 pessoas Júlia Dolce

Na madrugada desta sexta-feira (28), a Frente de Luta por Moradia (FLM), em conjunto com a Central de Movimentos Populares e coletivos de cultura, deram início às ações da Greve Geral em São Paulo, com a ocupação cultural “Casa Aberta, Praça de Todos”. Cerca de 300 integrantes dos movimentos ocuparam um terreno no centro da capital paulista, como parte de uma iniciativa chamada Abril Vermelho, na Ladeira da Memória.

Os movimentos se organizaram por volta das 23h no Hotel Cambridge, prédio ocupado pela FLM que também se localiza na região central. A ocupação do hotel foi retratada recentemente no filme “Era o Hotel Cambridge”, lançado em março deste ano. Após chegarem no terreno ocupado, os integrantes dos movimentos armaram barracas e lonas no local. 

Carmen Silva, liderança da FLM, destaca o sentido da ação. “A importância de ocupar esse espaço é realmente dar uma razão social para ele. Ele já era uma praça e queremos fazer uma casa aberta com cultura para que as pessoas frequentem e compreendam que não podem viver com medo dentro de casa”.

Para Rafael Ferro, membro do Grupo Redemoinho de teatro que participou da organização da ocupação, a ideia do projeto é construir um local que exponha o pensamento cultural ideológico da FLM. “Que a gente inaugure um lugar referência dessa luta, de atividades e pensamento, não apenas da moradia em si, mas tudo que a luta abarca”.

Carmen Silva discursando na ocupação do Hotel Cambridge

Mayara Sioli, integrante da FLM há dois anos, afirma que a ocupação desta madrugada foi uma surpresa. “Achei interessante, é totalmente diferente do que acontece geralmente, quando a gente entra no prédio e tem correria. Aqui foi super tranquilo”. Mayara trabalha como porteira na ocupação do movimento localizada no Largo São Francisco, e conta que entrou na luta através da mãe, que participava há quase uma década. “Eu vi que ela lutou e resolvi entrar para tentar. Por mais que a gente já tenha um espaço nosso eles precisam da gente para continuar. Se acontecer algum despejo lutamos todos juntos, não deixam a gente na mão”.

Greve

Carmen Silva afirma que a intenção da FLM era ocupar o terreno antes da Greve Geral, marcada para esta sexta-feira (28). “Mas é importante emendar com a greve sim, mostrar que estamos gritando “Fora, Temer” e buscando nossos direitos. Todos tem que ir para a rua e os governantes tem que entender que somos 200 milhões e eles não podem decidir o destino dos trabalhadores que dão o sangue por esse país”, disse.

A liderança comentou também a coincidência histórica da construção da Greve Geral exatamente 100 anos após a realização da primeira grande paralisação da classe trabalhadora no Brasil. A Greve Geral de 1917, como ficou conhecida, foi organizada por operários que lutavam por direitos trabalhistas no país, e também teve relação direta com a moradia precarizada no centro de São Paulo, caracterizada na época pelos cortiços, e com as ondas migratórias dá década. 

“É engraçado como a história se repete. Eu gostaria que ela se repetisse para contar a história e não como um retrocesso. 100 anos atrás as pessoas fizeram greve por uma necessidade e agora 100 anos depois estamos aqui pela mesma necessidade. Então é triste vermos que em algumas coisas a gente não avançou”, criticou.

Era o Hotel Cambridge

O longa metragem “Era o Hotel Cambridge” (2017) dirigido pela cineasta Eliane Caffé, narra justamente as dificuldades de movimentos por moradia, com foco nos relatos de refugiados estrangeiros e migrantes que vivem na ocupação.

Presente na atividade desta sexta-feira, Eliane disse: “Uma coisa que me deixa emocionada entrando aqui é ver os estrangeiros juntos, organizados. Eu estava entrevistando alguns e há uma perfeita percepção do movimento, que geralmente é muito difícil de explicar para os estrangeiros. Eles estão muito integrados porque é a última perspectiva de saída para eles”, opina

O haitiano Feky Louis, por exemplo, participa de movimentos de moradia desde que chegou ao Brasil, há 3 anos, e estava presente na ação desta madrugada:  “Eu conheci o movimento através de outro colega haitiano, ele já viajou para outro país agora. Eu me sinto bem aqui”, relatou.

Segundo Carmen Silva, o filme, que já ganhou o prêmio “Cinema em Construção” no 63º Festival de San Sebastian, reuniu diversas classes sociais. “Ele demonstrou com a arte que nada mais somos do que lutadores e guerreiros pelos nossos direitos. Recomendo que assistam o nosso filme e conheçam nosso interior, de quem luta por direitos”.

Para a diretora do filme, a Greve Geral desta sexta-feira é um dos únicos instrumentos representativos dos movimentos por moradia. “Mesmo que a greve de amanhã não tenha o impacto esperado, ela é muito importante porque vai abrir uma sequência. Pode ser que ela seja a primeira de várias”, avaliou. 

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Publicação de: Brasil de Fato

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